Credo in Unam, Sanctam, Cathólicam et Apostólicam Ecclésiam

"Na presença dos Anjos ei de cantar-Vos e adorar-Vos no vosso santuário."
(Salmo 137, 1)
Mostrar mensagens com a etiqueta Fé e Ciência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fé e Ciência. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de maio de 2016

O Mais Novo MILAGRE EUCARISTICO do mundo - Provado por teste de DNA


Aconteceu na Polónia, terra do Papa São João Paulo II, um sinal extraordinário da fé católica, um Milagre Eucarístico!
O fato foi reconhecido pelo Bispo da cidade polonesa de Legnica, Zibigniev Kiernikovski, em carta assinada de próprio punho no último dia 17 de abril.

O Bispo relata no documento que, na Solenidade de Natal de 2013, em uma paróquia de Legnica, "durante a distribuição da Sagrada Comunhão, uma Hóstia consagrada caiu ao chão e foi logo recolhida e depositada em um recipiente cheio de água", chamado de vasculum. "Pouco depois, apareceram manchas de cor vermelha". O então bispo do lugar "estabeleceu uma comissão para analisar o fenômeno", e esta "mandou recolher amostras a fim de que exames minuciosos fossem conduzidos por importantes institutos de pesquisa". A conclusão do caso, emitida pelo Departamento de Medicina Forense, foi a seguinte:

"Na imagem histopatológica verificou-se que os fragmentos de tecidos contêm partes fragmentadas de músculo estriado transversal. (...) O conjunto (...) se assemelha ao músculo cardíaco ao sofrer alterações que aparecem com frequência durante a agonia. Os estudos genéticos indicam a origem humana do tecido."

Neste ínterim, "um pequeno fragmento vermelho da Hóstia" já havia sido separado e colocado em um corporal. O bispo polonês também conta que já apresentou a questão ao Vaticano e, agora, "conforme recomendado pela Santa Sé", já está providenciando um local adequado para a exposição da milagrosa relíquia, "a fim de que os fiéis possam dar-lhe a devida adoração".
Este é o segundo milagre eucarístico que acontece em anos recentes na Polônia. O outro se deu em 2008, na cidadezinha de Sokólka, no nordeste do país.
É um grande sinal de Deus que confirma a fé católica na Eucaristia e na transubstanciação; doutrina de que, pelas palavras ditas por Jesus Cristo na Última Ceia e repetidas por um sacerdote validamente ordenado, o pão e o cálice de vinho que ele tem em suas mãos já não são mais pão, já não são mais vinho — transformam-se os dois no Corpo e Sangue do próprio Deus encarnado.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A propotência da ciência moderna



"Há mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe vossa vã filosofia."
(William Shakespeare)


O presente materialismo radical faz com que os cientistas fiquem completamente cegos para as realidades espirituais, tendendo a analisar todos os factos com os olhos da ciência, ignorando completamente o que seria espiritual.

Os cientistas actuais não podem ter a prepotência de tentar explicar tudo através da ciência, isso é cientificíssimo, é má ciência! A ciência foi feita para explicar os fenómenos naturais, mas o que dizer dos fenómenos sobrenaturais, para-normais e supra normais?

Meu objectivo com o tema não é desprezar a ciência, pelo contrário, todos reconhecemos os avanços extraordinários e a contribuição da ciência em nossas vidas, porém a ciência não é tudo, e ela tem sido endeusada por muitos.

Já dizia Louis Pasteur: "Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima." É incrível perceber que os grandes cientistas tiveram a humildade de reconhecer que o conhecimento científico por si só não é suficiente para explicar o mundo em nossa volta. Há grandes cientistas que acreditaram em Deus.

Ao contrário há cientistas cépticos que se fecham no mundo das equações e não vem nada para além disso. São incapazes de cogitar que exista algo além do Big Bang ou da teoria da evolução de Darwin, aliais Darwin é o seu deus… Porém quando são confrontados com falhas nas teorias científicas ou com realidades inexplicáveis (por incrível que pareça ainda há muita coisa sobre a face da terra que a ciência não explicou ainda, ou não consegue explicar) ficam sem resposta… Quando são questionados sobre a origem ou o fim de toda a vida, dizem logo que é o nada, ora, essa é uma resposta muito vaga e pessimista para um questionamento tão importante, se não o mais importante para o ser humano!

Há cientistas que querem ser deuses, deuses da ciência, há muita soberba no meio científico actual e deve ser realmente muito difícil hoje em dia ser um cientista crente… Os que querem ser deuses fazem de tudo, trabalham com todos os esforços, para tentar provar a inexistência de Deus, sem resultados concretos, claro. A Academia Nacional das Ciências dos Estados Unidos considera sem margem para dúvidas que “a ciência constitui um modo de conhecimento acerca do mundo natural. Limita-se a explicar o mundo natural através de causas naturais. A ciência nada tem a dizer acerca do sobrenatural. A ciência mantém-se neutra acerca da existência ou não de Deus.” (Teaching about Evolution and the Nature of Science, Washington, DC: National Academy of Sciences, 1998, p. 58)

O problema é que a ciência dos homens é loucura para os olhos de Deus e a ciência de Deus é loucura para os homens:

“Ninguém se iluda: se algum de vós se julga sábio diante deste mundo, faça-se louco para tornar-se sábio; pois a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus.” (I Cor 3,18-19)

“Mas o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, pois para ele são loucuras. Nem as pode compreender, porque é pelo Espírito que se devem ponderar.” (I Cor 2,14)

Este mundo material é apenas um rascunho do mundo futuro definitivo:

“A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.

Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.

Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.

Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.” (I Cor 13,9-12)

Este mundo faz-me lembrar do mito da caverna de Platão, em que as pessoas somente conheciam o mundo exterior através das sombras na caverna. A ciência humana é o homem tentando entender e explicar as sombras, porém quando ele sair e contemplar o mundo como ele é (“o mundo das ideias”, ou seja, o mundo de Deus) já não vai precisar das explicações das sombras…

“Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face” quando o homem se ver face a face com A Sabedoria Perfeita, que é Deus, o que será da nossa tão imperfeita ciência?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Igreja Católica, Mãe da Civilização Moderna

Igreja Católica, mãe da civilização moderna

Por Fernando Nascimento

Toda vez que um protestante, um comunista, ateu ou qualquer outro inimigo da Igreja, que gosta de erroneamente chamar a Idade Média de “trevas”, citar redondamente enganado, que a Igreja é “primitiva”, é “medieval” e que eles mesmos são da era do celular, televisão, DNA, Genética, Genoma, Física, fibra ótica, viagens espaciais ou energia nuclear, deveriam receber dos católicos a resposta:

“Nós não tivemos essas coisas na Idade Média porque estávamos ocupados em inventá-las e descobri-las para que as tenhas hoje.” – e indagar-lhes - “os que pensam como ti, o que oferecerão ás futuras gerações?”

Hoje, há professores como Thomas Woods graduado na Universidade de Harvard e é doutor em História pela Universidade de Columbia, Edward Grant escrevendo livros editados pela Universidade de Cambridge, Thomas Goldstein, A.C.Crombie, David Lindberg e muitos outros. E todos eles concordam que, você mente, quando alega que a Igreja foi uma oponente das ciências. Pelo contrário, há aspectos do pensamento católico que foram indispensáveis para o desenvolvimento da ciência.

Confira como a Igreja Católica construiu a Civilização Moderna e a livrou da ignorância e do massacre dos Bárbaros:

- A Igreja Católica teve de empreender a tarefa de introduzir a lei do Evangelho e o Sermão da Montanha entre os povos Bárbaros, que tinham o homicídio como a mais honrosa ocupação e a vingança como sinônimo de justiça. (Christopher Dawson);

- A Igreja Católica forneceu mais ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia, por mais de seis séculos – da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao Iluminismo -, do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras instituições. (J.L.Heilbron – Universidade da Califórnia, em Berkeley);

- A Igreja funda a primeira universidade do mundo, em Bolonha, na Itália. A criação da instituição dá à Europa o impulso intelectual que desembocaria no Renascimento no século XIV, e na Revolução Científica, entre os séculos VXI e XVII.

- Reginald Grégoire (1985), afirma: “os monges deram a toda a Europa… uma rede de fábricas, centros de criação de gado, centros de educação, fervor espiritual, … uma avançada civilização emergiu da onda caótica dos bárbaros”. Ele afirma que: “Sem dúvida alguma S. Bento (o mais importante arquiteto do monarquismo ocidental) foi o Pai da Europa. Os Beneditinos e seus filhos, foram os Pais da civilização Européia”;

- O nosso padrão de contar o tempo foi criado por um monge católico chamado Dionísio, por volta do início do século 4;

- Foram os católicos escolásticos que criaram a Ciência Econômica Moderna. Foram eles que criaram a economia, e não os secularistas do Iluminismo;

- São Mesrob, sacerdote católico, foi o criador do alfabeto armênio.

- Os Jesuítas – da Companhia de Jesus – foram tão exímios nas ciências que, neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas jesuítas;

- São Cirilo e Metódio, no século IX, desenvolveram um alfabeto para o velho idioma eslavo, este se tornou o precursor do alfabeto russo “cirílico”. Em 885, são Metódio traduziu a Bíblia inteira neste idioma;

- O católico franciscano Roger Bacon (séc 13), que lecionava na Universidade de Oxford, é considerado o precursor da revolução científica;

- O monge matemático Jordanus Nemorarius, além dos conhecimentos que contribuiu à matemática introduzindo os sinais de “mais” e de “menos”, iniciou a investigação dos problemas da mecânica, superando a visão dos problemas do equilíbrio. Foi o fundador da escola medieval de mecânica, foi o primeiro em formular corretamente a “lei do plano inclinado” e pesquisou sobre a conservação do trabalho nas máquinas simples.

- Os Jesuítas estão entre os maiores matemáticos da história;

- O abade Nicolau Copérnico foi o astrônomo e matemático que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava, a Terra como o centro), é tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.

