Credo in Unam, Sanctam, Cathólicam et Apostólicam Ecclésiam

"Na presença dos Anjos ei de cantar-Vos e adorar-Vos no vosso santuário."
(Salmo 137, 1)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Por que ir a igreja?


"Que alegria quando me disseram: Vamos à casa do Senhor..." (Sl 121,1)

Muitos fazem essa pergunta, porque ir a igreja, se Deus está em todos os lugares, se Deus está no coração de cada um de nós?

O ser humano tem uma vocação intrínseca para a comunhão, na Bíblia esta escrito: "Não é bom que o homem esteja só". (Gen 2,18) Logo também não é bom que esteja só em sua vida espiritual, é bom que esteja em comunidade, um rebanho, um só Pastor (Jesus Cristo), uma comunidade de amor, a igreja.

Quando o cristianismo surgiu, os apóstolos já se reuniam, em comunidade para orar e para a celebração da Santa Eucaristia.

Quando amamos uma pessoa queremos estar perto dela, visitá-la, conviver com ela. A igreja é a Casa de Deus, logo devemos ir ao Seu encontro. Como corresponder ao supremo e imenso amor de Deus por nós? Amor com amor se paga! Por isso o fiel procura amá-lo e segui-lo como uma criancinha segue seus pais onde quer que eles forem.

Para a criança, seu pai é o seu refúgio, a sua fortaleza, a sua segurança. Uma criança confia cegamente no seu pai e faz tudo para agradá-lo. Seu papa é grande, é forte e a protege de todo o mal. Se por acaso acontece numa distracção ou numa brincadeira de fazer algo que desagrada seu pai ou sua mãe, é a criança a primeira a ficar muito triste, chega a chorar, porque se arrepende de todo o coração de ter feito uma coisa desagradável ao seu pai. Assim também deve ser nossa relação com Deus, devemos obedecê-lo, não por obrigação e sim por amor, simplesmente porque Ele quer o nosso bem, o melhor para nós. Devemos obedecer os 10 mandamentos, eles não são uma lei antiga e retrógrada, são um "manual de instruções humano", porque Deus quer sempre o nosso bem e nossa salvação, nunca o pecado, nunca a condenação... mas quem escolhe o seu caminho é o homem, porque ele escolhe livremente, no seu livre arbítrio, fazer o bem ou o mal.

Se devemos obedecer a Deus, também devemos obedecer nossa Santa Mãe Igreja, representante de Deus na terra no nosso tempo, sempre actual, porta-voz da vontade de Deus.

A principal razão pela qual um católico deve ir a igreja é a Sagrada Eucaristia. É a presença real de Jesus Cristo, o católico deve ir a missa para recebe-lo na Sagrada Comunhão, é na missa que Jesus renova o seu Santo Sacrifício, devemos receber o alimento espiritual (assim como precisamos do alimento carnal, também precisamos de alimento espiritual). "Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus" (Atos 4,4). O alimento espiritual é a leitura da Palavra de Deus, mas também Jesus se dá em alimento, se entrega, sem reservas e Ele disse "Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos." (Jo 6,53)

O católico pode ir a igreja mesmo quando não há missa, porque Jesus fica lá a espera no sacrário para o adorarmos. Nós não podemos vê-lo mas Ele realmente está lá, como que escondido (como dizia o pastorinho Francisco vidente de Fátima), está escondido aos nossos olhos, mas está verdadeiramente presente no mistério do Santíssimo Sacramento.

Moisés quando viu a sarça ardente, recebeu a seguinte ordem:

"Não te aproximes daqui. Tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar em que te encontras é uma terra santa." (Ex 3,5)

Da mesma maneira a igreja é solo santo. É um local sagrado, quando saímos de casa para ir a igreja, fazemos como fez Moisés que se aproximou da sarça ardente, logo percebeu que não estava num local comum, havia algo de extraordinário, de sobrenatural naquele lugar. Na igreja é a mesma coisa, a igreja é a morada de Deus, é um templo sagrado.

Por isso devemos ir a igreja sempre, vamos ao encontro daquele que nos ama, com alegria e respeito. Assim, frequentando o templo que vemos aprendemos o que é um templo sagrado e tomamos consciência do templo que somos, pois nós também somos templos de Deus:

"Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?"
(I Cor 3,16).

