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domingo, 19 de agosto de 2018
quinta-feira, 23 de março de 2017
5 Coisas que ninguém lhe contou sobre Ligadura de Trompas
Quando a família
sente-se completa e não há o desejo de mais filhos, alguns casais optam por
serem esterilizados. Porém, poucas coisas na vida são tão definitivas como a
laqueadura.
Não devemos nos
esquecer de que uma das razões pelas quais os casais optam pela esterilização é
o alto custo da contracepção nas questões financeira, física e emocional. Entre
os efeitos colaterais com os quais as mulheres têm de lidar apenas para terem sua
fertilidade "sob controle" são a diminuição do desejo sexual, ganho
de peso, perda de cabelo, distúrbios hormonais, mudanças de humor, aumento
dramático do risco câncer e coágulos sanguíneos, que podem causar sérios
problemas de saúde, e até a morte.
Ligadura de trompas ou
esterilização feminina
A principal função das
trompas de Falópio é conduzir o óvulo dos ovários para o útero e também nutrir
e guiar os espermatozoides – caso estejam presentes – para facilitar a
concepção (que ocorre ainda nas trompas). Se a fecundação ocorrer, sua função,
a seguir, é de alimentar e transportar o ser humano recém-concebido (zigoto)
até o útero, onde ele é implantado. Para anular sua função e esterilizar
permanentemente a mulher, as trompas são ligadas, ou cortadas, ou queimadas ou
obstruídas, ou é feita uma combinação desses métodos.
Compartilho com você 5
pontos sobre esse procedimento, desconhecidos por muitos, que à primeira vista
parecem convenientes e seguros.
1. Riscos e efeitos colaterais
Os riscos mais comuns
da operação e da anestesia incluem: infecção, hemorragia, paradas respiratórias
ou cardíacas, reações negativas aos anestésicos, órgãos abdominais danificados,
perfuração intestinal e, em casos extremos, a morte. Enquanto isso, os efeitos
secundários mais comuns de esterilização são:
·
Distúrbios menstruais.
·
Alteração na intensidade e frequência das cólicas menstruais.
·
Mau funcionamento dos ovários e produção de gravidez ectópica (quando
ocorre a fecundação e o zigoto não pode ser transferido para o útero. Pode
causar a morte da mãe).
·
Uma década após a laqueadura, pode haver necessidade de remover
cirurgicamente o útero devido a complicações posteriores à cirurgia.
2. Efeitos psicológicos
Tragicamente, os
efeitos colaterais mais frequentes, e são os menos relatados pelo médico a sua
paciente, são arrependimento e remorso. Embora, inicialmente, uma mulher possa
se sentir aliviada por haver se submetido a uma "solução definitiva"
a respeito do planejamento familiar, estudos apontam os efeitos psicológicos,
tais como depressão e ansiedade, que afetam a maioria das mulheres que se
submeteram a esse procedimento. Muitas delas experimentam grande estresse, o
que afeta as relações sexuais com seus maridos.
3. Eficácia
A ligadura de trompas
é realmente tão eficaz para se correr todos os riscos? Ao contrário do que
muita gente pensa, a esterilização feminina não é 100% eficaz. A possibilidade
de ocorrer uma gravidez é de até 13%, dependendo do tipo de ligadura realizada,
sendo a gravidez ectópica um risco latente nestas mulheres.
4. Reversão do procedimento
Uma executiva de banco
de sucesso, com quem trabalhei há algum tempo, viu-se na situação de adotar
legalmente seu neto. Seu maior desejo era dar-lhe um irmãozinho (ela é uma
avó/mãe muito jovem, de apenas 40 anos), mas não foi possível restaurar sua
fertilidade.
Há mulheres que
perderam seus maridos e casam-se novamente e desejam ter filhos em seu novo
casamento. Algumas sentem um grande vazio, e procuram restaurar seu
relacionamento com Deus.
Todos os dias, mais
mulheres sentem o desejo irresistível de reverter sua esterilização, pois
percebem que a fertilidade era uma parte muito importante de si. Restituí-la,
entretanto, é muito difícil e, às vezes, impossível. Entre outras coisas, a
cirurgia é muito mais complexa e cara do que a laqueadura, e os planos de saúde
geralmente não cobrem. O médico não pode garantir que conseguirá restaurar a
fertilidade da paciente, uma vez que as chances de sucesso dependem de muitos
fatores, incluindo a idade da mulher e o tipo de ligadura que foi feito.
5. Emoções temporárias versus decisões definitivas
Conheci mães que
optaram pela esterilização definitiva por sentirem-se sobrecarregadas com a
chegada de um novo bebê ou pelo custo emocional de algumas outras situações da
vida. Elas se arrependeram de ter tomado esta decisão. Uma delas me disse que o
dia em que ela morresse Deus lhe permitiria conhecer a criança que Ele tinha
preparado para ela e seu marido, a quem não permitiram chegar à sua vida devido
à decisão que tomaram. Outra conseguiu adotar seu único filho, mas não passa um
dia sequer sem que ela se arrependa por ter optado pela esterilização.
Devemos observar que
as decisões que tomamos na vida, baseadas em emoções temporárias, às vezes são
equivocadas e até mesmo trágicas, especialmente quando são irreversíveis. As emoções
podem ofuscar a nossa percepção e nos impedir de ver claramente o futuro.