- O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685 -1724), foi um cientista e inventor nascido no Brasil Colônia. Famoso por ter inventado o primeiro aeróstato operacional, era chamado de “o padre voador”, é uma das maiores figuras da história da aeronáutica mundial. Ele também é o inventor de uma “máquina para a drenagem da água alagadora das embarcações de alto mar.”

- Papa Gregório XIII, foi quem nos deu o Calendário Gregoriano, que é o calendário utilizado na maior parte do mundo, e em todos os países ocidentais. A China o aprovou em 1912.

- Jean Buridan (1300-1358) foi um filósofo e padre francês, que desenvolveu e popularizou a “teoria do Ímpeto”, que explicava o movimento de projéteis e objetos em queda livre. Essa teoria pavimentou o caminho para a dinâmica de Galileu e para o famoso princípio da Inércia, de Isaac Newton;

- Nicole d’Oresme (c.1323-1382) era teólogo dedicado e Bispo de Lisieux, foi um gênio intelectual e talvez o pensador mais original do século XIV. Foi um dos principais propagadores das ciências modernas. Na“Livre du ciel et du monde” (1377), Oresme se opôs à teoria de uma Terra estacionária como proposto por Aristóteles e, neste trabalho, ele propôs a rotação da Terra, cerca de 200 anos antes de Copérnico. No entanto, ele estragou um pouco este belo pedaço de pensamento, rejeitando suas próprias idéias, no final dos trabalhos e assim, como Clagett escreve, não pode ser considerada como a reivindicação de que a Terra girava antes de Copérnico. Ele escreveu “Questiones Super Libros Aristotelis de Anima lidar”, com a natureza da luz, reflexão da luz e da velocidade da luz, discutidos em detalhes.

- O monge Luca Bartolomeo de Pacioli é considerado o pai da contabilidade moderna. Um dos seus alunos foi Leonardo da Vinci;

- O padre paraibano Francisco João de Azevedo, é reconhecido como inventor e construtor da máquina de escrever. O que temos certeza é que a máquina realmente existiu, funcionava, foi exposta ao público, ganhou medalhas, e, o mais importante, em dezembro de 1861, portanto antes que Samuel W. Soule e seus dois parceiros, em 1868, recebessem a formalização da patente nos Estados Unidos;

- De acordo com o Dicionário de Biografia Científica, santo Alberto Magno, que ensinou na Universidade de París, era habilidosos em todos os ramos da ciência, “foi um dos mais famosos precursores da Ciência Moderna na Alta Idade Média”. Desde 1941 ele é declarado o “patrono de todos que cultivam as ciências naturais”;

- O padre Nicolas Steno é considerado o pai da Estratigrafia, que estuda as camadas de rochas sedimentares formadas na superfície terrestre. Um geólogo precisa conhecer os princípios de Steno.

- Jean-Antoine Nollet, foi abade e físico francês, se constitui como um grande divulgador da física e da eletricidade em particular. Construiu alguns dos primeiros eletroscópios, a sua própria máquina eletrostática, e também uma versão “seca” da garrafa de Leiden.

- Os jesuítas no século 18 contribuíram para o desenvolvimento do relógio de pêndulo, pantógrafos, barômetros, telescópios e microscópios refletores para campos científicos variados como: magnetismo, ótica e eletricidade. Eles observaram, às vezes antes que de qualquer outro, as faixas coloridas dos anéis na superfície de Júpiter, a Nebulosa de Andômeda e anéis de Saturno. Eles teorizaram sobre a circulação do sangue, independentemente de Harvey, a possibilidade teórica de vôo, o modo como a lua afeta as marés e a natureza ondular da luz, mapas estelares de hemisfério sul, lógica simbólica e medidas de controle de enchentes. Tudo isso foi realização típica dos jesuítas.

- O padre Giabattista Riccioli foi a primeira pessoa a calcular a velocidade com que um corpo em queda livre acelera até o chão,

- O padre Francesco Grimaldi descobriu e nomeou o fenômeno de difração da luz. Ele também participou de uma descrição detalhada de um mapa da superfície da lua. Esse mapa chamado de Selenógrafo, adorna até hoje a entrada do Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington D.C.;

- O padre Roger Boscovich, falecido em 1787, é louvado por cientistas modernos por ter apresentado a primeira descrição coerente de teoria atômica, bem mais de um século antes que a teoria atômica moderna emergisse. Ele foi considerado “o maior gênio que a Iugoslávia produziu”;

- Nos séculos 17 e 18 as catedrais de Bolonha, Florença, París e Roma funcionavam como observatórios solares superiores;

- O padre Athanasius Kircher é considerado o pai da Egiptologia. Foi graças ao trabalho deste padre que encontrou-se a Pedra Rosetta, que decifrou os símbolos egípcios. Ele foi chamado de “Mestre das cem artes”. Seu trabalho em química ajudou a desbancar a alquimia, que era um tipo de falsa ciência, que até Isaac Newton e Boyle levavam a sério. Foi esse padre que jogou água fria nisso.

- Foi um Jesuíta quem escreveu exatamente o primeiro livro sobre Sismologia nos Estados Unidos. Era o padre J.B. Macelawane. Todo ano, a União Geofísica Americana, prêmia com uma medalha com o nome deste padre, um jovem geofísico inspirador.
O padre J.B. Macelawane também foi o primeiro presidente da União Geofísica Americana. Por isso o estudo dos terremotos é conhecido como “A Ciência Jesuíta”;

- Foi um astrônomo católico chamado Giovanni Cassini quem usou a Catedral de São Petrônio, em Bolonha, para verificar as teorias de movimentos planetários de Johannes Kepler.

- Foram os monges católicos que desenvolveram a “minúscula carolígia”, ou seja as letras minúsculas, o espaçamento entre palavras e a acentuação, já que o mundo só escrevia em letras maiúsculas, sem espaçamentos e sem acentuação.

- O ensino superior na Idade Média era ministrado por iniciativa da Igreja;

- O documento mais antigo que contém a palavra “Universitas” (universidade), utilizada para um centro de estudo, é uma carta do Papa Inocêncio III ao “Estúdio Geral de Paris”;

- A universidade de Oxford, na Inglaterra, surgiu de uma escola monacal católica organizada como universidade por estudantes da Sorbone de Paris. Foi apoiada pelo Papa Inocêncio IV (1243-1254) em 1254;

- O historiador francês Henri Daniel – Ropes no século 20 disse: “graças as repetidas intervenções do papado, a educação superior foi habilitada a expandir suas fronteiras; a Igreja, na verdade, foi a matriz que produziu a universidade, o ninho de onde esta tomou vôo.”;

- Os papas estabeleceram mais universidades do que qualquer outra pessoa na Europa;

- Até 1440 foram erigidas na Europa 55 Universidades e 12 Institutos de ensino superior, onde se ministravam cursos de Direito, Medicina, Línguas, Artes, Ciências, Filosofia e Teologia. Todos fundados pela Igreja;

- Os monges católicos introduziram safras e indústrias e métodos de produção que não se conheciam antes;

- O monge italiano católico Guido d’Arezzo (992 -1050), criou as 7 notas musicais dó, ré, mi, fá, sol, lá, si utilizando ás sílabas iniciais de uma estrofe de um hino a São João para denominá-las. Ele também apresentou pela primeira vez a Pauta Musical de quatro linhas. O sistema ainda é usado até hoje.

- Os monges católicos foram pioneiros em maquinaria e mecanização. Eles usavam a energia da água para todos os tipos e propósitos;

- O primeiro relógio de que tivemos notícia foi construído pelo futuro papa Silvestre II, em 996;

- No século 11, um monge beneditino inglês, chamado Eilmer de Malmesbury, voou aproximadamente 600 metros por meio de um planador sustentado no ar por cerca de quinze segundos. Ele consta no site da Força Aérea Americana – USAF, como pioneiro do vôo do homem, tendo feito isso 1000 anos antes dos irmãos Wright e de Santos Dumont;

- Em 1688, Dom Perignon, do mosteiro de São Pedro, Hautvillieres-on-the-Marne, descobriu a Champanhe através de experimentação misturando vinhos;

- Disse o estudioso francês Reginald Gregoire: “De fato, seja na extração de sal, chumbo, ferro, alume ou gipsita, ou na metalurgia, extração de mármore, condução de cutelarias e vidrarias, ou forja de placas de metal, também conhecidas como rotábulos, não há nenhuma atividade em que os monges não mostrassem criatividade e um fértil espírito de pesquisa. Utilizando sua força de trabalho, eles instruíram e treinaram à perfeição. O conhecimento técnico monástico se espalharia pela Europa.”;

- O Jesuíta espanhol Baltasar Gracián (1601-1658), com seus livros, impressionou e inspirou filósofos, escritores e pensadores ao longo de mais de trezentos e cinqüenta anos, entre estes estavam: Nietzsche, Schopenhauer, Voltaire e Lacan, que foram leitores entusiasmados dos livros deste jesuíta. O filósofo Arthur Schopenhauer considerava seu livro “El Criticón”, “um dos melhores livros do mundo.”
Friedrich Nietzsche declarou sobre a obra de Gracián: “A Europa nunca produziu nada mais refinado em questão de sutileza moral.” “Absolutamente único … um livro para uso constante … um companheiro na vida. Estas máximas são especialmente adequadas àqueles que desejam prosperar no grande mundo”.

- Foram os monges católicos, que na Inglaterra, no século 16, desenvolveram a primeira caldeira para produção de larga escala de ferro fundido;

- O padre Gregor Mendel (1822-1884), é considerado no meio científico como “o pai da genética”. Graças a Mendel, o troca-troca genético de que a gente tanto ouve falar se tornou possível. Os transgênicos (animais e plantas que recebem genes de outras espécies de seres vivos), hoje são uma realidade! O homem hoje é capaz de modificar o gene de uma planta para torná-la mais resistente às pragas, por exemplo. Ou então, fazer experiências trocando genes de animais, para tentar desenvolver novos medicamentos.