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Amor de Deus por nós



"Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que nele crê não se perca, mas tenha a vida eterna." (Jo 3,16)


Ouvimos muito dizer “Deus te ama” ou “Jesus te ama” ou “Deus é amor”, porém provavelmente não paramos para pensar na profundidade desse amor.

Este mundo foi criado e conservado pelo amor do Criador. Se Deus não nos amasse não existiríamos, Ele não teria criado o mundo.

O amor de Deus é pessoal e incondicional. Ele já nos amava antes de existirmos:

"Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado…" (Jr 1, 5)

O que é o ser humano? Não somos do tamanho de um grão de areia comparados com a imensidão do Universo. Neste sentido o Salmista se pergunta:

"Que é o homem, Senhor, para cuidardes dele, que é o filho do homem para que vos ocupeis dele?" (Sl 143,3)

Devemos nossa existência a esse Deus que nos ama e conserva nossa vida. Podemos pensar, por exemplo, na complexidade e na fragilidade do corpo humano, quantos mistérios o envolvem que a ciência ainda não conseguiu explicar? Como explicar o funcionamento do Cérebro Humano? Nem mesmo poderíamos respirar, se Deus não permitisse a cada segundo de nossas vidas que vivêssemos, acaso é o homem quem faz seu coração bater?

O mundo faz com que nos sintamos só mais um na multidão, mas Deus ama a cada um, de um modo muito especial e nos conhece pelo nome. Cada pessoa humana é única, por exemplo, cada pessoa tem um ADN único, uma impressão digital única e até uma frequência vocal única.

O amor de Deus é eterno (Is 54,8)

"Os montes podem mudar de lugar e as colinas podem abalar-se, mas o meu amor não mudará" (Is 54,10).

"Eu te amei com um amor eterno, por isso conservei por ti o amor" (Jr 31,3).

Quando Deus criou o mundo, toda a criação era perfeita. Foi “o primeiro e universal testemunho de seu amor Todo-Poderoso e de sua sabedoria” (Catecismo da Igreja Católica § 315). Criou homem e mulher:

"Deus criou o homem à sua imagem... homem e mulher ele os criou" (Gn 1,27)

Homem e mulher foram criados à semelhança de Deus, logo, com uma profunda vocação para o amor e para a comunhão com Ele. Assim o desejo de Deus está inscrito no coração do homem, fomos criados por Ele e para Ele, logo esse coração estará inquieto a procura de algo maior, de um sentido para sua vida e somente será plenamente feliz quando reconhecer e se abandonar ao amor de Deus.

Deus somente tinha uma razão para criar, por amor! A Criação era perfeita, porém quando o homem, no seu livre arbítrio, desobedeceu a Deus, o pecado entrou no mundo e com ele as tristezas, as dores, as misérias e a morte. “Na verdade, este mundo foi reduzido à servidão do pecado, mas Cristo crucificado e ressuscitado quebrou o poder do Maligno e libertou o mundo” (CIC § 421).


A vida de Jesus é revelação do amor de Deus

Durante toda a vida de Jesus Ele manifestou o Pai em seus actos, palavras, maneira de ser, de falar e de agir. Jesus pode dizer: "Quem me vê, vê o Pai" (Jo 14,9); e o Pai pode dizer: "Este é o meu Filho, o Eleito; ouvi-o" (Lc 9,35). O Verbo fez-se carne e até os mínimos detalhes de sua vida manifestam o amor de Deus por nós.

São mistérios que o homem não pode entender nem explicar, como por exemplo, a Santíssima Trindade, ou então, uma virgem conceber e dar a luz a uma criança sem nenhuma participação de um homem (por obra do Espírito Santo), isso é um absurdo até para a ciência actual.

Ele veio ao mundo para nos salvar: "ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniquidades... pelas suas chagas fomos curados" (Is 53,5). Entregou-se por todos nós de livre vontade, por amor e fez a vontade do Pai que era resgatar a humanidade do pecado. "O Filho de Deus amou-me e entregou-se por mim" (Gl 2,20)

É o amor até o fim, até a morte e morte de Cruz, um sacrifício para expiação dos pecados de toda a humanidade. Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens, somente Jesus, sendo a Pessoa Divina do Filho poderia oferecer esse sacrifício redentor por todos.

A prova suprema do amor de Cristo pelos homens foi o sacrifício de sua própria vida "em remissão dos pecados" (Mt 26,28).