Nenhum procedimento
definitivo que atue contra a nossa natureza, ainda que pareça prático ou
confiável, pode beneficiar a nós mesmas e o nosso relacionamento. Os métodos
naturais de planejamento familiar, em minha opinião, continuam sendo as
alternativas mais econômicas, seguras e saudáveis para evitar a gravidez, seja
temporária ou permanentemente.
Traduzido e adaptado por Erika Strassburger do
original 5 cosas que
nadie te dijo sobre la ligadura de trompas
terça-feira, 22 de novembro de 2016
A Propósito da Notícia do Papa Alargar a Absolvição do Aborto a Todos os Sacerdotes
Fui durante algum tempo
missionária na missão Mãos Erguidas, criada pela Exma. Senhora Leonor Castro, a
porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa. Tive neste lugar alguma experiência
sobre o enorme desespero das mulheres que recorrem ao abortório por uma solução
que no momento acreditam ser acertada.
Essas mulheres depois passam por
um excruciante sofrimento que muitas vezes levam por toda a vida. Por isso é uma
medida louvável a que o Papa Francisco tomou, facilitando o perdão das mulheres
que fizeram aborto mas, arrependidas, recorrem ao sacramento da confissão.
"Não existe
algum pecado que a misericórdia de Deus não possa alcançar e destruir", escreveu o Papa Francisco na carta apostólica "Misericórdia
e Mísera".
Anteriormente uma mulher nessa
situação teria que recorrer ao Bispo para poder se confessar, por causa da
gravidade de seu pecado. Agora, todos os padres poderão receber essa mulher e
dá-lhe a absolvição, desde que haja arrependimento e acolhê-la na Igreja.
Mas atenção! Não se trata, porém,
de uma banalização do assunto, ou de um passo para a aprovação do aborto pela
Igreja. O aborto continua sendo um pecado grave, o assassinato de um ser humano
inocente.
De acordo com o Catecismos da
Igreja Catolica, a partir da concepção, existe um novo ser e Deus infunde nesse
ser uma nova alma (CIC 366). Por isso o aborto é um pecado grave contra o 5º. Mandamento
“Não Matarás”.
Porém, se Você Mulher, cometeu esse ato e está arrependida, não sofra sozinha,
em silêncio. Procure ajuda! Procure o Perdão de Deus, com o Padre de sua
paroquia, não tenha medo, nem vergonha!
Jesus revelou a Santa Faustina
o que diz a alma pecadora:
Jesus: Alma pecadora, não tenhas medo do teu Salvador, Eu sou o primeiro a aproximar-Me
de ti, pois sei que por ti mesma não és capaz de te elevar até Mim. Filhinha,
não fujas de Teu Pai, dispõe-te a dialogar a sós com o teu Deus de
misericordia, que quer dizer-te palavras de perdão e cumular-te com graças. Oh,
como me é querida a tua alma! Increvi-te nas Minhas mãos e gravada estás como
chaga profunda no Meu Coração.
Esse é o nosso Deus de
Misericordia e Amor!
Exitem dentro da Igreja grupos
de apoio como a Vinha de Raquel , por exemplo, que
acolhe mulheres nessa situação.
“Ninguem esquece um filho que
não nasceu!”
Leia a noticia em:
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
“Barrigas de aluguer” voltam à discussão no Parlamento
O Parlamento pode vir a legalizar a gestação de substituição em Portugal. O que é? Como e onde acontece? O que defende a Igreja?
Após vários adiamentos, está agendada para esta quinta-feira a votação das técnicas de fertilidade. O grupo de trabalho na Assembleia da República discute o alargamento das técnicas de procriação medicamente assistida (PMA) a todas as mulheres, independentemente de serem casadas, solteiras ou viúvas. Em discussão vai estar também a chamada gestação de substituição, também descrita pelos termos “barrigas de aluguer” ou “maternidade substitutiva”. As expressões são sinónimas e designam o mesmo acto.
Afinal, o que é que está em causa quando se fala de “barrigas de aluguer”?
O que é a "gestação de substituição"?
Vulgarmente conhecida por "barrigas de aluguer", a gestação de substituição é a situação em que uma mulher dispõe-se a estar grávida e a dar à luz uma criança que será criada para outros.
Em alguns países, é uma possibilidade nomeadamente para os casais em que a mulher não pode ter filhos biológicos (por sofrer de disformidade ou carência do útero, por exemplo).
Através de técnicas de procriação medicamente assistida, a parturiente recebe no seu útero um óvulo fecundado e gera uma criança. A criança, depois do parto, é entregue a outrem. A parturiente renuncia aos poderes e deveres próprios e característicos da maternidade.
Dependendo da legislação do país, a criança é adoptada ou registada em nome daqueles que contrataram a parturiente.
Como se processa?
Há um contrato com uma mulher disponível a ceder o seu útero. Processa-se através de técnicas de procriação medicamente assistida.
Existem dois grandes tipos de processos de gestação de substituição. No primeiro, a mulher que cede o útero e os seus gâmetas é inseminada artificialmente com o esperma do homem que contratou a parturiente. No segundo, no útero da parturiente são alojados embriões, fecundados in vitro, do casal que a contratou. É também prática comum, para ambos os casos, que óvulos e/ou esperma sejam provenientes de bancos de doação.
