Credo in Unam, Sanctam, Cathólicam et Apostólicam Ecclésiam

"Na presença dos Anjos ei de cantar-Vos e adorar-Vos no vosso santuário."
(Salmo 137, 1)
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O "Fim dos Tempos": Nossa Senhora explica os sinais e como se estão a realizar nos nossos dias


Mensagens de Nossa Senhora
aos Sacerdotes, Seus filhos predilectos,
através do Pe. Stefano Gobbi
(1973-1997)

Rubbio (Itália), 31 de Dezembro de 1992,
Última noite do ano.


«Deixai-vos educar docilmente por Mim, filhos predilectos.
Nesta última noite do ano, recolhei-vos em oração e na escuta da palavra da vossa Mãe Celeste, Profetisa destes últimos tempos.
Não passeis estas horas no barulho e na dissipação, mas no silêncio, no recolhimento, na contemplação.
Já vos anunciei várias vezes que se aproxima o fim dos tempos e a vinda de Jesus na glória. Quero agora ajudar-vos a compreender os sinais descritos na Sagrada Escritura, que indicam já estar próximo o seu glorioso retorno.
Estes sinais são claramente indicados nos Evangelhos, nas Cartas de S. Pedro e de S. Paulo e estão a realizar-se nestes anos.

O primeiro sinal é a difusão dos erros, que levam à perda da fé e à apostasía.
Estes erros são difundidos por falsos mestres, por célebres teólogos que já não ensinam a verdade do Evangelho, mas sim perniciosas heresias, baseadas em raciocínios humanos e errados.
É por causa do ensino dos erros que se perde a verdadeira fé e se difunde por toda a parte a grande apostasía.
“Tomai cuidado para que ninguém vos engane. Porque virão muitos e hão-de enganar muita gente. Surgirão falsos profetas que hão-de enganar a muitos” (cf. Mt 24,4-5.11).
“O Dia do Senhor não virá sem que primeiro venha a grande apostasía” (cf. 2Tes 2,3).
“Surgirão entre vós falsos mestres. Estes tentarão difundir heresias perniciosas e voltar-se até contra o Senhor que os salvou. Muitos os ouvirão e levarão, como eles, uma vida imoral e, por sua culpa, a fé cristã será desprezada. Movidos pela cobiça, hão-de enganar-vos com raciocínios erróneos” (cf. 2Pe 2,1-3).

O segundo sinal é o rebentar de guerras e de lutas fratricidas, que levam ao predomínio da violência e do ódio e a um resfriamento geral da caridade, ao mesmo tempo que se hão-se tornar cada vez mais frequentes as catástrofes naturais, como epidemias, fomes, inundações e terramotos.
“Quando ouvirdes falar de guerras e de rumores de guerras, não vos assusteis: é necessário que isto aconteça. Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino, e haverá fomes e terramotos em diversas regiões. Tudo isto será apenas o início de sofrimentos maiores. O mal estará tão difundido que o amor se resfriará em muitos. Mas Deus salvará aquele que perseverar até ao fim” (cf. Mt 24,6-13).

O terceiro sinal é a sangrenta perseguição daqueles que se mantêm fiéis a Jesus e ao seu Evangelho e permanecem firmes na verdadeira fé. Entretanto o Evangelho será pregado por toda a parte do mundo.
Pensai, filhos predilectos, nas grandes perseguições que sofre a Igreja e no zelo apostólico dos últimos Papas, sobretudo o meu Papa João Paulo II, em levar a todas as nações da terra o anúncio do Evangelho.
“Sereis presos, perseguidos e mortos. Sereis odiados por minha causa. Então, muitos abandonarão a fé, odiar-se-ão e atraiçoar-se-ão uns aos outros. Entretanto a mensagem do Reino de Deus será proclamada em todo o mundo; todos os povos deverão ouvi-la. E então virá o fim [da idade]” (cf. Mt 24,9-10.14).

O quarto sinal é o horrível sacrilégio cometido por aquele que se opõe a Cristo, isto é, pelo anticristo. Entrará no Templo santo de Deus e sentar-se-á, no seu trono, fazendo-se adorar ele mesmo como Deus.
“Levantar-se-á contra tudo aquilo que os homens adoram e que leva o nome de Deus. O homem iníquo virá com o poder de Satanás, com toda a força de falsos milagres e falsos prodígios. Usará de toda a espécie de engano maligno para fazer o mal” (cf. 2Tes 2,4-9).
“Vereis um dia no lugar santo aquele que comete o horrível sacrilégio de que falou o profeta Daniel. Quem lê procure compreender” (cf. Mt 24,15).
Filhos predilectos, para compreenderdes em que consiste este horrível sacrilégio, lede o que é predito pelo profeta Daniel:
“Vai, Daniel, estas palavras estão escondidas e seladas até ao tempo do fim. Muitos serão purificados, tornar-se-ão cândidos e íntegros, mas os ímpios continuarão a agir impiamente. Nenhum dos ímpios entenderá estas coisas, mas os sábios compreendê-lo-ão. Ora, desde o tempo em que for abolido o sacrifício quotidiano e se instalar a abominação da desolação, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado aquele que esperar com paciência e chegar aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (cf. Dn 12,9-12).
A Santa Missa é o sacrifício quotidiano, a oblação pura que é oferecida ao Senhor em toda a parte, desde o nascer ao pôr-do-sol.
O Sacrifício da Missa renova o Sacrifício consumado por Jesus no Calvário. Acolhendo a doutrina protestante, dir-se-á que a Missa não é um Sacrifício, mas apenas a Santa Ceia, isto é, a recordação daquilo que Jesus fez na sua Última Ceia. E assim será suprimida a celebração da Santa Missa. É nesta abolição do Sacrifício quotidiano que consiste o horrível sacrilégio realizado pelo anticristo, cuja duração será de cerca de três anos e meio, isto é, de mil duzentos e noventa dias.