- Diz um historiador protestante: “se não fosse pelos monges e monastérios, o dilúvio bárbaro poderia ter varrido completamente os traços da civilização romana. O monge foi o pioneiro da civilização e da cristandade na Inglaterra, Alemanha, Polônia, Boêmia, Suécia, Dinamarca. Com o incessante estrondo das armas a sua volta, foi o monge em seu claustro mesmo nas remotas fortalezas, por exemplo, no Monte Athos, quem, perseverando e transcrevendo manuscritos antigos, tanto cristãos como pagãos, assim como registrando suas observações de eventos contemporâneos, foi repassando a tocha do conhecimento intactas às futuras gerações e amealhando estoques de erudição para as pesquisas de uma área mais esclarecida. Os primeiros músicos, pintores, fazendeiros, estadistas da Europa após a queda da Roma imperial sob o ataque violento dos bárbaros, eram monges”. (A Protestant Historian)

- Albert Einstein declarou: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres);

- Padre Francisco de Vitória, que foi professor na Universidade de Salamanca, foi quem nos deu o exato primeiro Tratado de Direito Internacional da história;

- A Pontífice Academia de Ciências do Vaticano, atualmente, conta com 61 acadêmicos, dos quais 29 são vencedores do Prêmio Nobel. Trata-se de uma relação de notáveis cientistas premiados por suas pesquisas no campo da medicina, química, física, etc., entre os quais figuram Marshaw Nerimberg, o descobridor do Código Genético de todos os seres, e nada mais nada menos que, Francis Collins, o mapeador do DNA humano e diretor do Projeto Genoma;

- A invenção dos mais modernos e imprescindíveis meios de comunicação, deve-se a um membro da Igreja, o brasileiro padre Landell, inventor pioneiro do rádio, do telefone sem fio, do telégrafo sem fio, da televisão e do teletipo usado pela imprensa. Nas patentes são agregados vários avanços técnicos como a transmissão por meio de ondas contínuas, através da luz, princípio da fibra óptica e por ondas curtas; e a válvula de três eletrodos, peça fundamental no desenvolvimento da radiodifusão e para o envio de mensagens. Ainda em 1904 o padre Landell inicia os testes precursores de transmissão da imagem. Em outras palavras, testava aquilo que viria a ser a televisão. Ele também testou a transmissão de textos, sendo precursor do teletipo, tão utilizado nos telejornais para envio de notícias pelas agências internacionais. Ambas as experiências eram feitas à distância, por ondas que, segundo um jornal paulista, eram denominadas de Ondas Landeleanas. Confira em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Landell_de_Moura

- O cosmólogo padre Michael Heller, é o ganhador do mais polpudo prêmio acadêmico já pago pela ciência moderna. Ele provou matematicamente a existência de Deus;

- Um dos princípios mais importantes que a Igreja legou ao desenvolvimento das ciências vem de um verso bíblico! Um verso bíblico que foi um dos mais citados durante toda a Idade Média. Esse verso é: Sabedoria 11, 21, esse verso diz: que “ Deus dispôs tudo com medida, quantidade e peso”. Daí a ciência ter conseguido tanto êxito por crer que vivemos num universo ordenado. É tudo matemático e ordenado de acordo com padrões. Por isso Santo Agostinho (354-430), já afirmava: “Deus é um grande Geômetra.”

Detalhe: o protestantismo, fundado em 1517 retirou o Livro da Sabedoria de suas bíblias. O desprezo protestante a Copérnico e à ciência, ficou documentado nas palavras de Lutero, que dizia: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol … lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

Lutero não sabia que o que Josué narrava foi o que lhe pereceu a seus olhos, naquele grande milagre de Deus.

Sobre a ciência, chamada de “razão” naquele tempo, dizia Lutero: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto, joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

Eis o grande legado da Igreja Católica à Civilização Moderna e a verdadeira aversão grotesca à ciência, externada pelo pai do protestantismo.

______________________

Referências Bibliográficas:

- Woods, Thomas Jr, “How the Catholic Church Built Western Civilization”; Regury Publishing Inc., Washington, DC, 2005.Wright, Jonathan, “The Jesuits: Missions, “Myths and Histories”, London: Harper Collins, 2004, pp. 18-19.

- White Jr., Lynn, “Eilmer de Malmesbury: um aviador século XI,” Tecnologia e Cultura, II, n. 2 (Spring 1961). 2 (Primavera 1961).
Maxwell Woosnam, Eilmer: Eleventh Century Monk of Malmesbury (Malmesbury, UK: Friends of Malmesbury Abbey, 1986). Maxwell Woosnam, Eilmer: monge do século XI de Malmesbury (Malmesbury, Reino Unido: Amigos da Abadia de Malmesbury, 1986).


-http://culturadavida.blogspot.com/2008/04/academia-de-cincias-do-vaticano.html

-http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/dna/marshall-o-homen-do-codigo.php

-http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=43539&cat=Artigos&vinda=S

- http://www.comshalom.org/noticias/exibir.php?not_id=1518

- Baltasar Gracián, “A Arte da Sabedoria” – Edição completa, Editora Best Seller.

- Schumpeter, Joseph, “ A History of Economic Analysis”, N. Y., Oxford University Press, 1954, p. 97.

- Gregor Mendel: cienciahoje.uol.com.br

- Guido d’Arezzo:
http://reflexaoemmusica.blogspot.com/2009/05/guido-darezzo.html

- São Cirilo e Metódio – Warren H. Carroll, The Building of Christendom (Christendom College Press, 1987) pp. 359, 371, 385.

- COSTA, Ricardo da. A Educação na Idade Média. A busca da Sabedoria como caminho para a Felicidade: Al-Farabi e Ramon Llull. In: Artigo publicado em Dimensões – Revista de História da UFES 15. Dossiê História, Educação e Cidadania. Vitória: Ufes, Centro de Ciências Humanas e Naturais, EDUFES, 2003, p. 99-115 (ISSN 1517-2120).

- Nollet – Enciclopédia Católica

- Copérnico no Museu de Frauenburgo/Frombork

- http://www.frombork.art.pl/Ang01.htm

- http://www.calendario.cnt.br/MAQUINAESCREVER.htm

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Luca_Pacioli

- Hughes, Barnabas B. (editor). 1981. Jordanus de Nemore. De Numeris Datis. Berkeley, CA: University of Califórnia Press.

- Nicole Oresme, School of Mathematics and Statistics University of St Andrews, Scotland.

- Edição especial do [[Correio da Manhã]] – “Os Papas – De São Pedro a João Paulo II” – Fascículo X, “Gregório XIII, o Papa que acertou o calendário”, página 219, ano 2005.

- ARRUDÃO, Matias. Bartolomeu Lourenço de Gusmão. São Paulo: Fundação Santos Dumont, 1959.


publicada por Bíblia Católica News

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A Criação Contínua


Fala o padre Sabino Maffeo, membro da “Specola Vaticana”


Por Antonio Gaspari e Maurizio Tripi

ROMA, segunda-feira, 29 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – É verdade que Deus não existe? Só os que professam uma religião monoteísta abraâmica creem na hipótese de que exista um criador? Pode-se ser cientista e crente?

Trata-se de perguntas cada vez mais frequentes e, apesar da tentativa da Igreja Católica de explicar de maneiras diversas e articuladas que religião e fé discorrem por linhas paralelas e em muitos pontos convergentes, ressoam intervenções de ateus militantes que insistem na incompatibilidade absoluta entre ciência e fé.

Para aprofundar no debate aberto, ZENIT entrevistou o padre Sabino Maffeo, sacerdote jesuíta e membro da Specola Vaticana, o observatório astronômico dependente da Santa Sé.

ZENIT: Em seu último livro, Stephen Hawking afirma que Deus não serve para explicar o nascimento do universo. Que o senhor opina?

Padre Maffeo: A razão humana pode se enriquecer com conhecimentos de diferentes graus, quer dizer, em três níveis: em base à experiência sensível mediante os instrumentos proporcionados pela física, a química, a biologia e a matemática; em base ao raciocínio filosófico, que não utiliza instrumentos materiais, mas que argumenta sobre a realidade com base nas exigências inatas da razão; e em base à revelação por parte de Deus. Tem-se assim o conhecimento de coisas novas, devido à fé sobrenatural que é um dom que Deus quer dar a todos.

Nota importante: esses três níveis não são compartimentos fechados no sentido de que quando a mente humana trabalha no primeiro nível, e estuda por exemplo o olho humano, ou a estrutura de um favo de mel, ou a ordem geométrica de uma teia de aranha e tantas outras coisas maravilhosas, não pode deixar de maravilhar-se perante a ordem que há na natureza e passar ao nível superior de conhecimento para se perguntar como explicar esta ordem, com o caso ou com a finalidade devida a uma mente ordenadora, e daqui passar ao terceiro nível para encontrar confirmação na fé pelo que a revelação nos diz.

Permanecendo no primeiro nível, não se pode dizer nada sobre Deus, nem que existe nem que não existe. A busca de Deus, sua existência, sua criação do mundo, etc., não entra no primeiro nível enquanto realidade não suscetível de ser experimentada pelos sentidos.

O erro de Hawking é duplo: raciocina sobre Deus como se fosse uma realidade que se pode descobrir com argumentos de física e matemática, que são instrumentos de primeiro nível; tem um conceito errôneo de criação enquanto que fala de um Deus considerado pelos crentes como necessário para dar início ao mundo, que uma vez criado, vai adiante por si só (Deus relojeiro).

Na realidade, a criação é um ato contínuo de Deus, que deu início ao mundo do nada e o mantém no ser (continua criando-o) em todo instante para que continue existindo (criação contínua). Tudo isso podemos dizer que o sabemos pela razão, mas não só, porque está ajudada muitíssimo pela fé. Só pela fé sabemos que o mundo não foi criado ab aeterno, mas no tempo.

ZENIT: Pode nos indicar quais são as razões pelas quais crê na existência de um criador?

Padre Maffeo: Convencem-me as Vias de São Tomás, que, em princípio, deveriam bastar para convencer só a razão, mas de fato, dada a debilidade causada pelo pecado original, não convencem como que dois mais dois são quatro.

Neste sentido, o Catecismo da Igreja Católica, nos números 36 e 37, sustenta que “Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza com a luz natural da razão humana, partindo das coisas criadas”, citando o Concílio Vaticano I.