Como, quando e onde surgiu?
No ano de 1978 nasceu a primeira criança resultado de fertilização “in vitro”. Em 1980, no Michigan, EUA, um advogado, ligado a um centro de estudos clínicos sobre a infertilidade, escreveu o primeiro contrato de gestação de substituição. Em 1985, realizou-se, com sucesso, a primeira gravidez por gestação de substituição.
O que permite a actual legislação portuguesa?
Não é permitido recorrer à gestação de substituição. "São nulos os negócios jurídicos, gratuitos ou onerosos, de maternidade de substituição", diz a lei 32/2006, de 26 de Julho. "A mulher que suportar uma gravidez de substituição de outrem é havida, para todos os efeitos legais, como a mãe da criança que vier a nascer”, refere a lei.
Quem pratique ou leve outros a praticar a gestação de substituição arrisca-se a uma "pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias", afirma.
Mas é permitido no estrangeiro?
Só numa minoria de países. Alguns países da União Europeia (UE), como Grécia, Bélgica, Reino Unido, Ucrânia e Dinamarca, permitem. É ainda possível recorrer à gestação de substituição na Rússia, Israel, Índia, Brasil, Canadá e alguns dos Estados Unidos da América, entre outros.
A Grécia é o país da UE com a legislação mais completa sobre o assunto. É o único que apresenta enquadramento jurídico sobre os direitos da parturiente e do casal que contrata.
No Reino Unido a gestação de substituição a troco de dinheiro é proibida e o assunto não pode ser levado a tribunal. Assim, a parturiente pode não cumprir o contrato sem que haja qualquer consequência judicial.
A Bélgica não proíbe, mas o contrato não é sustentado juridicamente. No registo da criança, no nome da mãe, consta o da parturiente.
Entre os países fora da Europa, a legislação é muito semelhante. A Índia é onde se registam mais casos de gestação de substituição. A legislação foi aprovada em 2012 e a prática é possível a troco de dinheiro e cuidados da parturiente. Facilidade logística e jurídica, baixo preço e intensivas campanhas de publicidade constituem os principais motivos que levam os estrangeiros a recorrer às barrigas de aluguer indianas.
O Brasil tem a particularidade de a parturiente ter de ser da família próxima (até ao segundo grau de parentesco) da mulher que a contratou. O contrato não pode envolver dinheiro.
O que defende a Igreja Católica?
É uma prática desonesta, defende a Igreja. "As técnicas que provocam a dissociação dos progenitores pela intervenção duma pessoa estranha ao casal (dádiva de esperma ou ovócito, empréstimo de útero) são gravemente desonestas”, diz o Catecismo da Igreja Católica.
E porquê? Na fertilização in vitro e na gestação de substituição, "o acto fundador da existência do filho deixa de ser um acto pelo qual duas pessoas se dão uma à outra, e remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos”.
Explica o Catecismo que, nestes casos, é “instaurando o domínio da técnica sobre a origem e destino da pessoa humana. Tal relação de domínio é, de si, contrária à dignidade e à igualdade que devem ser comuns aos pais e aos filhos”.
Outros contributos para a compreensão do juízo da Igreja encontram-se nas Instruções da Congregação para a Doutrina da Fé "Donum Vitae", de 1987, e "Dignitas Personae", de 2008.
E o que diz a Igreja aos casais que sofrem o drama da infertilidade?
Prefira-se a adopção. A Igreja acentua o valor da dignidade humana de cada pessoa. E relembra que não existe o "direito ao filho" (“seria contrário à sua dignidade e à sua natureza”, diz a instrução "Donum Vitae"). O direito à maternidade ou à paternidade poderia constituir um projecto de realização pessoal, que vai contra o superior interesse da criança.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
ONU RECOMENDA ABORTO NOS PAÍSES AFECTADOS PELO ZIKA - EUGENIA!
Esta semana a agência da ONU
recomendou a descriminalização do aborto nos casos de microcefalia
nos países mais afectados pelo ZIKA virus, vejamos o que realmente
está por trás desse apelo:
"Não é novidade o pedido que alguns juristas e acadêmicos de Direito farão à Suprema Corte brasileira, requerendo um suposto "direito ao aborto" de crianças com microcefalia. Na década de 1930, na Alemanha, o programa nazista de extermínio de crianças deficientes (a Kinder-Euthanasie) incluía, entre as doenças genéticas passíveis de execução, a síndrome de Down, a paralisia, a hidrocefalia e, também, a microcefalia [1]. A princípio, o objetivo era matar as crianças com até 3 anos de idade. Mais tarde, o plano de Adolf Hitler se estenderia também aos adultos.
Certamente, Ana Carolina Cáceres – a brasileira de 24 anos, portadora de microcefalia, que se graduou recentemente em jornalismo – não teria sobrevivido ao regime nazista. Como ela, tampouco teriam passado as irmãs Ana Victória (16) e Maria Luiza (14), também portadoras da síndrome. Fossem concebidas hoje, porém, a vida dessas mulheres estaria em risco muito mais cedo: elas poderiam ser descartadas antes mesmo de nascerem.
Fora ou dentro do útero, no entanto, meses ou anos depois da concepção, são realidades meramente circunstanciais. Nada disso muda a essência do que os promotores do aborto, aproveitando-se do pânico gerado em torno do zika vírus, pretendem advogar junto ao Supremo Tribunal Federal: a ideia de que alguns seres humanos são mais dignos de viver do que outros.