O quinto sinal é constituído por fenómenos extraordinários que aparecem no firmamento do céu.
“O sol escurecer-se-á, e a lua perderá a sua luz, as estrelas cairão do céu e as potências do céu serão abaladas” (cf. Mt 24,29).
O milagre do céu ocorrido em Fátima, durante a minha última aparição, pretende indicar-vos que já entrastes nos tempos em que se hão-de cumprir estes acontecimentos que vos preparam para o retorno de Jesus na glória.
“Então ver-se-á no céu o sinal do Filho do Homem. Todos os povos da terra chorarão e os homens verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu com grande poder e glória” (cf. Mt 24,30).

Meus predilectos e filhos consagrados ao meu Coração Imaculado, quis esclarecer-vos sobre estes sinais que Jesus vos indicou no Evangelho, para vos preparar para o fim dos tempos, porque eles estão a realizar-se nos vossos dias.
O ano que se encerra e aquele que se abre fazem parte do tempo da grande tribulação durante a qual se difunde a apostasía, se multiplicam as guerras, sucedem em muitos lugares catástrofes naturais, se intensificam as perseguições, o anúncio do Evangelho é levado a todos os povos, fenómenos extraordinários acontecem no céu e se aproxima cada vez mais o momento da plena manifestação do Anticristo.
Convido-os então  a  permanecerdes fortes na fé, firmes na esperança e ardentes na caridade.
Deixai-vos levar por Mim e recolhei-vos todos no refúgio seguro do meu Coração Imaculado, que Eu vos prepararei precisamente para estes últimos tempos.
Lede comigo os sinais do vosso tempo e vivei na paz do coração e na confiança. Eu estou sempre convosco, para vos dizer que a realização destes sinais vos indica com certeza que está próximo o fim dos tempos, com o retorno de Jesus na glória.
“Aprendei esta parábola tirada da figueira: quando os seus ramos estão tenros e despontam as primeiras folhas, compreendeis que está próximo o Verão. Do mesmo modo, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que a vossa libertação está próxima” (cf. Mt 24, 32-33).


Comentário do P. Duarte Sousa Lara a esta
mensagem de Nossa Senhora aos Sacerdotes, seus filhos predilectos:





quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Mãe Imaculada

A imagem da foto é Nossa Senhora da Sabedoria. Sedes Sapientiae (Sede da Sabedoria), como se lê na ladainha de Nossa Senhora. Sim, Ela é a Sede da Sabedoria, porque abrigou em seu ventre a Sabedoria Encarnada, que é Jesus Cristo, Nosso Senhor. Pura, Imaculada, Intrépida e Rainha do Céu e da Terra. Quantas coisas se poderia falar de Nossa Senhora? Ainda não se falou tudo quanto se deveria falar Dessa Obra Prima da criação: Maria. Deus a escolheu.  

Conta-se que o Papa Pio IX chorou ao ler esse soneto, que contém um profundíssimo argumento de razão em favor da Imaculada.

Em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pe. Bassiti e Pe. Pignataro, estavam exorcizando um menino possesso, de 12 anos de idade, analfabeto. Para humilhar o demônio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para surpresa dos sacerdotes, pela boca do menino possesso o demônio compôs o seguinte soneto:

Sou verdadeira mãe de um Deus que é filho,
E sou sua filha, ainda ao ser mãe;
Ele de eterno existe e é meu filho,
E eu nasci no tempo e sou sua mãe,

Ele é meu Criador e é meu filho,
E eu sou sua criatura e sua mãe;
Foi divinal prodígio ser meu filho
Um Deus eterno e ter a mim por mãe,

O ser da mãe é quase o ser do filho,
Visto que o filho deu o ser à mãe
E foi a Mãe que deu o ser ao filho;
Se, pois, do filho teve o ser a mãe,

Ou há de se dizer manchado o filho,
Ou se dirá Imaculada a mãe.

Recebido por e-mail, desconheço o autor do relato.




Como é possível uma virgem conceber?




Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel” (Is 7,14)

Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que ela concebeu por virtude do Espírito Santo.
José, seu esposo, que era homem de bem, não querendo difamá-la, resolveu rejeitá-la secretamente.
Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo.
Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados.
Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta:
Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel (Is 7, 14), que significa: Deus connosco.
Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa.
E, sem que ele a tivesse conhecido, ela deu à luz o seu filho, que recebeu o nome de Jesus.” (Mt 1, 18-25)

No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,
a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria.
Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.
O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.
Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus.
Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó,
e o seu reino não terá fim.
Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?
Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.
Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril,
porque a Deus nenhuma coisa é impossível.
Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.” (Luc 1, 26-38)

Maria, sempre virgem, antes, durante e depois do nascimento do Menino Jesus

Maria deu a luz o seu Filho sem qualquer violação da sua integridade virginal, assim como o sol atravessa uma janela de vidro sem quebrá-la. Após o nascimento de Jesus, Maria permaneceu Virgem. O facto de Maria não ter tido mais filhos (os versículos que falam nos irmãos de Jesus se referem aos seus primos) indica que ela nunca se uniu a José, seu marido.
"O Senhor disse-me: Este pórtico ficará fechado. Ninguém o abrirá, ninguém aí passará, porque o Senhor, Deus de Israel, aí passou; ele permanecerá fechado."
(Ez 44,2)

E no Novo Testamento é confirmado o que os profetas predisseram: Maria concebe virginalmente pela ação do Espírito Santo. (Lc 1,27-31).

Por onde Jesus passou, ninguém passa.

Fonte:
http://omeninodeus.blogspot.pt/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

OREMOS EM DEFESA DA VIDA!!


"é urgente uma grande oração pela vidaque atravesse o mundo inteiro. Com iniciativas extraordinárias e na oração habitual, de cada comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família e do coração de cada crente eleve-se uma súplica veemente a Deus, Criador e amante da vida. " São João Paulo II (Evangelium Vitae), n. 100.

Fonte da Imagem; http://osst-abbey.org/respect_life

sexta-feira, 16 de março de 2012

Consolemos a nossa Mãe!



“Ó vós que passais, junto a mim pelo caminho
Olhai e vede, se há dor igual à minha.
Fundem-se em lágrimas, os meus olhos
Sem que ninguém me console.
Olhai e vede, Se há dor igual à minha dor.

Ó vós que passais, junto a mim pelo caminho
Olhai e vede, se há angústia igual à minha.
Os meus soluços são ouvidos
Sem que ninguém me console.
Olhai e vede, Se há angústia igual à minha.”

(Do Nazareno — frei Hermano da Câmara)

É a voz de Maria Santíssima que nos diz em sua dor: “Sem que ninguem me console” e até hoje ela repete essas palavras. Porque não há quem a console, não há mais quem ofereça orações e sacrifícios em reparação dos pecados, ou pelos pecadores, ou ainda para consolar e reparar o Seu Coração Imaculado. Contemplemos a dor de nossa Mãe Puríssima. Uma terrível dor de mãe, a dor de perder o seu filho único, mas não somente, ela também chora a dor de perder os seus filhos adotivos, os homens. Ouçamos o lamento, que deveria nos comover, de Nossa Senhora de Fátima:

"Muitas almas vão para o Inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.

“Sem que niguem me console”... Consolemos a nossa Mãe! Façamos o que ela nos pede! Não nos esqueçamos do que ela nos pediu: oração e sacrifício! Ofereçamos actos de reparação também pelo Sacratíssmo Coração de Jesus:

“O Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo,
horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos.” Frase que disse o anjo de Portugal aos pastorinhos.

Reparemos os nossos pecados, consolemos o nosso Deus e a nossa Mãe!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Imitando as Virtudes de Maria


Profunda humildade:

Maria sabia reconhecer-se como humilde serva, sentia-se nada diante do Senhor, sem vaidade nenhuma oferecia ao Senhor os louvores que recebia e não havia nada em seu coração que centrasse nela própria.

Ela era simples, todos seus actos eram feitos no silêncio e no escondimento. A humildade de Maria é a principal virtude que esmaga a cabeça do demónio. Nossa Senhora nunca se esqueceu que tudo nela era dom de Deus. Ela se alegrava em servir ao próximo e se colocava sempre em último lugar.

Imitando essa virtude:
Devemos buscar a humildade, pensando sempre que se temos qualidades e potenciais tudo devemos a Deus, tudo isso é dom de Deus. Compreendamos que o homem sem Deus não é nada e nada possui. Nunca se deixar levar pelo orgulho, pela vaidade e soberba. Ser modestos, comedidos, sem vaidade, sempre dispostos a servir aos outros, ter simplicidade na maneira de se apresentar e quando receber um elogio dar os créditos a Deus.

A humildade se opõe a soberba.

“Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva…” (Luc. 1,48)

“Derrubou os poderosos de seus tronos
E exaltou os humildes.” (Luc. 1,52)

Paciência Heróica:

Nossa Senhora passou por muitos momento estressantes de provação, de incomodo e de dor, durante toda sua vida, mas suportou tudo com paciência. Sua tolerância era admirável! Nunca se revoltou contra os acontecimentos, nem mesmo quando viu o próprio filho na Cruz! Sabia que tudo era vontade de Deus e meditava tudo isso em seu coração.

Maria, nossa mãe, teve sempre paciência, sabendo aguardar em paz aquilo, que ainda não se tenha obtido, acreditando que iria conseguir, pela espera em Deus.