O Novo Mandamento

Jesus nos amou até o fim, manifestou o amor do Pai que Ele recebe. Sendo assim Ele nos dá um novo mandamento para que imitemos esse amor:

"Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor" (Jo 15,9). E ainda: "Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jo 15,12)

Esse é o primeiro e verdadeiro amor, o amor de Deus por nós!

"Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, o Senhor" (Rom 8,38-39)

Videos - O Cientista que Tocou o Coração de Jesus (Milagre de Lanciano)



Para aqueles céticos que somente acreditam em comprovações científicas passo a palavra ao Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de anatomia e histologia patológica e de química e microscopia clínica:

















domingo, 17 de outubro de 2010

A Igreja foi conivente com o holocausto??!!



Acusam a Igreja de ter sido conivente ou omissa perante as monstruosidades do regime Nazista. Esta calúnia foi fortemente propagada pelos adversários da Igreja Católica. Elas começaram com a propaganda comunista nos anos 60 e se transmitiram pela “nova esquerda” por toda a Europa, junto com a obra financiada pela União Soviética “O Vigário”, de Huchhoth. Nela se baseia o filme “Amém”, de Costa-Gavras.

Mas os factos provam o contrário! Os acontecimentos nas áreas controladas pelos alemães só se tornaram conhecidos em toda a sua extensão depois do fim da Guerra. No entanto, numerosos rumores, relatos e testemunhos de fugitivos e outros, ainda durante a guerra, deram alguma indicação de que os judeus estavam a ser mortos em grande número. Houve protestos, como em 29 de Outubro de 1942 no Reino Unido, que induziram figuras políticas e da Igreja a fazerem declarações públicas manifestando o horror sentido pela perseguição de judeus na Alemanha.

A partir dessas declarações os sacerdotes Católicos também começaram a ser perseguidos e mortos no Holocausto.

A verdade é que a Igreja, por orientação do Papa Pio XII, agindo de maneira diplomática, conseguiu salvar cerca de 800 mil judeus de serem mortos pelos nazistas!

Os historiadores e os judeus querem a verdade e a justiça sobre as injustas acusações que pesam contra o Papa Pio XII, por isso em 2008 foi feito o Simpósio Internacional sobre o Pontificado de Pio XII, no qual participam historiadores, rabinos, sobreviventes do Holocausto e testemunhas da obra de assistência aos hebreus posta em andamento pela Igreja Católica durante a ocupação alemã.

O site forumlibertas.com, publicou em 16 de abril de 2007, declarações 13 grandes líderes judeus em defesa do grande Papa Pio XII. As declarações a seguir são testemunhos desde 1940, desde Einstein até os grandes rabinos de Bucarest, Palestina e Roma. Os historiadores judeus afirmam que Pio XII salvou a vida de muitos judeus.

As declarações dos líderes judeus:

1 - Albert Einstein:

“Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Mas, do mesmo modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral.”

[Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton]

2 – Isaac Herzog “O povo de Israel nunca se esquecerá o que Sua Santidade [Pio XII] e seus ilustres delegados, inspirados pelos princípios eternos da religião que formam os fundamentos mesmos da civilização verdadeira, estão fazendo por nossos desafortunados irmãos e irmãs nesta hora , a mais trágica de nossa história, que é a prova viva da divina Providência neste mundo.” [Isaac Herzog, Gran Rabino da Palestina, em 28 de fevereiro de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 292.]

3 – Alexander Shafran

“Não é fácil para nós encontrar as palavras adequadas para expressar o calor e consolo que experimentamos pela preocupação do Sumo Pontífice [Pio XII], que ofereceu uma grande soma para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados; os judeus da Romênia nunca esqueceremos estes fatos de importância histórica.”

[Alexander Shafran, Gran Rabino de Bucarest, em 7 de abril de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 291-292]

4 – Juez Joseph Proskauer

“Temos ouvido em muitas partes que o Santo Padre [Pio XII] foi omisso na salvação dos refugiados na Itália, e sabemos de fontes que merecem confiança que este grande Papa estendeu suas mãos poderosas e acolhedoras para ajudar aos oprimidos na Hungria”.