O nome disso é eugenia.
Dar um novo nome às coisas não altera a sua substância, pelo que "saúde reprodutiva", "direito de escolha" e "controle de natalidade" não passam de eufemismos construídos para disfarçar a realidade.
Nem pode mudá-la o fato de algumas pessoas aparentemente esclarecidas estarem do lado de lá. Na verdade, quando o eugenismo surgiu na Europa, ainda no final do século XIX, muitos nomes de peso também deram sua aprovação à ideia, chegando a defendê-la pública e notoriamente: Winston Churchill, H. G. Wells e Bernard Shaw são apenas alguns exemplos. Francis Galton, um homem inteligente, responsável por cunhar a expressão "eugenia", chegou a falar dela como uma espécie de "nova religião". O entusiasmo pela coisa só pareceu cessar após a Segunda Guerra Mundial, quando as pessoas viram a que tudo isso realmente levava: pilhas de cadáveres em campos de concentração.
A essência dessa forma de pensamento, todavia, não está por trás só do pedido do aborto de microcefálicos, mas de todo o movimento pela legalização do aborto.
Como se sabe, o problema de quem defende essa prática não é com esta ou aquela má formação específica. Seja sob um viés feminista – como o defendido pela antropóloga Débora Diniz –, seja sob uma ótica aparentemente social – como a colocada pelo dr. Drauzio Varella –, o que se pretende é oaborto total, sem exceções. Por isso, perderíamos muito de nosso tempo tentando defender apenas os fetos microcefálicos quando, na verdade, quem está ameaçado em seu direito à vida são todos os nascituros, portadores ou não de microcefalia, sem ou com deficiência.
São eles as verdadeiras vítimas da eugenia moderna. Tratados como "cidadãos de segunda categoria" simplesmente porque não podem ser vistos – ainda que a ciência confirme a sua humanidade, desde a concepção. Considerados "indignos de viver" porque submetidos a uma liberdade total e irrestrita por parte da mulher – que deixa de arbitrar sobre o seu corpo para ter poder de vida e de morte sobre o próprio filho. Ameaçados, enfim, pelos próprios juristas e acadêmicos de Direito, que, passando por cima da lei natural e das leis de nosso país [2], deixam sem proteção a vida dos membros mais indefesos da nossa sociedade.
Tudo isso, aliado ao silêncio cúmplice de todos, forma um cenário que a humanidade já conheceu antes: tragicamente, os nossos tempos não são diferentes dos que precederam a barbárie nazista.
Mas, assim como algumas vozes se levantaram corajosamente contra a eugenia, antes mesmo que ela fosse aplicada na prática, também nós precisamos dar o nosso "grito" de alerta, antes que seja muito tarde. Como escreve o escritor britânico G. K. Chesterton, em seu livro profético Eugenics and other evils ("Eugenia e outros males"),
"A coisa mais sábia do mundo é gritar antes de ser ferido. Não é bom gritar depois, especialmente depois que você foi ferido de morte. As pessoas falam sobre a impaciência das multidões, mas os bons historiadores sabem que maior parte das tiranias só foi possível porque os homens reagiram muito tarde. Geralmente, é essencial resistir a uma tirania antes que ela exista. E não é resposta alguma dizer, com um vago otimismo, que a conspiração apenas está no ar. Um golpe vindo de um machado só pode ser evitado enquanto ainda está no ar." [3]
Por enquanto, parece que a conspiração está apenas no ar. Mas, de notícia em notícia, já é possível antever o golpe de machado que se aproxima de nossas cabeças. O alvo, leitor, são homens e são mulheres, são pobres e são ricos, são brancos e são negros – em suma, são os nossos filhos. Se não lutarmos por eles, ninguém o fará por nós.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
Assine a petição do CitizenGo! pedindo à OMS que não instrumentalize a epidemia do zika vírus para promover o aborto.
Referências
- LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 2000, p. 52.
- Cf., v.g., Constituição Federal, art. 5.º, caput; Código Civil (Lei 10.406/02), art. 2.º etc.
- CHESTERTON, Gilbert K. Eugenics and Other Evils. London: Cassell and Company, 1922, p. 3."
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Contra o sexo antes do casamento - Palavras de Jesus
“Respondeu-lhe Jesus:
Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede,
mas o que beber da água
que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a
ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna.
A mulher suplicou:
Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui
tirá-la!
Disse-lhe Jesus: Vai,
chama teu marido e volta cá.
A mulher respondeu: Não
tenho marido. Disse Jesus: Tens razão em dizer que não tens marido.
Tiveste
cinco maridos, e o que agora tens não é teu. Nisto disseste
a verdade.
Senhor, disse-lhe a
mulher, vejo que és profeta!...”
(João 4, 13-19)
“mas, no princípio da
criação, Deus os fez homem e mulher.
Por isso, deixará o
homem pai e mãe e se unirá à sua mulher;
e os dois não serão
senão uma só carne. Assim, já não são
dois, mas uma só carne.
Não separe, pois, o
homem o que Deus uniu."
(Marcos 10, 6-9)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
OREMOS EM DEFESA DA VIDA!!