Imitando essa virtude:
Ter paciência é não perder a calma, manter a serenidade e o controlo emocional. Além disso é saber suportar, como Maria, os desabores e contrariedades do dia a dia, saber suportar com paciências nossas próprias cruzes.

Devemos saber ouvir as pessoas com calma e atenção, sem pressa, exercitando assim a virtude da caridade. Fazer um esforço para nos calarmos frente aquelas situações mais irritantes e estressantes.

Quando houver um momento de impaciência pode-se rezar uma oração, como por exemplo, um Pai-nosso, buscando se acalmar para depois tentar resolver o conflito.

Devemos nos propor, firmemente não nos queixarmos da saúde, do calor ou do frio, do abafamento no autocarro lotado, do tempo que levamos sem comer nada...

Temos que renunciar, frases típicas, que são ditas pelos impacientes: “Você sempre faz isso!”, “De novo, mulher, já é a terceira vez que você...!”, “Outra vez!”, “Já estou cansado”, “Estou farto disso!”.

Fugir da ira, se calando ou rezando nesses momentos.

A paciência se opõe a Ira!

“Não só isso, mas nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança.”(Rom. 5,3-4)

“Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, esta­rá sujeito ao inferno de fogo.”(Mat 5,22)

Contínua Oração:

Nossa Senhora era silenciosa, estava sempre num espírito perfeito de oração. Tinha a vida mergulhada em Deus, tudo fazia em Sua presença. Mulher de oração e contemplação, sempre centrada em Deus. Buscava a solidão e o retiro pois é na solidão que Deus fala aos corações. "Eu a levarei à solidão e falarei a seu coração (Os 2, 14)"

Em sua vida a oração era contínua e perseverante, meditando a Palavra de Deus em seu coração, louvando a Deus no Magnificat, pedindo em Caná, oferecendo as dores tremendas que sentiu na crucificação de Jesus, etc.

Imitando essa virtude:
Buscar uma vida interior na presença de Deus, um “espírito” contínuo de oração. Não se limitar somente as orações ao levar, ao se deitar e nas refeições, estender a oração para a vida, no trabalho, nos caminhos, em fim, em todas as situações, buscando a vontade de Deus em sua vidas.

"Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai". (Cl 3,17).
e
"Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a acção de graças.
E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus."(Fil 6,6-7)

Obediência Perfeita:

Maria disse seu “sim” a Deus e ao projecto da salvação, livremente, por obediência a vontade suprema de Deus. Um “sim” amoroso, numa obediência perfeita, sem negar nada, sem reservas, sem impor condições.

Durante toda a vida Nossa Mãezinha foi sempre fiel ao amor de Deus e em tudo o obedeceu. Ela também respeitava e obedecia as autoridades, pois sabia que toda a autoridade vem de Deus.

Imitando essa virtude:
O Catecismo da Igreja Católica indica que a obediência é a livre submissão à palavra escutada, cuja verdade está garantida por Deus, que é a Verdade em si mesma.

Esforcemo-nos para obedecer a requisitos ou a proibições. A subordinação da vontade a uma autoridade, o acatamento de uma instrução, o cumprimento de um pedido ou a abstenção de algo que é proibido, nos faz crescer. Rezar pelos superiores.

Obedecer sempre a Deus em primeiro lugar e depois aos superiores.

Obedecer a Deus é obedecer seus Mandamentos, ser dócil a Sua vontade. Também é ouvir a palavra e a colocar em prática.

“Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.”
(Luc 1, 38)

Mãe do Supremo Amor:

Nossa Mãe cheia de graça ama toda a humanidade com a totalidade do seu coração. Cheia de amor, puro e incondicional de mãe, nos ama com todo o seu coração imaculado, com toda energia de sua alma. Nada recusa, nada reclama, em tudo é a humilde serva do Pai.

Viveu o amor a Deus, cumprindo perfeitamente o primeiro mandamento. Fez sempre a Vontade Divina e por amor a Deus aceitou também amar incondicionalmente os filhos que recebeu na cruz.

Era cheia da virtude da caridade, amou sempre seu próximo, como quando visitou Isabel, sua prima, para a ajudar, ou nas bodas de Caná, preocupada porque não tinham mais vinho.

Imitando essa virtude:
Todos os homens são chamados a crescer no amor até à perfeição e inteira doação de si mesmo, conforme o plano de Deus para sua vida.

Devemos buscar o verdadeiro amor em Deus, o amor ágape, que nos une a todos como irmãos. Praticar o amor ao próximo, a bondade, benevolência e compaixão.

O amor é doação, assim como Maria doou sua vida e como Jesus se doou no cruz para nos salvar, também devemos nos doar ao próximo, por essa razão o amor é a essência do cristianismo e a marca de todo católico.

"Por ora subsistem a fé, a esperança e o amor – estes três. Porém, o maior deles é o amor."
(I Cor. 13,13)

Mortificação Universal:

Maria, mulher forte que assume a dor e o sofrimento unida a Jesus e ao seu plano de salvação. Sabe sofrer por amor, sabe amar sofrendo e oferecendo dores e sacrifícios. Sabe unir-se ao plano redentor, oferecendo a Vítima e oferecendo-se com Ela.