[Juez Joseph Proskauer, presidente do “American Jewish Committee”, na Marcha de Conscientização de 31 de julho de 1944
em Nova York]

5 – Giuseppe Nathan

“Dirigimos uma reverente homenagem de reconhecimento ao Sumo Pontífice [Pio XII], aos religiosos e religiosas que puseram em prática as diretrizes do Santo Padre, somente viram nos perseguidos a irmãos, e com arrojo e abnegação atuaram de forma inteligente e eficaz para socorrer-nos, sem pensar nos gravíssimos perigos a que se expunham.”

[Giuseppe Nathan, Comissário da União de Comunidades Israelitas Italianas, 07-09-1945]

6. A. Leo Kubowitzki “Ao Santo Padre [Pio XII], em nome da União das Comunidades Israelitas, o mais sentido agradecimento pela obra levada a cabo pela Igreja Católica em favor do povo judeu em toda a Europa durante a Guerra”.

[ A.Leo Kubowitzki, Secretario Geral do “World Jewish Congress” (Congresso Judeu Mundial ), ao ser recebido pelo Papa em 21-09-1945]

7. William Rosenwald “Desejaria aproveitar esta oportunidade para render homenagem ao Papa Pio XII por seu esforço em favor das vítimas da Guerra e da opressão. Proveu ajuda aos judeus na Itália e interveio a favor dos refugiados para aliviar sua carga”.

[William Rosenwald, presidente de “United Jewish Appeal for Refugees”, 17 de março de 1946, citado em 18 de março no “New York Times”.

8 – Eugenio Zolli

“Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura cairam, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz”.

[Eugenio Zolli, em seu livro “Before the Dawn” (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma; durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em 1945, foi batizado como "Eugenio" em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII]

9 – Golda Meir “Choramos a um grande servidor da paz que levantou sua voz pelas vítimas quando o terrível martírio se abateu sobre nosso povo”.

[Golda Meier, ministra do Exterior de Israel, outubro de 1958, ao morrer Pío XII]

10 – Pinchas E. Lapide

“Em um tempo em que a força armada dominava de forma indiscriminada e o sentido moral havia caído ao nível mais baixo, Pio XII não dispunha de força alguma semelhante e pôde apelar somente à moral; se viu obrigado a contrastar a violência do mal com as mãos desnudas. Poderia ter elevado vibrantes protestos, que pareceriam inclusive insensatos, ou melhor proceder passo a passo,
em silêncio. Palavras gritadas ou atos silenciosos. Pio XII escolheu os atos silenciosos e tratou de salvar o que poderia ser salvo.”

[Pinchas E. Lapide, historiador hebreu e consul de Israel em Milão, em sua obra "Three Popes and Jews" (Três Papas e os Judeus), Londres 1967; ele calcula que Pío XII e a Igreja salvaram com suas intervenções 850.000 vidas].

11 – Sir Martin Gilbert

“O mesmo Papa foi denunciado por Joseph Goebbels - ministro de Propagando do governo nazista – por haver tomado a defesa dos judeus na mensagem de Natal de 1942, onde criticou o racismo. Desempenhou também um papel, que descrevo com alguns detalhes, no resgate das três quartas partes dos judeus de Roma”.

[Sir Martin Gilbert, historiador judeu inglês, especialista no Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista em 02-02-2003 no programa "In Depth", do canal de televisão C-Span]


12 – Paolo Mieri

“O linchamento contra Pio XII? Um absurdo. Venho de uma família de origem judia e tenho parentes que morreram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Esse Papa [Pio XII] e a Igreja que tanto dependia dele, fizeram muitíssimo pelos judeus. Seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e quase um milhão de judeus salvos graças à estrutura da Igreja e deste Pontífice. Se recrimina a Pio XII por não ter dado um grito diante das deportações do gueto de Roma, mas outros historiadores têm observado que nunca viram os antifacistas correndo à estação para tratar de deter o trem dos deportados. Um dos motivos por que este importante Papa foi crucificado se deve ao fato de que tomou parte contra o universo comunista de maneira dura, forte e decidida.”

[Paolo Mieri, periodista judeu italiano, ex-diretor do “Corriere della Será”, apresentando o livro “Pio XII; Il Papa degli ebrei” (Pio XII; O Papa dos hebreus), de Andrea Tornielli, a 6 de junho de 2001. ]

13 – David G. Dalin

“Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes, tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda.