"é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro. Com iniciativas extraordinárias e na oração habitual, de cada comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família e do coração de cada crente eleve-se uma súplica veemente a Deus, Criador e amante da vida. " São João Paulo II (Evangelium Vitae), n. 100.
Fonte da Imagem; http://osst-abbey.org/respect_life
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Estudo "Aborto em Portugal factos e números sobre a realidade nacional desde a entrada em vigor da Lei 16/2007"
Poderá consultar o Estudo "Aborto em Portugal factos e números sobre a realidade nacional desde a entrada em vigor da Lei 16/2007" elaborado a partir dos dados oficiais da Direcção Geral de Saúde relativamente à situação do Aborto em Portugal.
Os dados da Direção-Geral de Saúde indicam 135 430 abortos legais “por opção da mulher” realizados entre julho de 2007 e dezembro de 2014, integralmente subsidiados pelo Estado. Este número, já de si impressionante, será revisto em alta em 2016, como sempre tem acontecido.
Os dados provisórios que estão disponíveis apontam, pela primeira vez, para uma descida da intensidade do aborto legal “por opção da mulher” (195 abortos por 1000 nascimentos em 2014) mas para valores ainda superiores aos registados entre 2008 e 2010.
Nas mulheres entre os 20 e os 24 anos, este valor sobe para o dobro. Por cada 1000 nascimentos foram realizados 419 abortos “por opção da mulher”.
As repetições continuam a aumentar todos os anos, mesmo com a descida verificada no total de abortos. Em 2014, 29% dos abortos realizados foram reincidências.
A Inspeção-Geral das Atividades de Saúde refere no seu relatório de atividades de 2013 que são necessárias medidas para que o aborto deixe de ser visto como um método contraceptivo.
Os relatórios da DGS espelham também esta banalização, nos atrasos na sua publicação, na forma como são registados e tratados os dados, com diversas gralhas e omissões, ou nas alterações à forma como estes são agregados, impossibilitando a comparação entre os diferentes anos.
Como todos os setores da sociedade reconhecem, o aborto nunca é bom. Cada aborto representa um falhanço da sociedade e um drama para uma mãe. Tem consequências para a criança que não nasce, para a sua mãe e para o país.
Os relatório da DGS e as declarações dos seus responsáveis iludem esta realidade, branqueando o aborto e apresentando a sua implementação como isenta de falhas, em contradição com os próprios dados que apresentam.
Para além das importantes questões de princípio associadas a este tema e sobre as quais existem divergências, é da responsabilidade do Parlamento não aceitar este branqueamento e exigir a discussão baseada em factos da realidade do aborto em Portugal e das suas consequências, para todos os envolvidos e para o país."
Os dados provisórios que estão disponíveis apontam, pela primeira vez, para uma descida da intensidade do aborto legal “por opção da mulher” (195 abortos por 1000 nascimentos em 2014) mas para valores ainda superiores aos registados entre 2008 e 2010.
Nas mulheres entre os 20 e os 24 anos, este valor sobe para o dobro. Por cada 1000 nascimentos foram realizados 419 abortos “por opção da mulher”.
As repetições continuam a aumentar todos os anos, mesmo com a descida verificada no total de abortos. Em 2014, 29% dos abortos realizados foram reincidências.
A Inspeção-Geral das Atividades de Saúde refere no seu relatório de atividades de 2013 que são necessárias medidas para que o aborto deixe de ser visto como um método contraceptivo.
Os relatórios da DGS espelham também esta banalização, nos atrasos na sua publicação, na forma como são registados e tratados os dados, com diversas gralhas e omissões, ou nas alterações à forma como estes são agregados, impossibilitando a comparação entre os diferentes anos.
Como todos os setores da sociedade reconhecem, o aborto nunca é bom. Cada aborto representa um falhanço da sociedade e um drama para uma mãe. Tem consequências para a criança que não nasce, para a sua mãe e para o país.
Os relatório da DGS e as declarações dos seus responsáveis iludem esta realidade, branqueando o aborto e apresentando a sua implementação como isenta de falhas, em contradição com os próprios dados que apresentam.
Para além das importantes questões de princípio associadas a este tema e sobre as quais existem divergências, é da responsabilidade do Parlamento não aceitar este branqueamento e exigir a discussão baseada em factos da realidade do aborto em Portugal e das suas consequências, para todos os envolvidos e para o país."
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Uma palavra sobre o aborto em casos de estupro
A
história de Lianna Rebolledo – a mãe que, com apenas 12
anos, engravidou por causa de um estupro – é realmente chocante. A
violação de que foi vítima deixou-a "semimorta" e "com
sua face e pescoço horrivelmente desfigurados". Ela mesmo
confessa, mais de duas décadas depois do ocorrido, que pensou que
seus agressores iam matá-la. Não há palavras que possam expressar
suficientemente a dor e a indignação de qualquer pessoa moralmente
sadia diante de um crime como este. Embora a "cultura
pornográfica" vigente procure até mesmo justificar este tipo
de abuso, sabemos que se trata de "um atentado contra a justiça
e a caridade", que "ofende profundamente o direito de cada
um ao respeito, à liberdade e à integridade física e moral" e
"causa um prejuízo grave, que pode marcar a vítima para toda a
vida" [1].
Disto,
de fato, Lianna é testemunha viva: a
violação realmente "marca a vítima para toda a vida". Mesmo
depois de um tempo, ela conta que não conseguia livrar-se do
sentimento de sujeira, chegando a cogitar a hipótese do suicídio.