ZENIT: Nosso planeta é o único que tem vida no sistema solar. E não tem só flora e fauna, mas também está povoado de seres humanos. Como explica esta unicidade?

Padre Maffeo: Ninguém sabe como a vida se originou. Nasceu por si só ou foi necessária uma intervenção de Deus? Os ateus devem dizer que nasceu por si só, mas não têm provas. Estas se terão só no dia em que a vida se realizar no laboratório a partir de matéria não viva.

Eu, crente, tenho duas possibilidades: a vida apareceu por si só, ou por intervenção de Deus. Mas no que diz respeito ao ser humano, a fé me diz que na transição do não homem para o homem, é necessária a intervenção de Deus, quer dizer, a alma de todo ser humano está criada por Deus.

A respeito da vida em outro corpos do sistema solar, parece demonstrado que suas condições físicas e químicas não permitem a vida que conhecemos. Talvez foi possível em Marte em tempos muito remotos, o que se poderá demonstrar com futuras explorações do planeta. Permanece sempre, no entanto, o problema de saber se a vida veio por si só ou por intervenção de Deus.

ZENIT: Algumas pessoas pensam que um crente não pode fazer nem falar de ciência. Pode dar algum exemplo de cientista crente e católicos em particular?

Padre Maffeo: Quase todos os observatórios astronômicos italianos tiveram sua origem em seminários e ordens religiosas e estavam dirigidos por astrônomos que eram também sacerdotes. Pode-se ver informação sobre isso no site http://www.disf.org/altriTesti/Chinnici.asp. Um exemplo atual é a Specola Vaticana, onde os astrônomos são todos padres jesuítas. Pode-se ver também o livro de Ivan Tagliaferri e Elio Gentili: Scienza e Fede - I Protagonisti (De Agostini), de cerca de 300 páginas, com centenas de cientistas crentes. Vêm-me à mente alguns dos cientistas de fama mundial: Nicola Cabibbo, físico; Ennio de Giorgi, matemático; Max Plank, físico; Johan Gregor Mendel, geneticista; e depois Galileo Galileo; Isaac Newton; Kepler; Copérnico; Lemaître; Antonio Stoppani, e Angelo Secchi.

sábado, 20 de novembro de 2010

Sobre o aborto: o que diz a ciência? Colocando os pontos nos 'is' sobre quando começa a vida humana



«No século XIX, descobriu-se que, a partir da concepção, tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente. Interessa, pois, saber se desde então foi feita alguma descoberta científica que anulasse ou questionasse as descobertas desse século.

Os livros a seguir citados são usados em cerca de 80% das Faculdades de Medicina dos Estados Unidos da América e em muitos outros países do mundo.

“Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano… Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto.” (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)”

Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula.” (Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)”

A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo “. (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)”

O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo.” (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institule of Technology (MIT) Press)

“Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:” (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Palhology of lhe Fetus and lhe lnfant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)

“O zigoto (…) representa o início de uma nova vida.” (Greenhill and Freidman’s, Biological Principies and Modem Practice of Obstetrics)

Como já se disse o valor científico destas afirmações é inquestionável, pois constam dos livros adoptados pela maioria das Faculdades de Medicina dos EUA.

Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA pediu a mais de duzentos cientistas, entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
“Desde a concepção a criança é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento.

Na sequência de um processo natural e contínuo, o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos triliões de células do bebé recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra.

No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomas de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v. Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)

Em 1981, o Senado dos EUA estudou a chamada Human Life Bill. Para o efeito, ouviu durante oito dias os maiores especialistas do mundo na questão (americanos e não só). Ao todo foram feitos cinquenta e sete depoimentos. No final, o relatório oficial dizia o seguinte:
“Médicos, biólogos e outros cientistas concordam em que a concepção marca o início da vida de um ser humano – um ser que está vivo e que é membro da nossa espécie. Há uma esmagadora concordância sobre este ponto num sem-número de publicações de ciência médica e biológica.” (Report. Subcommittee on Separation ofPowers to Senate Judiciary Committee 5-158. 97th Congress. 1st Session 1981. p. 7.).

Conclusão
1. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo. A expressão “ser vivo”, aparece nesta frase com o mesmo valor e significado com que aparece na frase “A Rainha de Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo”.

2. Este ser vivo está individualizado.

3. Este ser vivo pertence a uma espécie definida: a espécie à qual pertencem todos os seres humanos. Portanto,

4. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo, individualizado e humano. Estas palavras têm todas exactamente o mesmo valor e significado com que aparecem na afirmação “A Rainha de Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo, individualizado e humano”.

Está completamente fora de dúvidas que o aborto mata um ser humano. Aos defensores do aborto resta explicar como se pode defender a morte arbitrária de seres humanos inocentes.

Muitas pessoas pretendem que o aborto não mata um bebé: o que mata é um feto. É curioso notar que duzentos especialistas americanos elaboraram um texto onde começam por se referir à “criança” e não ao feto ou ao zigoto. Também no livro de Baruch Brody, Abortion and the Sanatity of Human Life, MIT Press, 1975, ele afirma que enquanto não conseguir distinguir feto de criança rejeitará a palavra feticídio usando indistintamente a palavra homicídio.»

(João Araújo, "Aborto: Sim ou Não?")


Publicado por Teresinha em:
http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com/2010/09/sobre-o-aborto-o-que-diz-ciencia_09.html

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Vaticano nega incompatibilidade entre Evolucionismo e Criacionismo



O Papa Bento XVI afirmou que o debate entre o criacionismo e o evolucionismo é “um absurdo” já que a teoria da evolução pode coexistir com a fé, no encontro que sustentara com o clero das dioceses de Belluno-Feltre e Treviso (Roma, 2007-07-26 (ACI; MSNBC News).

O Papa explicou que o evolucionismo e o criacionismo são apresentadas “como alternativas que se excluem a uma à outra. Esta oposição é um absurdo porque por um lado há muitos testes científicos a favor da evolução”, mas por outro lado esta teoria não responde a grande pergunta filosófica “De onde vem tudo?”, com a qual se entende a acção de Deus.

O Papa João Paulo II já havia dito que “a teoria da evolução é mais do que uma hipótese”; isto é, tem bases científicas.

Criação e evolução não se opõem entre si, desde que se admita que Deus criou a matéria inicial, dando-lhe as leis de sua evolução, e cria até hoje toda alma humana, que é espiritual. Esta matéria inicial pode ter dado inicio ao chamado Big Bang (a grande Explosão) segundo os astrofísicos modernos.

Segundo os darwinistas a partir do livro “A Origem das Espécies”, do inglês Charles Darwin, animais inferiores, durante milénios, foram evoluindo para espécies superiores, passando pelos primatas, dando no homem e na mulher, nesta sequência: Homo erectus, Homo faber e Homo sapiens.

Os criacionistas fazem uma interpretação literal do texto do livro do Génesis, afirmando ser Deus, por acção direta, o Criador de todas as espécies vivas e, de modo especial, da espécie humana. Para estes o primeiro casal humano não resultou, portanto, de uma longa milenar evolução das espécies animais, mas surgiu de uma acção omnipotente e sábia do próprio Deus.

Os criacionistas afirmam que “grande parte das estruturas biológicas humanas são complexas demais para terem surgido de acordo com o modelo darwinista de acumulo gradual de modificações aleatórias”. Acrescentam eles haver muitos “buracos” na teoria evolutiva “como o súbito aparecimento de formas de vida espantosamente variadas no período cambriano”. Sem a interferência de um “Projectista inteligente” (= Deus), não se explica nem a impressionante diversidade das espécies vivas e muito menos, da espécie humana.

Oficialmente, como vemos com este pronunciamento de Bento XVI, a Igreja Católica e o Magistério dos Papas não excluem a possibilidade da teoria evolucionista, desde que o início do processo evolutivo tenha tido origem partindo de Deus. Ele, o Criador, seria o autor das possíveis leis da evolução que, actuando durante milénios e milénios teriam resultado no primeiro casal humano. Assim, a hipótese darwinista da evolução das espécies, até dos primatas de que teria surgido o homem, é uma possível explicação ao lado do criacionismo que, também, tem a seu favor fortes razões filosóficas e não apenas religiosas ou bíblicas.

Publicado pelo prof. Felipe Aquino em:
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/07/27/papa-bento-xvi-aceita-a-teoria-da-evolucao/

A verdade é que a forma como Deus criou o universo o homem ainda não conseguiu descobrir. Também é verdade que as duas teorias não se excluem. Os evolucionistas podem dizer que o homem apareceu na terra muito antes os 10 mil anos que propõem os Criacionistas, o Homo sapiens, o homem moderno, apareceu há cerca de 200 mil anos. Mas, na Bíblia diz que Deus criou o mundo em 7 dias, neste caso, o que seria um dia para Deus? Um dia poderiam ser milhões de anos, pois para Ele não existe o tempo como existe para nós. Se considerarmos esse argumento podemos acreditar na evolução e continuar acreditando que Deus criou todas as coisas.

Deus criou primeiro todas as formas de vida e depois criou o homem, essa ordem também coincide com a evolução.

Deus seria a inteligência por trás de toda a criação, como São Tomas de Aquino afirmou que era preciso uma inteligência ordenadora para o universo. Existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada. Essa mesma inteligência seria responsável também pela ordem da evolução das espécies.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Videos - O Cientista que Tocou o Coração de Jesus (Milagre de Lanciano)



Para aqueles céticos que somente acreditam em comprovações científicas passo a palavra ao Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de anatomia e histologia patológica e de química e microscopia clínica:

















terça-feira, 12 de outubro de 2010

A Existência de Deus


"Ninguém afirma: “Deus não existe” sem antes ter desejado que Ele não exista". Joseph de Maistre (filósofo).


Deus é o nosso Criador. É muita vaga a resposta de uma pessoa que diz não acreditar em nada, no mínimo vai se questionar como estamos aqui e para que finalidade, o ser humano não pode ter surgido do nada e o universo não pode ter sido obra do acaso.