Maria empreendeu, e abraçou uma vida cheia de enormes sofrimentos, e os suportou, não só com paciência, mas com alegria sobrenatural. Nada de revolta, nada de queixas, nada de repreensões ou mau humor. Pelo contrário, dedicou-se à meditação para buscar entender o motivo que leva um Deus perfeito a permitir aqueles acontecimentos. Pela meditação, pela submissão, pela humildade, Ela encontrou a verdade.

Imitando essa virtude:
Muitas vezes Deus nos envia provações que não compreendemos, portanto devemos seguir o exemplo de Nossa Senhora e meditar os motivos que levam um Deus perfeito a permitir essas provações, aceitá-las e saber oferecer todas as nossas dores a Jesus em expiação dos nossos pecados, pelos pecados de todos e pelas almas, unindo nossos sofrimentos aos sofrimentos de Jesus na Cruz.

Não devemos oferecer somente os grandes sofrimentos, devemos oferecer também o jejum, fugir do excesso de conforto e prazeres e, na medida do possível, oferecer alguns sacrifícios a Deus, seja no comer (renunciar de algum alimento que se tenha preferência ou simplesmente esperar alguns instantes para beber água quando se tem sede), nas diversões (televisão principalmente), nos desconfortos que a vida oferece (calor, trabalho, etc.), sabendo suportar os outros, tendo paciência em tudo.

É indispensável sorrir quando se está cansado, terminar uma tarefa no horário previsto, ter presente na cabeça problemas ou necessidades daquelas pessoas que nos são caras e não só os próprios.

Oferecer os sofrimentos, desconfortos da vida, jejuns e sacrifícios a Deus pela salvação das almas.
“Ó vós todos, que passais pelo caminho: olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta.” (Lamentações 1,12)

Doçura Angélica:

Nossa Senhora, é a Augusta Rainha dos Anjos, portanto senhora de uma doçura angélica inigualável. Ela é a cheia de graça, pura e imaculada. Ela pode clamar as Legiões Celestes, que estão às ordens, para perseguirem e combaterem os demónios por toda a parte, precipitando-os no abismo. A Mãe de Deus é para todos os homens a doçura. Com Ela e por Ela, não temos temor.

Imitando essa virtude:
A doçura é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera. A doçura é antes de tudo uma paz, a manifestação da paz que vem do Senhor. É o contrário da guerra, da crueldade, da brutalidade, da agressividade, da violência… Mesmo havendo angústia e sofrimento, pode haver doçura.

“Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência.” (Col. 3,12)

Fé Viva:

Feliz porque acreditou, aderiu com seu “sim” incondicional aos planos de Deus, sem ver, sem entender, sem perceber. Nossa Senhora gerou para o mundo a salvação porque acreditou nas palavras do anjo, sua fé salvou Adão e toda a sua descendéncia. Por causa desta fé, proclamou-a Isabel bem-aventurada: “E bem-aventurada tu, que creste, porque se cumprirão as coisas que da parte do Senhor te foram ditas” (Lc 1,45).

A inabalável fé de Nossa Senhora sofreu imensas provas:
- A prova do invisível: Viu Jesus no estábulo de Belém e acreditou que era o Filho de Deus;
- A prova do incompreensível: Viu-O nascer no tempo e acreditou que Ele é eterno;
- A prova das aparências contrárias: Viu-O finalmente maltratado e crucificado e creu que Ele realmente tinha todo poder.

Senhora da fé, viveu intensamente sua adesão aos planos de Deus com humildade e obediência.

Imitando essa virtude:
A fé é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, uma virtude, devemos pedir a Jesus como fizeram os apóstolos para aumentar a nossa fé. Porém ter fé não é o bastante, é preciso ser coerente e viver de acordo com o que se crê. “Porque assim como sem o espírito o corpo está morto, morta é a fé, sem as obras” Tg (2,26).

Ter fé é acreditar que se recebe uma graça muito antes de a possuir e é, acima de tudo, ter uma confiança inabalável em Deus!

“Disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá.” (Luc 17,6)

Pureza Divina:

Senhora da castidade, sempre virgem, mãe puríssima, sem apego algum as coisas do mundo, Deus era o primeiro em seu coração, sempre teve o corpo, a alma, os sentidos, o coração, centrados no Senhor.

O esplendor da Virgindade da Mãe de Deus, fez dela a criatura mais radiosa que se possa imaginar. O dogma de fé na Virgindade Perpétua na alma e no corpo de Maria Santíssima, envolve a concepção Virginal de Jesus por obra do Espírito Santo, assim como sua maternidade virginal.

Para resgatar o mundo, Cristo tomou o corpo isento do pecado original, portanto imaculado, de Maria de Nazaré.

Imitando essa virtude:
Esta preciosa virtude leva o homem até o céu, pela semelhança que ela dá com os anjos, e com o próprio Jesus Cristo.

Nossa Senhora disse, na aparição de Fátima, que os pecados que mais mandam almas para o inferno, são os pecados contra a pureza. Não que estes sejam os mais graves, e sim os mais frequentes.