Outro
fato, porém, destinou a mudar a vida desta mulher para sempre: a
notícia de que estava grávida, de que seria mãe. Já na época em
que ficou sabendo de sua gravidez, um médico tentou pressioná-la a
abortar. Ela, porém, consciente de que havia outro ser humano dentro
de si, disse "não". O
abuso que sofreu foi realmente terrível, mas punir um ser humano
indefeso por isso não era, absolutamente, uma saída viável.
Alguns
defensores do aborto podem sentir-se tentados a usar a história de
Lianna para proveito próprio. Nesta ótica, ao invés de respaldar a
defesa da vida, o caso de Lianna seria um exemplo da importância de
dar à mulher o eufemístico "direito de escolha" –
melhor definido como "direito de matar". A posição que
estes assumem é a mesma do médico da história: não se poderia
obrigar a mulher a viver "com as consequências do estupro".
Para eliminar essas "consequências", então, valeria tudo,
até mesmo matar o próprio filho.
Este
é o argumento dos grupos que se intitulam "pró-escolha"
(pro-choice,
em inglês), exposto na sua crueza. Seu erro é bem evidente: coloca
a liberdade humana – neste caso específico, a feminina – acima
do próprio direito à vida. Mas, como bem afirma o Papa João Paulo
II, "a
tolerância legal do aborto (...) não pode, de modo algum, fazer
apelo ao respeito pela consciência dos outros,
precisamente porque a sociedade tem o direito e o dever de se
defender contra os abusos que se possam verificar em nome da
consciência e com o pretexto da liberdade" [2]. Só
porque o homem é livre,
não significa que tudo o que faz seja bom ou moralmente legítimo.
Outro
problema do argumento abortista é supor que vítimas de abuso sexual
que ficam grávidas queiram natural e necessariamente fazer um
aborto. Um estudo conduzido por Sandra Mahkorn, especialista no
assunto [3], mostra exatamente o contrário: de 75 a 85% dessas
mulheres querem levar adiante a sua gestação. "Essa evidência,
por si só, deveria fazer as pessoas pensarem e refletirem sobre o
pressuposto de que o aborto é querido ou até mesmo melhor para
vítimas de violação sexual", escreve David Reardon, PhD em
Bioética [4].
Na
verdade, o que faz o aborto – que a mídia e a "cultura da
morte" supõem que elimine ou atenue a ferida do estupro – é
apenas complicar ainda mais o drama que enfrentam essas mulheres.
Muitas das que passaram pela experiência traumática de um aborto
relatam-na como "uma degradante e brutal forma de estupro
médico".
Como entender essa expressão? Explica David Reardon:
"O aborto envolve um exame doloroso dos órgãos sexuais de uma mulher por um estranho mascarado que está invadindo o seu corpo. Uma vez na mesa de operação, ela perde o controle sobre seu corpo. Se protesta e pede ao aborteiro para parar, será possivelmente ignorada ou dirão a ela: 'É tarde demais para mudar de ideia. Isso é o que você quis. Temos que terminar agora.' E enquanto ela está deitada ali, tensa e desamparada, a vida oculta dentro de si é literalmente sugada de seu ventre. A diferença? Numa violação sexual, da mulher é roubada a sua pureza; nesse estupro médico, é roubada a sua maternidade." [5]
É
verdade que, no Brasil, assim como em muitíssimos países do mundo,
está espalhada a ideia de que o aborto provocado decorrente de
estupro não só seria aceitável, como seria um "direito das
mulheres". Isto, porém, não altera em nada a realidade das
coisas. Como bem ensina Santo Tomás de Aquino, "toda
lei constituída pelos homens tem força de lei só na medida em que
deriva da lei natural.
Se, ao contrário, em alguma coisa está em contraste com a lei
natural, então não é lei mas sim corrupção da lei" [6].
Assim, uma norma que autorizasse às mães matarem os próprios
filhos – sob quaisquer circunstâncias – não passaria de uma
arbitrariedade.
Porque,
afinal, "se nós aceitamos que uma mãe possa matar o seu
próprio filho – dizia a bem-aventurada Madre Teresa de Calcutá –,
como podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?"
[7]. O testemunho de Lianna Rebolledo deve servir de lição para a
sociedade moderna: ele mostra por que, mesmo nas situações mais
dramáticas e impensáveis, o aborto é intolerável.Nenhum
crime, por mais assombroso e terrível que tenha sido, pode
justificar o assassinato de um ser humano frágil e inocente no
ventre materno.
Por Equipe
Christo Nihil Praeponere
Referências
- Catecismo da Igreja Católica, 2356.
- Pregnancy and Sexual Assault, The Psychological Aspects of Abortion, eds. Mall & Watts (Washington, D.C., University Publications of America, 1979), pp. 55-69.
- REARDON, David C.. Rape, Incest, and Abortion: Searching Beyond the Myths. The Post-Abortion Review 2 (1) Winter 1994.
- Idem.
- Summa Theologiae, I-II, q. 95, a. 2.
- Mother Teresa of Calcutta, Speech to the National Prayer Breakfast (Washington, February 3rd, 1994).
terça-feira, 14 de maio de 2013
O Sublime Dom da Vida
A vida
pertence a Deus, Ele é o criador de tudo, somente Ele a dá e somente Ele a pode
tirar... mas o que isso realmente significa?