Deus é aquele que é. Quando Moisés perguntou a Deus qual era o seu nome, Deus lhe respondeu: "Eu Sou aquele que É" (Êxodo 3,15). Também Jesus Cristo ao discutir com os fariseus lhes disse: "Antes que Abraão fosse, Eu Sou" (Jo. 8, 58). Os judeus pegaram pedras para matá-lo porque dizendo “Eu Sou” Ele se dizia Deus. Do mesmo modo, quando Caifás esconjurou que Cristo dissesse se era o Filho de Deus, Ele lhe respondeu: "Eu Sou" (São Lucas 22,70). E Caifás entendeu bem que Ele se disse Deus, porque imediatamente rasgou as vestes dizendo que Cristo blasfemara afirmando-se Deus.

De acordo com a filosofia de São Tomas de Aquino com o uso da razão é possível demonstrar a existência de Deus, para isto propõe as 5 vias de demonstração:

Primeira via - Primeiro Motor Imóvel
Tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido.

Segunda via - Causa Primeira
Para todo efeito existe uma causa. Nada pode ser causa de si mesma, porque teria que ser anterior a si mesma. Portanto neste mundo visível as causas se sucedem de forma eficiente, como por exemplo a chuva é causada pela evaporação que é causada pelo calor, que é causado pelo Sol. Se as causas fossem indefinidas não existiria a primeira causa, ora as coisas existem, logo tem de existir uma causa primeira que tudo causou e que não foi causada. Deus é a causa das causas não causada, Deus teve que criar o Sol, para que ele fosse causa do calor (exemplo acima).

Terceira via - Ser Necessário
Os seres da natureza existem, mas poderiam não existir, são finitos, houve um tempo que não existiam, porque seria impossível que tenham sempre existido. Contudo, se nesse tempo nada existia, também nada existiria hoje, porque aquilo que não existe não pode passar a existir por si mesmo. O que existe só pode existir em virtude de um ente já existente (como na questão “Quem veio primeiro, o ovo, ou a galinha?”), é necessário que algum ente já exista para dar existência a todas as coisas. Esse ser tem em si mesmo razão de sua existência, porque se não tivesse também dependeria de outro ente para existir, logo, tem que ter existido sempre. Nele, a existência se identifica com a essência. Este ser necessário é Deus.

Quarta via - Ser Perfeito
Quando comparamos as coisas e dizemos que uma é mais bela do que a outra, por exemplo, só podemos dize-lo tendo partindo de um ideal de beleza perfeita, comparamos com o máximo da perfeição.

Portanto, tem que existir a Verdade absoluta, a Beleza absoluta, o Bem absoluto, a Nobreza absoluta, etc. Todas essas perfeições em grau máximo e absoluto coincidem em um único ser, porque, conforme diz Aristóteles, a Verdade máxima é a máxima entidade. O Bem máximo é também o ente máximo.

Quinta via - Inteligência Ordenadora
Os seres irracionais agem com um objectivo. Pode-se comprovar isto porque agem sempre da mesma maneira para conseguir o que mais convém. Não agem por acaso, agem intencionalmente, por exemplo um cão que obedece o dono para ganhar uma recompensa. O que não é racional somente pode atingir uma meta se é dirigido por alguém que é racional. Por exemplo, uma flecha não pode por si buscar o alvo. Ela tem que ser dirigida para o alvo pelo arqueiro. De si, a flecha é cega. Se vemos flechas se dirigirem para um alvo, compreendemos que há um ser inteligente dirigindo-as para lá. Assim se dá com o mundo. Logo, existe um ser inteligente que dirige todas as coisas naturais a seu fim próprio. A este ser chamamos Deus.

Existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada.

Essa ordem do universo e de tudo que ele contém é que leva muitos cientistas a afirmar a existência de Deus. O cientista Patrick Glynn, Ph.D., formado em Harvard (EUA) e Cambridge (Inglaterra), afirmou que o universo não é aleatório e parece ter um principio antrópico. Brandon Carter e outros cientistas descobriram uma série de misteriosas “coincidências” no universo, cujo único denominador comum era preparar o aparecimento do homem. A mínima alteração das forças fundamentais da Física – gravidade, eletromagnetismo, a sólida energia nuclear ou a fraca energia nuclear – teria como resultado um universo irreconhecível e completamente adverso a possibilidade de vida. O universo foi criado na perfeição, num equilíbrio perfeito cuja meta era o homem.

A complexidade do universo, da natureza e do próprio funcionamento do corpo humano somente pode ter sido fruto de uma inteligência criadora.

Daniel Godri afirma: “O espermatozóide que gerou você “concorreu” com 360 milhões de outros, chegando em primeiro lugar ao óvulo. Cada um de nós foi uma simples célula, mas hoje temos 60 trilhões delas, mais do que as estrelas do céu. Nosso corpo tem 200 ossos, 560 músculos, mais de 8 quilômetros de fibras nervosas, 4 milhões de estruturas sensíveis ao tato; nosso sangue percorre 270.000 km/dia, percorrendo mais de 70 mil veias, artérias e vasos capilares, para que a vida aconteça. Os nossos pulmões mandam 23.160.000 litros de sangue para o corpo, durante o ano. O coração em um único dia bate mais de 103.000 vezes, cerca de 36 milhões de batida por ano. Nossos olhos possuem mais de 100 milhões de receptores que nos dão a possibilidade de discernir as cores, o dia da noite, e contemplar as belezas da natureza. Nossa pele se renova sem cessar a cada micro de segundo, sem alterar a sua forma. Nossos ouvidos possuem 24 mil fibras que vibram a cada som, cada palavra. Nosso cérebro tem mais de 10.000 km de fios e cabos; 13 bilhões de células nervosas e pode processar até 30 bilhões de “bits” por segundo (um computador inimaginável!). Nosso sistema nervoso contém cerca de 28 bilhões de neurônios, sendo cada um minúsculo computador auto-suficiente capaz de processar 1megabit (1 milhão de bits). Será que o acaso poderia fabricar tudo isto? É lógico que não. Então, Deus existe! E se Ele existe, você não pode ficar indiferente a Ele. A felicidade é impossível sem o descobrir e o obedecer.”

Catecismo da Igreja Católica

D.14.3 Existência de Deus

§31 Criado à imagem de Deus, chamado a conhecer e a amar a Deus, o homem que procura a Deus descobre certas "vias" para aceder ao conhecimento de Deus. Chamamo-las também de "provas da existência de Deus", não no sentido das provas que as ciências naturais buscam, mas no sentido de "argumentos convergentes e convincentes" que permitem chegar a verdadeiras certezas.

Estas "vias" para chegar a Deus têm como ponto de partida a criação: o mundo material e a pessoa humana.

§33 O homem: Com sua abertura à verdade e à beleza, com seu senso do bem moral, com sua liberdade e a voz de sua consciência, com sua aspiração ao infinito e à felicidade, o homem se interroga sobre a existência de Deus. Mediante tudo isso percebe sinais de sua alma espiritual. Como "semente de eternidade que leva dentro de si, irredutível à só matéria" sua alma não pode ter origem senão em Deus.

§34 O mundo e o homem atestam que não têm em si mesmo nem seu princípio primeiro nem seu fim último, mas que participam do Ser em si, que é sem origem e sem fim. Assim por estas diversas "vias", o homem pode aceder ao conhecimento da existência de uma realidade que é a causa primeira e o fim último de tudo, "e que todos chamam Deus"

§35 As faculdades do homem o tomam capaz de conhecer a existência de um Deus pessoal. Mas, para que o homem possa entrar em sua intimidade, Deus quis revelar-se ao homem e dar-lhe a graça de poder acolher esta revelação na fé. Contudo, as provas da existência de Deus podem dispor à fé e ajudar a ver que a fé não se opõe à razão humana.

§46 Quando escuta a mensagem das criaturas e a voz de sua consciência, o homem pode atingir a certeza da existência de Deus, causa e fim de tudo.

§48 Podemos realmente falar de Deus partindo das múltiplas perfeições das criaturas, semelhanças do Deus infinitamente perfeito, ainda que nossa linguagem limitada não esgote seu mistério.

§286 Sem dúvida, a inteligência humana já pode encontrar uma resposta para a questão das origens. Com efeito, a existência de Deus Criador pode ser conhecida com certeza por meio de suas obras, graças à luz da razão humana, ainda que este conhecimento seja muitas vezes obscurecido e desfigurado pelo erro. É por isso que a fé vem confirmar e iluminar a razão na compreensão correta desta verdade: "Foi pela fé que compreendemos que os mundos foram formados por uma palavra de Deus. Por isso é que o mundo visível não tem sua origem em coisas manifestas" (Hb 11,3).

Fontes:
http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/377/37/

http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/category/ciencia-e-fe/page/6/



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Milagres Eucarísticos



“Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.”
(João 6:53-57)

Os Milagres Eucarísticos são factos inexplicáveis relacionados a Santa Eucaristia. Muitas vezes a hóstia se transforma visivelmente em carne e sangue, em outras da hóstia pode correr sangue, ou ainda as hóstias podem emitir luz, ou flutuarem. Esses milagres comprovam a transubstanciação, doutrina na qual nós católicos acreditamos na transformação verdadeira do pão (hóstia) e vinho, em Corpo e Sangue de Cristo. Assim já não é pão material, mas Corpo de Cristo e igualmente com o vinho.

São mais de 180 Milagres Eucarísticos comprovados e espalhados por várias partes do mundo!

Os 10 principais são:

"1 ´ Lanciano ´ Itália ´ aprox. ano 700

Este milagre aconteceu no Mosteiro de S. Legoziano, dos monges de S. Basílio. Foi submetido à análise científica dos Drs. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Aresto e livre docente de anatomia e histologia patológica e de química e microscopia clínica; Dr.Ruggero Bertelli, prof. Emérito de anatomia humana normal na universidade de Sena. Resultados: Relatório de 4 de março de 1971:

a ´ A carne é verdadeira carne.

b ´ O sangue é verdadeiro sangue.

c´ A carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio, nervo vago).

d ´ A carne e o sangue são do mesmo tipo AB e pertencem à espécie humana. Obs: é o mesmo tipo de sangue encontrado no Sudário de Turim.

e ´ Trata´se de carne e sangue de uma pessoa viva, pois que esse sangue é o mesmo que tivesse sido retirado, naquele mesmo dia de um ser vivo.

f ´ No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes minerais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio.

g ´ A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.