Praticar a virtude da castidade, buscando a pureza nos pensamentos, palavras e acções!

Os olhos são os espelhos da alma. Quem usa seus olhos para explorar o corpo do outro com malícia perde a pureza. Portanto, coloque seus olhos em contemplação, por exemplo na Adoração, e receba a luz que santifica.

Quem luta pela castidade deve buscá-la por três meios: o jejum, a fugida das ocasiões de pecado e a oração.

“Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados de pureza e de verdade” (I Cor.5,8).

Fonte: http://mariaportadoceu.blogspot.com/2009/10/as-virtudes-de-nossa-senhora.html

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Nossa Senhora de Guadalupe



O milagre desafia a Ciência a quase 500 anos!

No dia 12 de Dezembro de 1531 um índio chamado Juan Diego desdobrou o seu poncho cheio de rosas na presença do Bispo do México (Dom Zumárraga). Rosas de Toledo brotadas no México em pleno Inverno!… Não obstante apareceu no manto rústico a imagem da Virgem morena, menina, Mãe do Céu, vestida como a Rainha dos Astecas, que o índio havia dito ao bispo ter visto. Desde então a imagem permanece sem explicação pela razão ou pela ciência.

Inexplicável Preservação

O poncho do índio, chamado ayate, foi confeccionado num tear simples, feito de cacto. Um tecido de tão má qualidade deveria ter se desintegrado em, no máximo, 20 anos. Até mesmo prata, ouro ou bronze não duram mais que um século. O facto de ter resistido sem perder a qualidade da imagem por quase 5 séculos é por si só um milagre.

Por muito tempo a imagem esteve exposta, sem qualquer protecção, a fumo de velas, humidade das igrejas, contacto com as mãos ou lábios dos fiéis, estampas, medalhas, terços, entre outros, que deveriam ter destruído o tecido.

Derramamento de Ácido

No ano de 1791, quando peritos estavam limpando o ouro que enquadrava a imagem, foi derramado água régia para corroer metais (50% de ácido nítrico e 50% de ácido clorídrico) no lado superior direito do tecido. Num intervalo de 30 dias, sem nenhum tratamento, o tecido se reconstituiu milagrosamente.

Ficou apenas um vestígio, uma leve mancha como de água, no lado esquerdo da jovem e salpiques em vários outros lugares. A análise química confirma: é ácido nítrico.

Atentado

O anarquista espanhol Luciano Perez, no dia 14 de novembro de 1921, colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia uma bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada e hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. A imagem da Virgem não sofreu nenhum dano.

Análise da Pintura

Pintores e até cientistas da NASA analisaram a imagem e não conseguiram explicar a origem das tintas empregadas.

O cientista austríaco Richard Kuhn, duas vezes Prêmio Nobel de Química em 1938 e 1945, declarou que os pigmentos corantes da imagem não pertencem nem ao reino vegetal, nem ao animal, nem ao mineral. Logo, sua origem é sobrenatural e, portanto, milagrosa.

Mauel Garibi, um perseverante examinador da pintura, resume assim a estranheza dos investigadores, principalmente quanto ao dourado que aparece nos perfis do vestido, nas quarenta e seis estrelas, nos arabescos e nos 129 raios de sol..

"O dourado é transparente e sob este se vêem os fios do poncho. E como não exista nenhum material que seja transparente, nem sequer o cobre e o ouro, elementos indispensáveis para que o homem possa executar um dourado. Esse dourado, dotado de transparência, não pode ser obra humana".


Ainda mais intrigante é o facto da coloração não está nem na frente e nem no verso, as cores flutuam a uma distância de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem tocá-lo!

A Imagem de Guadalupe Está Viva!

A imagem conserva a temperatura constante de um corpo vivo. Um dos médicos que analisou o ponche colocou seu estetoscópio embaixo do cinto que a Virgem possui e escutou batidas que em ritmos se repete a 115 pulsações por minuto, igual a um bebê no ventre materno.
Em 24 de Abril de 2007, logo depois da decisão do México de legalizar o aborto, quando fiéis fotografaram a imagem apareceu uma intensa luz do ventre da virgem no formato de um embrião.

O engenheiro Luis Girault, que examinou a imagem, confirmou a autenticidade do negativo e especificou que não foi nem modificado nem alterado. Ele revelou que a luz não provinha de nenhum reflexo, mas saia literalmente do interior da imagem da Virgem. A luz era muito branca, pura e intensa, muito diferente dos clarões fotográficos habituais, produzidos pelos flashes. Esta luz era envolvida por um halo com a forma de um embrião. Examinando ainda mais precisamente esta imagem, distingue-se no interior do halo certas zonas de sombra que são características de um embrião humano no seio materno.

Os Olhos Estão Vivos

Ao acercar luz sobre os olhos, a retina se retrai e ao retirar se dilata, como ocorre em um olho vivo.