A vida
está muito além da compreensão humana, apesar de toda a evolução da ciência. O
ser humano é dotado de uma maravilhosa inteligência, dom de Deus. Ele é capaz
de criar, inventar, produzir, reproduzir, mas não é capaz de dar a vida.
A mulher
grávida se maravilha e medita sobre o mistério que ocorre dentro dela. Um novo
ser se forma a cada dia, progressivamente ate que vem a este mundo, mas a mãe é
passiva no processo. Como esse novo ser humano é formado? Que poder é esse? A ciência
descreve, observa, mas também é passiva.
Por que
no fim da vida o corpo humano naturalmente desgastado por ação do tempo, vai
perdendo as forças, as faculdades e morre? Alguém por ventura pode prever o dia
e a hora de sua morte?
Por que,
às vezes, uma pessoa jovem, inexplicavelmente, tem um ataque fulminante e
também morre? E as pessoas comentam: “tão jovem... tinha a vida inteira pela
frente”. Como podemos saber se temos mesmo a vida inteira pela frente?
“A morte,
fim de quem vive”, o “único mal irremediável”, a herança do pecado.
O homem
moderno na sua rebeldia e afastamento do seu Criador gosta de brincar de ser
Deus, inspirado pelo inimigo. A criatura quer decidir quando alguém deve viver
ou morrer. Essa decisão não cabe a ela, e um dia será julgada severamente pelos
seus atos.
Por isso
a vida é um dom sublime de Deus, somente Ele é o Senhor da Vida.
“Não
matarás!” (Ex 20,13)
"Fostes
vós que plasmastes as entranhas de meu corpo, vós me tecestes no seio de minha
mãe. Seja bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso. Pelas vossas
obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma." (Salmo
138,13-14)
(por Taiana Froes)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Feminismo, o maior inimigo das mulheres
Brilhante video do Padre Paulo Ricardo sobre a verdadeira natureza feminina:
quinta-feira, 5 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Novos números do aborto em Portugal

Mais de 80 mil abortos e 13.500 repetições em cinco anos
Fonte: Rádio Renascença (09-02-2012)
Estudo é da Federação Portuguesa Pela Vida, com base nos dados oficiais.
Desde 2007, realizaram-se em Portugal mais de 80 mil abortos "por opção da mulher", dos quais perto de 13.500 foram repetições, revela um estudo da Federação Portuguesa Pela Vida (FPV) feito com base nos dados oficiais disponíveis.
Segundo o estudo, realizado a propósito dos cinco anos do referendo da despenalização do aborto, que se assinala no sábado, a reincidência "tem vindo a aumentar consideravelmente".
Só em 2010 houve 4.651 repetições de aborto, das quais 978 representaram duas ou mais repetições, revela o estudo, que usa dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Estatística (INE), até 2010.
No ano em que o aborto foi despenalizado, 1.270 mulheres reincidiram, 306 das quais duas ou mais vezes. O número de mulheres que fizeram mais do que um aborto passou para 3.549 em 2008 e para 4.004 em 2009.
Além disso, desde o primeiro ano da lei, houve um aumento de 30% no número de abortos anuais: 15 mil no primeiro ano e 19 mil nos seguintes (de 15 mil em 2008 para 34 mil em 2009 e 54 mil em 2010).
Os dados oficiais apontam para 62.478 abortos "por opção da mulher" no final de 2010, sendo que os 80 mil até final de 2011 são "estimativas".
O estudo da FPV indica ainda que "as complicações do aborto legal para a mulher têm vindo a aumentar todos os anos, registando-se mesmo uma morte em 2010 (facto que não acontecia desde 1987)".
Ao nível das complicações graves (infecção e perfuração dos órgãos), registaram-se nove casos em 2008, 22 em 2009 e 37 em 2010, embora os dados relativos a este ano sejam ainda provisórios.
No que respeita ao total de complicações (que inclui "outras complicações", além das mais graves), houve 1.083 em 2010 (5,6% em relação ao total de abortos), quase o dobro das complicações registadas em 2008: 550 (3% em relação ao total desse ano).
No entanto, as complicações associadas a abortos clandestinos baixaram consideravelmente desde 2008.
O estudo revela ainda que a intensidade do aborto é maior nas mulheres mais instruídas, com idades compreendidas entre os 20 e os 35 anos.
http://www.federacao-vida.com.pt/
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
ABORTO, OS NUMEROS DE PORTUGAL!!
DESDE QUE PORTUGAL APROVOU O ABORTO OS NUMEROS SAO ASSUSTADORES:
EM 2007 FOI O PRIMEIRO ANO EM QUE O NUMERO DE MORTES SUPEROU OS NUMERO DE NASCIMENTOS.
EM 2009 FOI O PRIMEIRO ANO COM MENOS DE 10.000 NASCIMENTOS!
ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO DA MULHER” REALIZADOS NOS 3 ANOS QUE SE SEGUIRAM À ENTRADA EM VIGOR DA LEI 16/2007 (JULHO DE 2007):
15.593 (1º ANO JUN -07 A JUN-08)
18.990 (2º ANO JUN-08 A JUN-09)
19.591 (3º ANO JUL-09 A JUN-10)
DESDE QUE A LEI FOI APROVADA JA FORAM MORTOS MAIS DE 65.000 PORTUGUESES!!!