Disseram os cientistas aos frades: ´E o Verbo se fez Carne!´

2 ´ Orvieto ´ Bolsena ´ Itália ´ 1263

Jesus tinha pedido à Beata Juliana de Cornillon (†1258) a introdução da festa de ´Corpus Domini´ no calendário litúrgico da Igreja. O Pe. Pedro de Praga, da Boêmia, celebra Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, e então, ocorre o milagre. O Papa Urbano IV (1262´1264), residia em Orvieto e ordena ao Bispo Giacomo levar as relíquias a Orvieto. O Papa escreve a Bula ´Transiturus de mundo´ ´ 11/08/1264 ´ que prescreve que na 5ª feira após a oitava de Pentecostes, seja celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino é encarregado do Ofício. Em 1290 ´ construída a Catedral de Orvieto ´ ´Lírio das Catedrais´.

3 ´ Ferrara ´ 28/03/1171

Aconteceu na Basílica de Santa Maria in Vado. Propagava´se com perigo a heresia de Berengário de Tours, negava a Eucaristia. Pe. Pedro de Verona, com três sacerdotes celebram a Missa de Páscoa; a Hóstia se transforma em carne, sai sangue que atinge o altar, cujas marcas são visíveis ainda hoje. Documentos: Breve do Cardeal Migliatori (1404). ´ Bula de Eugênio IV(1442), encontrada em Roma em 1975. Londres ´ 1981 ´ encontrado documento de 1197 narrando o fato.

4 ´ Offida ´ Itália ´ 1273

Ricciarella Stasio ´ devota imprudente realiza práticas supersticiosas com a Eucaristia; esta se transforma em carne e sangue. Entregue ao pe. Giacomo Diattollevi ´ conservadas até hoje. Há muitos testemunhos históricos.

5 ´ Sena ´ Itália ´ 1330

Um sacerdote coloca uma Hóstia dentro do seu Breviário para levá´la a um enfermo grave. A Hóstia se liquefez em sangue e molhou as páginas do Livro. Veneradas em Cássia, na Basílica de Santa Rita de Cássia, como ´Corpus Domini´.

6 ´ Turim ´ Itália ´ 1453

A igreja e o sacrário da Catedral de Milão foram saqueados e o ostensório de prata foi roubado e colocado em uma carruagem, e levado a Turim. O cavalo parou diante da igreja de S.Silvestre, o ostensório caiu no chão, e levantou´se pairando no ar, com grande esplendor, como o Sol. O bispo Ludovico Romagnano é chamado. O ostensório cai no chão e fica a hóstia no ar. Desce em seguida dentro de um cálice seguro pelo bispo. Documentos: Atti Capitolari, de 1454 a 1456 e Construção da igreja ´Corpus Domini´

7 ´ Sena ´ Itália ´ 1730

Basília de São Francisco. São jogadas no chão 223 hóstias consagradas, por ladrões que roubaram a igreja. Achadas entre as esmolas e outros papéis. Guardadas não se estragaram. A partir de 1914 foram feitos exames químicos que comprovaram pão em perfeito estado de conservação.

8 - Milagre Eucarístico de Santarém – Portugal (1247)

Aconteceu no dia 16 de fevereiro de 1247, em Santarém, 65 km ao norte de Lisboa. O milagre se deu com uma dona de casa, Euvira, casada com Pero Moniz, a qual sofrendo com a infidelidade do marido, decidiu consultar uma bruxa judia que morava perto da igreja da Graça. Esta bruxa prometeu-lhe resolver o problema se como pagamento recebesse uma Hóstia Consagrada. Para obter a Hóstia, a mulher fingiu-se de doente e enganou o padre da igreja de S. Estevão, que lhe deu a sagrada Comunhão num dia de semana. Assim que ela recebeu a Hóstia, sem o padre notar, colocou-a nas dobras do seu véu. De imediato a Hóstia começou a sangrar. Assustada, a mulher correu para casa na Rua das Esteiras, perto da Igreja e escondeu o véu e a Hóstia numa arca de cedro onde guardava os linhos lavados. À noite o casal foi acordado com uma visão espetacular de Anjos em adoração à sagrada Hóstia sangrando. Varias investigações eclesiásticas foram feitas durante 750 anos. As realizadas em 1340 e 1612 provaram a sua autenticidade. Em 5 de abril de 1997, por decreto de D. Antonio Francisco Marques, Bispo de Santarém, a Igreja de S. Estevão, onde está a relíquia, foi elevada a Santuário Eucarístico do Santíssimo Sangue.

9 – Faverney, na França, em 1600

O Milagre Eucarístico que aconteceu em Faverney, na França consistiu numa notável demonstração sobrenatural de superação da lei da gravidade. Faverney está localizado a 20 quilômetros de Vesoul, distante 68,7 quilômetros de Besançon.Um dos noviços chamado Hudelot, notou que o Ostensório que se encontrava junto Santíssimo Sacramento sobre o Altar, elevou-se e ficou suspenso no ar e que as chamas se inclinavam e não tocavam nele. Os Frades Capuchinhos de Vesoul também apressaram-se para observar e testemunhar o fenômeno. Embora os monges com a ajuda do povo, conseguiram apagar o incêndio que queria consumir toda a Igreja, o Milagre não cessou, o Ostensório com JESUS Sacramentado continuou flutuando no espaço.

10 - Em Stich, Alemanha, 1970

Na região Bávara da Alemanha, junto à fronteira suíça, em 9 de junho de 1970, enquanto um padre visitante da Suíça estava celebrando uma Missa numa capela, uma série incomum de eventos aconteceu. Depois da Consagração, o celebrante notou que uma pequena mancha avermelhada começou a aparecer no corporal, no lugar onde o cálice tinha estado descansando. Desejando saber se o cálice tinha começado a vazar, o padre correu a mão dele debaixo do cálice, mas achou-o completamente seco. A esta altura, a mancha crescera, atingindo o tamanho de uma moeda de dez centavos. Depois de completar a Missa, o padre inspecionou todo o altar, mas não conseguiu encontrar qualquer coisa que pudesse ser remotamente a fonte da mancha avermelhada. Ele trancou o corporal que apresentava a mancha num local seguro, até que pudesse discutir o assunto com o pároco. "
Autor: Professor Felipe Aquino

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Corpos Incorruptos dos Santos


Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face




São Padre Pio




Santa Bernadette Soubirous (Vidente da Virgem de Loures)




Beata Jacinta Marto (Vidente de Fatima)


Parece que estão apenas dormindo mas já foram chamados para a Glória de Deus Pai...

A Ciência não consegue explicar o incrível milagre da incorrupção dos corpos santos. A Igreja Catolica tem mais de 2.000 corpos incorruptos!

Um corpo é considerado incorrupto quando não se deteriora depois da morte como habitualmente acontece com os demais corpos poucos dias depois da morte. Evidentemente exclui-se qualquer processo de incorrupção artificial como as mumificações, as saponificações e outros processos químicos de preservação. A preservação acontece milagrosamente sem qualquer intervenção. Alguns até cheiram a rosas...

Cientistas, médicos e cirurgiões analisaram alguns corpos incorruptos e declararam que a preservação é humanamente inexplicável, que não poderiam, em condições normais e naturais, serem encontrados em tão perfeito estado de conservação depois de tanto tempo.

Um exemplo das análises feitas por peritos e médicos:

"A beata Maria Ana de Jesus, terciária da ordem de Nossa Senhora da Redenção, nascida em Madrid e falecida na mesma cidade em 1642; teve o corpo preservado da decomposição. Pouco depois de sua morte, o Cardeal Treso, Bispo de Málaga e presidente da Castela; que a conhecera pessoalmente em vida, no processo de beatificação, declara ter estado presente na primeira exumação e afirma: "Eu ví e me assombrei ao presenciar que o corpo morto há anos, sem que tivessem sido retiradas as vísceras ou embalsamado, pudesse estar tão perfeitamente conservado que nem sequer o abdômen e nem as faces oferecessem sinal de deteriorização, com exceção de uma mancha nos lábios, embora esta já a tivesse em vida".

Em 1731, tendo já transcorridos 107 anos da morte da Serva de Deus, teve lugar uma inspecção oficial e mais completa, por ordem das autoridades eclesiásticas interessadas na causa da Beatificação. Os restos mortais se apresentavam suaves, flexíveis e elásticos ao tacto. Esta investigação teve lugar em Madrid, tendo sido fácil reunir médicos e peritos. Nove professores de medicina e cirurgia tomaram parte nas investigações e depuseram como testemunhas. Foram feitas incisões na parte carnosa e no peito; foram estudados os orifícios naturais por onde poderiam ter sido introduzidos preservativos contra a putrefacção. Foi uma verdadeira dissecação.

Após completar as investigações, os médicos declararam: " Os órgãos internos, as vísceras e os tecidos carnosos, estavam todos eles intactos, sãos, húmidos e elásticos".
http://oepnet.sites.uol.com.br/geral.htm

Apesar da constante evolução da ciência esse fenómeno continua inexplicável, porque são de ordem sobrenatural, logo milagrosa. Esse milagre é característico de catolicismo e somente dele.

Não há registos históricos de que pessoas de outras religiões ou crenças tenham sido encontradas incorruptas ou com ausência de rigidez cadavérica. O milagre acontece somente no catolicismo e com pessoas que em vida transbordavam santidade, mas nem todos os grandes santos foram encontrados incorruptos, pois os milagres não têm regra fixa.


Deus preservou essas pessoas santas da corrupção em sinal de seu amor e para, através do exemplo delas, nos motivar a buscar a santidade.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Santo Sudário



É a relíquia mais estudada pela ciência na História da Humanidade e também a que levantou mais controvérsias. Cientistas dedicam muitas horas e até anos a estudar o Sudário de Turim. Continua sem explicação pela ciência como se deu a formação da imagem do Sudário.