[David G. Dalin, rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália]

Contra essas declarações inequívocas de ilustres judeus, é impossível alguém mais sustentar as antigas calúnias contra o Papa Pio XII; se assim o fizer, será por ignorância histórica ou maldade consumada.


Fontes:
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/?s=13+grandes+l%C3%ADderes+judeus+em+defesa+do+grande+Papa+Pio+XII

http://culturahebraica.blogspot.com/2008/09/holocausto-legitimao-do-mal.html

sábado, 16 de outubro de 2010

Igreja Católica a Maior Instituição de Caridade do Mundo!


Nos seus 2.000 anos de história a Igreja Catolica foi a instituição que mais fez caridade neste mundo.

Se a Igreja não existisse provavelmente o mundo ocidental nem conheceria o sentido da palavra caridade. Essa é uma palavra que surgiu na Igreja, no sentido de ajudar, sem querer nada em retorno, essa idéia para os povos antigos, como os gregos e romanos, seria um absurdo! Essa virtude surgiu depois que o mundo ocidental se tornou católico.

-São milhares de Obras Assistenciais da Igreja Católica espalhadas por este mundo.

- Na época em que a lepra foi um grande mal, na Europa e Ásia haviam 3000 leprosários católicos.

- Em muitos paises africanos as escolas e hospitais são matidos pela Igreja Católica.

- A Igreja educou mais crianças do que qualque outra instituição educativa ou religiosa.

- 25% das obras que cuidam de aidéticos em todo o mundo são mantidas pela Igreja Católica.

- Incontáveis hospitais, sanatórios, escolas para crianças carentes, asilos, creches etc espalhadas em todo o mundo!

- Durante 2000 anos, 20 séculos de existência, ninguém como a Igreja socorreu tanto os pobres, órfãos, viúvas e doentes, como ainda hoje fazem, por exemplo, as irmãs de Madre Teresa de Calcutá.

- É inegável, nenhuma instituição no mundo ocidental fez e faz tanta caridade como a Igreja Católica, infelizmente isto parece não ser importante para os insistem em difamar a Igreja.

Em Portugal:

- Até ao século xix, num contexto antecedente à legislação de política social, a assistência social baseava-se em instituições de caridade privada (maioritariamente ligadas à Igreja e às ordens religiosas), directa ou indirectamente financiadas pela casa real, sendo sublinhada a não intervenção do Estado na sua actividade. Somente a partir do sec. XX é que começaram a desenvolver-se as instituições de assitência social do Estado.

- A Santa Casa da Misericordia surgiu de uma iniciativa conjunta da Coroa Portuguesa e a Igreja Católica.
- A Cáritas Portuguesa é uma instituição oficial da Conferência Episcopal Portuguesa, vocacionada para a promoção e dinamização da acção social da Igreja. Visa a assistência e também a promoção, o desenvolvimento e a transformação social. Luta por uma sociedade mais justa, com a participação dos que são atingidos por qualquer forma de exclusão ou emergência, sem olhar a crenças, culturas, etnias ou origem.

- Os Centros Sociais Paroquiais, os Centros Paroquiais de Bem-Estar Social ou outras congregações religiosas, fortemente ligadas à Igreja Católica, são as segundas IPSS mais antigas, denominadas antes de 1983 por Institutos de Assistência. A Igreja é a instituição que em Portugal mais atenção prestou e de um modo mais persistente à acção social. A Igreja sempre foi um agente determinante e uma força fundamental na gestão das pessoas e dos meios relacionados com a solidariedade social. Para esta a acção social “... trata-se de um agir eficaz em ordem à edificação do Reino de Deus, contribuindo para a melhor ordenação da sociedade humana, a partir de comunidade cristã,...”.,De notar que 25% dos Centros Sociais Paroquiais são presididos por um sacerdote.

Fontes:

http://jornalpartilha.blogspot.com/2007/10/histria-das-ipsss-em-portugal.html
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223380820T2vFD3xo1Yc47NV1.pdf
http://www.caritas.pt/seccao3.asp?seccaoid=393

Livros:
UMA HISTÓRIA QUE NÃO É CONTADA – Prof. Felipe Aquino – Editora Cleófas
CIÊNCIA E FÉ EM HARMONIA – Prof. Felipe Aquino – Editora Cleófas

Jornal:
Folha de São Paulo, domingo, 24 de maio de 2009, A3, Painel do Leitor.