35% DOS ABORTOS FORAM REALIZADAS POR MULHERES ESTUDANTES E DESEMPREGADAS
A MAIOR PARTE DAS MULHERES QUE REALIZARAM O ABORTO POR OPÇÃO ESTÃO ENTRE OS 20 E 34 ANOS.
EM 2009 HOUVE UMA REDUÇÃO DOS ABORTOS NAS CAMADAS COM MENOS INSTRUÇÃO E UM AUMENTOS NAS CAMADAS MAIS INSTRUIDAS
54% DAS GRAVIDEZES DE MULHERES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBE TERMINARAM EM ABORTO, OU SEJA, MAIS DE 1 EM CADA 2 GRAVIDEZES DE MÃES QUE NÃO VIVEM COM O PAI DO BEBÉ TERMINARAM EM ABORTO!
40% DOS ABORTOS REALIZADOS NESSES 4 ANOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE NUNCA TIVERAM FILHOS
APENAS 8% DOS ABORTOS FORAM REALIZADOS POR MULHERES COM 3 OU MAIS FILHOS
21% DOS ABORTOS REALIZADOS EM 2009 FORAM REALIZADOS POR MULHERES QUE JÁ HAVIAM ABORTADO "POR OPÇÃO"
EM 2007, NO ANO DA ENTRADA EM VIGOR DA NOVA LEI, O ABORTO CLANDESTINO TERÁ ATINGIDO O SEU NÍVEL MAIS ALTO DESDE 2002 (AUMENTOU DEPOIS DA LEGALIZAÇÃO!!)
OS MAIS DE 65.000 ABORTOS “LEGAIS POR OPÇÃO” REALIZADOS DESDE 2007 TERÃO CUSTADO AO ESTADO PORTUGUES PERTO DE 100 MILHÕES DE EUROS! (num momento de crise em que se fala em medidas de austeridade e cortes nos gastos públicos poderiam pensar em cortar nesses gastos)
EM 2011 HÁ 422 EDUCADORAS DE INFÂNCIA E 422 AUXILIARES QUE NÃO TIVERAM EMPREGO POR CAUSA DO ABORTO “POR OPÇÃO”
COM OS MAIS DE 65.000 ABORTOS LEGAIS “POR OPÇÃO” PERDERAM-SE 85 MILHÕES DE EUROS POR ANO EM CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL, JÁ A PARTIR DE 2030
O ABORTO É A 3ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL!!
“As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planeamento familiar […], como algo inócuo, sem consequências" Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada
“O aborto recorrente está a tornar‐se um grande problema de saúde pública” Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica.
(dados da Federação Portuguesa pela Vida)
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Quando bebês passaram a ser "acidentes"?

ACIDENTES ACONTECEM
É por isto que temos a pílula do dia seguinte
Hoje nos EUA é o dia da mais importante manifestação Pró-Vida, que vem acontecendo há 35 anos na mesma época em que os abortistas comemoram a decisão judicial que levou à legalização do aborto.
Levado pela palavra de um dos conferencistas da ProLifeCon a checar certas informações na página da tristemente famosa Planned Parenthood, a maior rede abortista dos EUA e do mundo, a primeira imagem que vi foi a que vai acima.
Esta imagem aparentemente neutra, escolhida a dedo para passar uma idéia de leveza e de naturalidade, esconde uma realidade que não condiz com o sorriso da modelo. Quando pensamos que a chamada pílula do dia seguinte pode causar um aborto (sem contar a imoralidade da contracepção artificial), é de se perguntar o porquê do sorriso, da leveza, da naturalidade quando se trata de um assunto tão importante.
O ato sexual, que deveria ser a expressão de amor entre um homem e uma mulher dentro do casamento, aqui é rebaixado à categoria de mero "acidente". Nossa divina capacidade de demonstrar o amor é deixada aqui no mesmo patamar de uma topada ou no ato de perder as chaves de casa. É uma coisa casual, afinal "acidentes acontecem", como indicado na página da Planned Parenthood.
E os bebês concebidos nestes "acidentes" ganham também o mesmo status de acidente, obviamente. Quem diria que chegaria o dia em que crianças, o futuro da nação, nosso futuro, a maior alegria que pode ser dada a um casal, quem diria que um dia seriam chamados de "acidentes".
Não é por menos que vemos a cada dia aumentar o número de jovens, homens e mulheres, que têm visão negativa sobre gravidez, sobre serem pais e mães.
O sorriso casual da jovem modelo indica outra coisa igualmente grave: que se pode viver do jeito que quiser sem que haja conseqüências. Talvez um dos momentos marcantes da passagem para a vida adulta é exatamente a compreensão de que nossos atos, pelos quais temos responsabilidades, têm conseqüências. E, no entanto, ao chamar uma potencial gravidez de "acidente", como uma coisa praticamente desconectada do ato que a produziu, o que se está é criando gerações de jovens que entrarão pela vida adulta sem a consciência de seus atos.
E é exatamente este tipo de desconexão com a realidade que muito favorece a indústria abortista. Para uma indústria cujo lucro está no maior número possível de abortos, qualquer traço de consciência sobre o que é realmente o aborto deve ser escondido.
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