Descrição


O Santo Sudário é um lençol de linho, de cor amarelada, que contém a imagem de um homem com traumatismos semelhantes ao de um crucificado. Tem 4,36 metros de comprimento e 1,10 metros de largura. O tecido tem se conservado a mais de 4 séculos.

Em 1532, houve um incêndio que danificou parte do tecido, há marcas de queimaduras e também marcas de água. As clarissas remendaram partes do tecido queimado com outro tecido de formato triangular.

O Sudário apresenta uma série de nódoas vermelhas (depois de analisadas confirmaram ser de sangue) que sugerem vários traumatismos:
- ferida num dos punhos, de forma circular; o segundo punho está escondido em segundo plano;
- ferida na zona lateral, aparentemente provocada por instrumento cortante;
- conjunto de pequenas feridas em torno da testa;
- nenhuma evidência de perna fracturada e
- série de feridas lineares nas costas e pernas.

Imagem em Negativo


Em 1898, o Sudário foi fotografado pela primeira vez por Secondo Pia, um fotógrafo amador. Constatou que o negativo da fotografia se assemelhava a uma imagem positiva do homem, o que significava que a imagem do Sudário era, em si, um negativo. O Pia afirmou: "fechado em minha câmara escura e absorto em meu trabalho, senti uma emoção fortíssima, quando, durante a revelação, vi aparecer pela primeira vez, na chapa, o Sagrado Rosto, com clareza tal, que fiquei aturdido". Esta descoberta provocou uma discussão científica que continua até hoje.

Devoção

Os cristãos crêem que o Sudário de Turim é o lençol que envolveu Jesus depois da morte no calvário e que a imagem foi formada no momento da Ressurreição, apesar da Igreja nunca ter se pronunciado definitivamente sobre a autenticidade da relíquia.

O conceito Imagem Milagrosa (uma imagem que não pode ter sido feita por mãos humanas) foi atribuído ao Sudário, assim como também foi atribuído à Imagem da Virgem de Guadalupe (México).

A 1958 o Papa Piu XII aprova a devoção “A Sagrada Face de Jesus” baseada na fotografia de Pia e também no Sudário de Oviedo (véu encontrado no túmulo vazio de Jesus, teria coberto o seu rosto).

Sobre o “Homem do Sudário” o Papa Paulo VI afirmou: “é o maravilhoso documento da Sua Paixão, Morte e Ressurreição, escrito para nós com letras de sangue.”

O Papa Bento XVI descreveu o Santo Sudário como: “um extraordinário Ícone que corresponde em tudo ao que os evangelhos nos dizem sobre Jesus.”

Análises Científicas

O termo sindonologia (do grego sindon) é usado para designar o estudo do Santo Sudário de Turim.

A alguns cientistas foi dado o privilégio de analisar directamente a relíquia, ou pequenas amostras dela, já outros fizeram análises às imagens à distância.
Os estudos começaram em 1902 quando o professor francês de anatomia Yves Delage fez a primeira publicação sobre o tema, na qual declarava que a imagem deve ter sido formada com o contacto com um cadáver.

Em 1977 foi formado um grupo de cientistas americanos chamado STURP (Shroud of Turim Research Project) que teve acesso directo ao Sudário por 120 horas.

Análise do Material Químico

Em 1970 cientistas da Comissão de Turim realizaram testes microscópicos no sudário que revelaram que não há uma coloração heterogénea ou pigmento. Em 1979, Walter McCrone, depois de analisar uma amostra dada pelos cientistas do STURP chegou a conclusão que o Sudário é composto por inúmeras e microscópicas partículas de pigmento.

Teste do Carbono 14

Em 1988, a Santa Sé autorizou os primeiros testes de datação radiométrica do sudário, segundo o método do carbono-14. Foram colhidas três amostras que foram analisadas por três laboratórios diferentes: Universidade de Oxford (UK), Universidade do Arizona (EUA) e o ETH Zürich (Suíça). Todas as análises revelaram idades entre os séculos XIII e XIV, mais concretamente no intervalo 1260-1390.

Porém o teste não pode concluir que o sudário é um falso medieval, uma vez que as amostras para análise podem estar muito contaminadas por causa da exposição aos raios e luz do sol, vento, poeira, fumaça, velas, círios acesos, além de ter sido tocado por milhares de mãos em igrejas frias e húmidas, locais fechados, logo, ambientes carregados de dióxido de carbono.
Também há a hipótese das amostras analisadas serem exactamente dos fragmentos dos remendos feitos no tecido pelas Clarissas.

Análise do Material Histórico

Em 1999, Mark Guscin estudou a relação entre o Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo (acredita-se ter sido o véu que cobriu o rosto de Jesus, tem vestígios de sangue tipo AB, o mesmo do Sudário de Turim) e concluiu que os dois tecidos cobriram o mesmo rosto em dois momentos distintos, porém num intervalo de tempo muito próximo.

A ideia de que o corpo de Jesus Cristo tenha sido envolto em um manto, de acordo com o costume judaico, não estava apoiada por qualquer evidência arqueológica. No entanto, no "túmulo do Sudário", foram encontrados indivíduos cobertos no interior da câmara, confirmando a prática. A análise de traços de material orgânico presentes em todas as amostras de tecido confirma que estes cobriam todo o corpo. Vestígios de cabelos também confirmam a prática de cobrir a cabeça do morto.

Em Dezembro de 2009, arqueólogos da Universidade Hebraica reportaram no periódico PloS ONE Journal ter encontrado fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anás, sogro de Caifás no cemitério de Haceldama, o "Campo de Sangue" que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. Sua localização sugere que pertencia a uma pessoa de família nobre ou sacerdotal. Segundo Orit Shamir, especialista em tecidos antigos, o material utilizado para envolver o corpo é de boa qualidade, condizente com uma pessoa de posses, embora muito menos elaborado que o tecido do Santo Sudário de Turim.

Análise Médica e Biológica

Sangue

O Dr. McCrone defendeu a hipótese das manchas avermelhadas serem simples pigmentos usados na idade média contendo óxido de ferro, porém o Dr. Gall Adler afirma que o material vermelho é sem dúvida nenhuma sangue e não pintura. E o sangue é típico no povo judeu, grupo AB. Dr. Alan Adler interpretou a presença de óxido de ferro como um resido natural da hemoglobina e também encontrou a presença de uma série de proteínas normais da composição de sangue.

Flores

Em 1997 Avinoam Danin, botânico da Universidade Hebraica de Jerusalém, identificou no sudário flores de Jerusalém que florescem entre Março e Abril. Nas análises de vestígios de pólen no Sudário foram encontrados 58 tipos diferentes de pólen, sendo na sua maioria flores de Jerusalém, 6 do Médio Oriente, um de Constantinopla e dois da Turquia.

Análise Anatómica

Segundo as análises fisionómicas, o “Homem do Sudário” é do tipo físico judeu.
O Dr. Pierre Barbet, em 1950, afirmou que a imagem do Sudário é autêntica, anatomicamente correcta e correspondente a um crucificado.

Em 1997, o médico especialista em Anatomia Patológica Robert Bucklin analisou os terríveis traumatismos sofridos pelo “Homem do Sudário” e afirmou que o homem tinha ferimentos que levam a concluiu que carregava um objecto muito pesado, que se tratava de um homem real e que foi crucificado.

Em 2001, o Dr. Pierluigi Baima Bollone afirmou que a imagem tem indícios de que o homem foi trespassado por um objecto pontiagudo antes de morrer.

Análise da Imagem

Foram feitas análises digitais e analógicas a imagem do Sudário.

Em 1976 foi descoberto através de análises computorizadas que a imagem do Sudário além de ser um negativo, também tinha propriedades tridimensionais. Essa característica 3-D não é uma propriedade fotográfica.

Em 1977 uma equipe com mais de quarenta cientistas, onde só quatro eram católicos. Subvencionados pela NASA, analisaram o Sudário de Turim. Afirmaram que não pode ser uma falsificação: não encontraram sinal algum de pigmento, corante ou tinta.

Não se trata de impregnação por unguentos. Só por "luz", como aconteceu com a explosão atómica em Hiroshima!... E "queimou" só a parte interna do tecido...

A impressão, tridimensional (caso único dentre todos os objectos analisados pela NASA até hoje) do Sudário, deu-se por radiação de um milionésimo de segundo. Mais um milionésimo de segundo de exposição a tão forte radiação térmico-luminosa e teria sido volatilizado todo o lençol! A impressão é uniforme e dependendo da distância, maior ou menor, do corpo. Não há contacto. Não há marcas de decomposição.

Além disso encontraram moedas da época nos olhos da imagem. Os judeus tinham o hábito de enterrar os seus mortos colocando uma moeda nos olhos. Pois o Pe. Francisco Filas S.J., descobriu marcas de moedas nos olhos do “Homem do Sudário”, tal como enterravam os judeus. O peso da moeda servia para manter a pálpebra fechada.


Analisadas as marcas encontradas, verificou-se ser de moedas cunhadas por Pôncio Pilatos, nos anos 30-32.

Ultimas Descobertas


As ultimas descobertas envolvem um pedaço de escrita no próprio lençol. A organização Ciert -Centre International D'Études Sur Le Linceul de Turin (Centro Internacional de Estudos do Lençol de Turim), conduziu estudos por meio de um programa de computador extremamente avançado, algumas letras emergiram gradualmente, em latim e em grego: em baixo do queixo, nós vimos escrito "Jesus" e no outro lado "Nazarenus". Qual seria a explicação para isso? O centurião Extractor Mortis, encarregado de garantir a execução dos condenados, desenhava faixas no tecido, onde ele escrevia o nome do falecido com um líquido vermelho. Nos locais em que essas faixas foram feitas, o tecido estava impermeável e não seria sujeito ao processo químico que posteriormente formou a impressão.

Em Abril de 2009, o jornal de Londres “The Times” publicou que a Drª. Barbara Frale, uma pesquisadora oficial do Vaticano, descobriu evidências de que o Sudário já era venerado desde o Cerco de Constantinopla em 1204 pelos Templários, ou Ordem do Templo. A veneração do Sudário parece ter sido parte dos rituais de iniciação.