Diversos oftalmologistas que puderam examinar a imagem, (tais como: Dr. Rafael Torrija Lavagnet, Dr. Torroella Bueno, o Dr. Guillermo Silva Rivera, o Dr. Ismael Ugalde Nieto, o Dr. Jayme Palacios, o Dr. Charles J. Wahlig e o Dr. Joseph P. Gallagher), aos poucos foram descobrindo que havia algo de extraordinário nos olhos.

O Dr. José Aste Tonsmann, especialista em engenharia de sistemas ambientais pela Universidade de Cornell (EUA) submeteu a pintura ao processo de digitalização, que consiste em dividi-la por meio de computador, em microscópicos quadradinhos, de maneira a caberem 27.778 em cada milímetro quadrado. Cada um deles foi depois ampliado 2.000 vezes, dando então a possibilidade de serem vistos pormenores imperceptíveis a olho nu.

Analisando essas imagens obtidas percebeu-se que nos olhos da virgem está toda a cena do dia em que foi aberto o manto, revela o bispo, Juan Diego, duas famílias e ainda outra pessoas.






Os cientistas também descobrem estarrecidos que há circulação arterial nas pálpebras da imagem!

Chegaram a conclusão que não existe técnica no mundo de pintura que conseguisse pintar olhos com tamanha perfeição anatómica e microscópica. Portanto os olhos da Virgem de Guadalupe tem características dos olhos de uma pessoa viva.

A Estrelas no Manto da Virgem

De acordo com o Dr. Juan Homero Hernández Illescaz se comprova, com exactidão, que as estrelas visíveis no Manto reflectem a exacta configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre, dia 12 de dezembro de 1531.




A Imagem e o Apocalipse

A imagem de Guadalupe é a própria visão do que está escrito em Apocalipse 12,1.2:

"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida..."

Sinal de Conversão

Junto ao ventre da virgem está uma flor (náhuatl), A "Nahui Ollín", de quatro pétalas, que para as antigas culturas mesoamericanas representava a presença de Deus, o centro do espaço e do tempo. Com a "Nahui Ollín" em seu ventre, a Virgem de Guadalupe confirma aos indígenas que é a mãe do Deus verdadeiro, Jesus Cristo. É precisamente a parte mais importante do ayate de Juan Diego.

A Virgem de Guadalupe é portadora de uma mensagem Cristocêntrica que os indígenas puderam compreender imediatamente, por isso se constitui na primeira e mais importante evangelizadora da América, levando à conversão 8 milhões de astecas.


A que Esmaga a Serpente

É muito simbólico o significado do nome Guadalupe. Helen Behrens, uma das maiores especialistas no assunto, analisando textos originais dos índios, que datam da época das aparições, concluiu que a Mãe de Deus se apresentou com as palavras indígenas"‘te coatlaxopeuh’ (pronuncia: “te Quatlasupe”), que significa "Aquela que esmaga a serpente de pedra".

A propósito disso, cabe lembrar a passagem da Sagrada Escritura em que Deus, dirigindo-se à serpente, diz: "Ela (a mulher) te esmagará a cabeça" (Gen. 3, 15).
Maria é a nova “mulher”. Não é por acaso que Jesus chama sua mãe de “mulher”, numa clara alusão a “mulher” do Génesis.

O povo Asteca era politeísta, entre os seus deuses estava a serpente, era uma religião na qual ofereciam sacrifício humano, jovens rapazes e virgens foram sacrificados e seus corações oferecidos aos deuses.

Assim, nos primórdios da história do Novo Mundo cumpriu-se literalmente a profecia divina: Nossa Senhora de Guadalupe esmaga a serpente de pedra, o horrível ídolo diabólico sedento de sangue humano!

A Imagem, com todas as suas maravilhosas características, assim como a conservação do tecido, se constitui um incontestável Milagre. Sem explicação pela Ciência!

Como aconteceu:







Para aprofundar:
http://oepnet.sites.uol.com.br/resposta_criticasguadalupe.htm
http://oepnet.sites.uol.com.br/nossasenhora.htm
http://www.clap.org.br/artigos/guadalupe/g_quemens.asp
http://www.fimdostempos.net/guadalupe_aborto.html

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Santa Maria, MAE DE DEUS!!


Catecismo:

Mãe de Deus
§ 466 A heresia nestoriana via em Cristo uma pessoa humana unida à pessoa divina do Filho de Deus. Diante dela, São Cirilo de Alexandria e o III Concílio Ecumênico, reunido em Éfeso em 431, confessaram que "o Verbo, unindo a si em sua pessoa uma carne animada por uma alma racional, se tornou homem[a30] ". A humanidade de Cristo não tem outro sujeito senão a pessoa divina do Filho de Deus, que a assumiu e a fez sua desde sua concepção. Por isso o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se tornou de verdade Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus em seu seio: "Mãe de Deus não porque o Verbo de Deus tirou dela sua natureza divina, mas porque é dela que ele tem o corpo sagrado dotado de uma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne[a31] ".

A MATERNIDADE DIVINA DE MARIA

§495 Denominada nos Evangelhos "a Mãe de Jesus" (João 2,1;19,25[a32] ), Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito, desde antes do nascimento de seu Filho, como "a Mãe de meu Senhor" (Lc 1,43). Com efeito, Aquele que ela concebeu Espírito Santo como homem e que se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne não é outro que o Filho eterno do Pai, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotókos[a33] ).