Em Novembro de 2009, a doutora Frale publicou que conseguiu decifrar o “certificado de morte” de Jesus de Nazaré impresso no Sudário, complementando as descobertas do Ciert. O texto está escrito em Grego, Hebreu e Latin, confirmando o sistema multilingues de uma colónia Romana:

“No ano 16 do reinado do Imperador Tiberius Jesus o Nazareno, falecido a tarde depois de ser condenado a morte por jure Romano porque ele foi considerado culpado pelas autoridade Hebraicas, está aqui sepultado com a obrigação de ser entregue a sua família apenas depois de um ano inteiro.”

A doutora afirmou que a data do texto condiz com os Evangelhos e as letras, embora não fossem detectadas a olho nu, foram detectadas pela primeira vez nas pesquisas com o Sudário em 1978. As letras estão do avesso do lençol e somente podem ser detectadas por negativo fotográfico.

Aos professores que levantam a hipótese de o Sudário ser um falso medieval a doutora explica que os cristãos da idade média nunca se refeririam a Jesus como “o Nazareno” e sim como “Cristo” seria uma heresia, tratar o Filho de Deus como sendo somente um homem.
Em 2010 três professores publicaram numa revista científica que as amostras colectadas em 1988 e analisadas pelos laboratórios para fazer a datação do carbono 14 teriam uma considerável presença de contaminação.

Também em 2010 (de 10 Abril a 23 Maio) aconteceu a mais recente exposição ao público do Santo Sudário de Turim, durante o evento o Papa celebrou uma missa. A Igreja divulgou a presença de mais de 2,1 milhões de pessoas.

A comprovação da autenticidade do Santo Sudário seria uma prova científica da Ressurreição de Jesus!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Nossa Senhora de Guadalupe



O milagre desafia a Ciência a quase 500 anos!

No dia 12 de Dezembro de 1531 um índio chamado Juan Diego desdobrou o seu poncho cheio de rosas na presença do Bispo do México (Dom Zumárraga). Rosas de Toledo brotadas no México em pleno Inverno!… Não obstante apareceu no manto rústico a imagem da Virgem morena, menina, Mãe do Céu, vestida como a Rainha dos Astecas, que o índio havia dito ao bispo ter visto. Desde então a imagem permanece sem explicação pela razão ou pela ciência.

Inexplicável Preservação

O poncho do índio, chamado ayate, foi confeccionado num tear simples, feito de cacto. Um tecido de tão má qualidade deveria ter se desintegrado em, no máximo, 20 anos. Até mesmo prata, ouro ou bronze não duram mais que um século. O facto de ter resistido sem perder a qualidade da imagem por quase 5 séculos é por si só um milagre.

Por muito tempo a imagem esteve exposta, sem qualquer protecção, a fumo de velas, humidade das igrejas, contacto com as mãos ou lábios dos fiéis, estampas, medalhas, terços, entre outros, que deveriam ter destruído o tecido.

Derramamento de Ácido

No ano de 1791, quando peritos estavam limpando o ouro que enquadrava a imagem, foi derramado água régia para corroer metais (50% de ácido nítrico e 50% de ácido clorídrico) no lado superior direito do tecido. Num intervalo de 30 dias, sem nenhum tratamento, o tecido se reconstituiu milagrosamente.

Ficou apenas um vestígio, uma leve mancha como de água, no lado esquerdo da jovem e salpiques em vários outros lugares. A análise química confirma: é ácido nítrico.

Atentado

O anarquista espanhol Luciano Perez, no dia 14 de novembro de 1921, colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia uma bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada e hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. A imagem da Virgem não sofreu nenhum dano.

Análise da Pintura

Pintores e até cientistas da NASA analisaram a imagem e não conseguiram explicar a origem das tintas empregadas.

O cientista austríaco Richard Kuhn, duas vezes Prêmio Nobel de Química em 1938 e 1945, declarou que os pigmentos corantes da imagem não pertencem nem ao reino vegetal, nem ao animal, nem ao mineral. Logo, sua origem é sobrenatural e, portanto, milagrosa.

Mauel Garibi, um perseverante examinador da pintura, resume assim a estranheza dos investigadores, principalmente quanto ao dourado que aparece nos perfis do vestido, nas quarenta e seis estrelas, nos arabescos e nos 129 raios de sol..

"O dourado é transparente e sob este se vêem os fios do poncho. E como não exista nenhum material que seja transparente, nem sequer o cobre e o ouro, elementos indispensáveis para que o homem possa executar um dourado. Esse dourado, dotado de transparência, não pode ser obra humana".


Ainda mais intrigante é o facto da coloração não está nem na frente e nem no verso, as cores flutuam a uma distância de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem tocá-lo!

A Imagem de Guadalupe Está Viva!

A imagem conserva a temperatura constante de um corpo vivo. Um dos médicos que analisou o ponche colocou seu estetoscópio embaixo do cinto que a Virgem possui e escutou batidas que em ritmos se repete a 115 pulsações por minuto, igual a um bebê no ventre materno.
Em 24 de Abril de 2007, logo depois da decisão do México de legalizar o aborto, quando fiéis fotografaram a imagem apareceu uma intensa luz do ventre da virgem no formato de um embrião.

O engenheiro Luis Girault, que examinou a imagem, confirmou a autenticidade do negativo e especificou que não foi nem modificado nem alterado. Ele revelou que a luz não provinha de nenhum reflexo, mas saia literalmente do interior da imagem da Virgem. A luz era muito branca, pura e intensa, muito diferente dos clarões fotográficos habituais, produzidos pelos flashes. Esta luz era envolvida por um halo com a forma de um embrião. Examinando ainda mais precisamente esta imagem, distingue-se no interior do halo certas zonas de sombra que são características de um embrião humano no seio materno.

Os Olhos Estão Vivos

Ao acercar luz sobre os olhos, a retina se retrai e ao retirar se dilata, como ocorre em um olho vivo.

Diversos oftalmologistas que puderam examinar a imagem, (tais como: Dr. Rafael Torrija Lavagnet, Dr. Torroella Bueno, o Dr. Guillermo Silva Rivera, o Dr. Ismael Ugalde Nieto, o Dr. Jayme Palacios, o Dr. Charles J. Wahlig e o Dr. Joseph P. Gallagher), aos poucos foram descobrindo que havia algo de extraordinário nos olhos.

O Dr. José Aste Tonsmann, especialista em engenharia de sistemas ambientais pela Universidade de Cornell (EUA) submeteu a pintura ao processo de digitalização, que consiste em dividi-la por meio de computador, em microscópicos quadradinhos, de maneira a caberem 27.778 em cada milímetro quadrado. Cada um deles foi depois ampliado 2.000 vezes, dando então a possibilidade de serem vistos pormenores imperceptíveis a olho nu.

Analisando essas imagens obtidas percebeu-se que nos olhos da virgem está toda a cena do dia em que foi aberto o manto, revela o bispo, Juan Diego, duas famílias e ainda outra pessoas.






Os cientistas também descobrem estarrecidos que há circulação arterial nas pálpebras da imagem!

Chegaram a conclusão que não existe técnica no mundo de pintura que conseguisse pintar olhos com tamanha perfeição anatómica e microscópica. Portanto os olhos da Virgem de Guadalupe tem características dos olhos de uma pessoa viva.

A Estrelas no Manto da Virgem

De acordo com o Dr. Juan Homero Hernández Illescaz se comprova, com exactidão, que as estrelas visíveis no Manto reflectem a exacta configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre, dia 12 de dezembro de 1531.




A Imagem e o Apocalipse

A imagem de Guadalupe é a própria visão do que está escrito em Apocalipse 12,1.2:

"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida..."

Sinal de Conversão

Junto ao ventre da virgem está uma flor (náhuatl), A "Nahui Ollín", de quatro pétalas, que para as antigas culturas mesoamericanas representava a presença de Deus, o centro do espaço e do tempo. Com a "Nahui Ollín" em seu ventre, a Virgem de Guadalupe confirma aos indígenas que é a mãe do Deus verdadeiro, Jesus Cristo. É precisamente a parte mais importante do ayate de Juan Diego.

A Virgem de Guadalupe é portadora de uma mensagem Cristocêntrica que os indígenas puderam compreender imediatamente, por isso se constitui na primeira e mais importante evangelizadora da América, levando à conversão 8 milhões de astecas.


A que Esmaga a Serpente

É muito simbólico o significado do nome Guadalupe. Helen Behrens, uma das maiores especialistas no assunto, analisando textos originais dos índios, que datam da época das aparições, concluiu que a Mãe de Deus se apresentou com as palavras indígenas"‘te coatlaxopeuh’ (pronuncia: “te Quatlasupe”), que significa "Aquela que esmaga a serpente de pedra".

A propósito disso, cabe lembrar a passagem da Sagrada Escritura em que Deus, dirigindo-se à serpente, diz: "Ela (a mulher) te esmagará a cabeça" (Gen. 3, 15).
Maria é a nova “mulher”. Não é por acaso que Jesus chama sua mãe de “mulher”, numa clara alusão a “mulher” do Génesis.

O povo Asteca era politeísta, entre os seus deuses estava a serpente, era uma religião na qual ofereciam sacrifício humano, jovens rapazes e virgens foram sacrificados e seus corações oferecidos aos deuses.

Assim, nos primórdios da história do Novo Mundo cumpriu-se literalmente a profecia divina: Nossa Senhora de Guadalupe esmaga a serpente de pedra, o horrível ídolo diabólico sedento de sangue humano!

A Imagem, com todas as suas maravilhosas características, assim como a conservação do tecido, se constitui um incontestável Milagre. Sem explicação pela Ciência!

Como aconteceu:







Para aprofundar:
http://oepnet.sites.uol.com.br/resposta_criticasguadalupe.htm
http://oepnet.sites.uol.com.br/nossasenhora.htm
http://www.clap.org.br/artigos/guadalupe/g_quemens.asp
http://www.fimdostempos.net/guadalupe_aborto.html