§509 Maria é verdadeiramente "Mãe de Deus", visto ser a Mãe do Filho Eterno de Deus feito homem, que é ele mesmo Deus."


MARIA:


É A Mãe de Deus

Se Cristo é a segunda pessoa da Santissima Trindade e se Deus é uno e trino, logo, Maria é verdadeiramente a Mãe de Deus. No evangelho "a Mãe do meu Senhor" (Lc 1,43 ).

É A Mãe de Todos os Homens

Se somos todos filhos de Deus, em Jesus, também somos filhos de Maria, mãe de Jesus.

"Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa"(Jo 19,26-27).

Foi Concebida sem Pecado (Imaculada Conceição)

Maria é conhecida como Santa Pureza, porque como a Suma pureza de Deus poderia nascer do impuro? Por isso ela foi escolhida "bendita és tu entre as mulheres" (Lc 1,42) e preservada de toda mancha do pecado original. Maria concebeu pelo Espírito Santo sem a cooperação do homem. Por isso o Anjo a saúda: "Ave, cheia de Graça (Cheia de Deus), o Senhor é contigo..." (Lc 1,28).

É Sempre Virgem

Maria deu a luz o seu Filho sem qualquer violação da sua integridade virginal, assim como o sol atravessa uma janela de vidro sem quebrá-la. Após o nascimento de Jesus, Maria permaneceu Virgem. O facto de Maria não ter tido mais filhos (os versículos que falam nos irmãos de Jesus se referem aos seus primos) indica que ela nunca se uniu a José, seu marido.

"O Senhor disse-me: Este pórtico ficará fechado. Ninguém o abrirá, ninguém aí passará, porque o Senhor, Deus de Israel, aí passou; ele permanecerá fechado."
(Ez 44,2)
E no Novo Testamento é confirmado o que os profetas predisseram: Maria concebe virginalmente pela ação do Espírito Santo. (Lc 1,27-31).
Por onde Jesus passou, ninguém passa.

Foi Assunta aos Ceus

Quando chegou a hora de sua morte Maria adormeceu suavemente no Senhor, depois ressuscitou e foi levada gloriosamente em corpo e alma para o Céu. Deus quis assim para que Maria participasse de maneira singular na ressurreição de Jesus e é também uma antecipação da ressurreição de todos os cristãos.

É Rainha

"1. Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.
2. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.
3. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas.
4. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.
5. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.
6. A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias." (Ap 12,1-6).

Está bem claro nessa passagem que a mulher é Maria, mãe de Jesus, que perseguida pelo demonio, fugiu para o deserto. E tinha na cabeça uma COROA de 12 estrelas, o que quer dizer que ela foi coroada no Ceu. Recebeu a coroa da Gloria, assim como os santos receberam e os santos no fim dos tempos também receberão. Jesus disse:
"quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel." (Mt 19,28)
Se os apostolos de Jesus merecem tais honras o que não merecera a Mãe de Jesus?

Havia uma "vaga" no Céu, deixada por "aquele que não queria servir", Lucifer. E essa "vaga" foi preenchida por Maria.

"9. Ao vê-la, as donzelas proclamam-na bem-aventurada, rainhas e concubinas a louvam.
10. Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?" (Ct 6,9-10)

Esta passagem também se refere a Maria, porque ela é a "bem aventurada", "bendita entre as mulheres". Se as rainhas a louvam, ela também merecia esse título.

É A Nova Eva

Com a entrada do pecado no mundo Deus precisou enviar um Novo Adão, Jesus Cristo para nos salvar e o fez através de uma Nova Eva, Maria.
“Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar”(Gn 3,15).
Esta mulher é Maria. O próprio Jesus tratava-a pelo nome de "mulher" (Jo2,4;19,26) numa clara referência à essa passagem do Génesis.

É Medianeira

“... assunta aos céus, não abandonou este mundo salvífico, mas, por sua múltipla intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna(...) Por isso, a bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de advogada, auxiliadora, protetora, medianeira (LG 62)”(§ 969).

Ela intercede por nós, como uma pessoa querida ora por nós, ela também pede a Jesus pelas nossas necessidades, assim como intercedeu nas Bodas de Caná:

“Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou.
Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser”(Jo 2,3-5).

E ela sempre indica o caminho para o seu Filho, como quando disse: "fazei o que ele vos disse". Ninguém vai ao Pai senão por Jesus, porém Maria e os santos intercedem junto a Jesus. Quando uma pessoa ora a Jesus por outra pessoa, faz o mesmo que Maria faz, intercede junto a Jesus. Porém grande é o apelo que tem junto ao coração de um filho o pedido de sua mãe!

Referindo-se à Mãe de Jesus, diz s. Agostinho: “Santa Maria fez a vontade do Pai e a fez inteiramente; por isso vale mais para Maria ter sido discípula de Jesus do que sua Mãe. Feliz era Maria, porque antes de gerá-lo, já o trazia em seu coração”. Eis a grandeza de Maria, modelo de fé para todos nós!

Santa Maria, rogai por nós!