quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
O Amor de Jesus por nós
De muitas e diversas maneiras Deus quis mostrar o amor que nos tinha. Mas, quis fazê-lo muito particularmente pelo sofrimento a que sujeitou seu divino Filho Jesus.
Jesus nasceu para sofrer. Tremia de frio e chorava no berço, e já oferecia por nós o valor daquelas lágrimas.
Jesus foi obrigado a fugir para o desterro, a fim de se livrar da vingança de Herodes, e oferecia ao Pai, por nós, o mérito das privações e necessidades que passava.
Trazia sempre, diante dos olhos, os tormentos da agonia, da flagelação, da coroação de espinhos, da morte na cruz.
Atribulava, ainda mais, a vida de Jesus o ver diante de si, os pecados que os homens cometeriam no decorrer dos tempos.
Que a meditação dos martírios de Cristo Redentor nos dêem paciência e resignação para levarmos as nossas tribulações com os olhos em Jesus.
S. Dióscoro, martirizado em Alexandria, exclamava: “Sou cristão, sigo a Jesus Cristo e caminho para o céu.” Que esta admirável afirmação de fé constitua o programa da nossa vida!
Retirado da Novena do Natal (P. Afonso Vieira Gomes)
Fonte; http://omeninodeus.blogspot.pt/
Retirado da Novena do Natal (P. Afonso Vieira Gomes)
Fonte; http://omeninodeus.blogspot.pt/
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Meditação - Dia de Natal
DIA DE NATAL
O mundo comemora hoje um grande acontecimento, tão grande que, por ele, se conta a era cristã.
Toda a liturgia da Festa de Natal é impregnada da “grande alegria que o anjo comunicou aos Pastores e que a nossa alma sente ao viver o Nascimento de Jesus”. Apesar de ser caracterizada pelo recolhimento, ela põe em alvoroço todos os corações. Ninguém pode esquecer que Jesus fez raiar uma nova aurora no mundo.
Estamos a viver a ternura deste mistério em que se manifestaram a bondade e o amor do nosso Salvador.
Jesus vive na consciência dos povos, na fé ardente dos que O adoram, no fervor dos que O amam e na fidelidade dos que O seguem.
“Glória a Deus e paz aos homens”. Glória a Deus que pela Incarnação provou o infinito amor que nos tinha. Paz aos homens: paz de cada homem com Deus, com seus semelhantes e com sua própria consciência.
Associemo-nos ao júbilo com que Nossa Senhora e o Santo Patriarca São José adoraram naquela noite o Divino Infante e supliquemos-lhe que reine sempre no nosso coração, na nossa família e no mundo inteiro.
Retirado da Novena do Natal (P. Afonso Vieira Gomes)
FONTE; omeninodeus.blogspot.pt/
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
OREMOS EM DEFESA DA VIDA!!

"é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro. Com iniciativas extraordinárias e na oração habitual, de cada comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família e do coração de cada crente eleve-se uma súplica veemente a Deus, Criador e amante da vida. " São João Paulo II (Evangelium Vitae), n. 100.
Fonte da Imagem; http://osst-abbey.org/respect_life
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Estudo "Aborto em Portugal factos e números sobre a realidade nacional desde a entrada em vigor da Lei 16/2007"
Poderá consultar o Estudo "Aborto em Portugal factos e números sobre a realidade nacional desde a entrada em vigor da Lei 16/2007" elaborado a partir dos dados oficiais da Direcção Geral de Saúde relativamente à situação do Aborto em Portugal.
Os dados da Direção-Geral de Saúde indicam 135 430 abortos legais “por opção da mulher” realizados entre julho de 2007 e dezembro de 2014, integralmente subsidiados pelo Estado. Este número, já de si impressionante, será revisto em alta em 2016, como sempre tem acontecido.
Os dados provisórios que estão disponíveis apontam, pela primeira vez, para uma descida da intensidade do aborto legal “por opção da mulher” (195 abortos por 1000 nascimentos em 2014) mas para valores ainda superiores aos registados entre 2008 e 2010.
Nas mulheres entre os 20 e os 24 anos, este valor sobe para o dobro. Por cada 1000 nascimentos foram realizados 419 abortos “por opção da mulher”.
As repetições continuam a aumentar todos os anos, mesmo com a descida verificada no total de abortos. Em 2014, 29% dos abortos realizados foram reincidências.
A Inspeção-Geral das Atividades de Saúde refere no seu relatório de atividades de 2013 que são necessárias medidas para que o aborto deixe de ser visto como um método contraceptivo.
Os relatórios da DGS espelham também esta banalização, nos atrasos na sua publicação, na forma como são registados e tratados os dados, com diversas gralhas e omissões, ou nas alterações à forma como estes são agregados, impossibilitando a comparação entre os diferentes anos.
Como todos os setores da sociedade reconhecem, o aborto nunca é bom. Cada aborto representa um falhanço da sociedade e um drama para uma mãe. Tem consequências para a criança que não nasce, para a sua mãe e para o país.
Os relatório da DGS e as declarações dos seus responsáveis iludem esta realidade, branqueando o aborto e apresentando a sua implementação como isenta de falhas, em contradição com os próprios dados que apresentam.
Para além das importantes questões de princípio associadas a este tema e sobre as quais existem divergências, é da responsabilidade do Parlamento não aceitar este branqueamento e exigir a discussão baseada em factos da realidade do aborto em Portugal e das suas consequências, para todos os envolvidos e para o país."
Os dados provisórios que estão disponíveis apontam, pela primeira vez, para uma descida da intensidade do aborto legal “por opção da mulher” (195 abortos por 1000 nascimentos em 2014) mas para valores ainda superiores aos registados entre 2008 e 2010.
Nas mulheres entre os 20 e os 24 anos, este valor sobe para o dobro. Por cada 1000 nascimentos foram realizados 419 abortos “por opção da mulher”.
As repetições continuam a aumentar todos os anos, mesmo com a descida verificada no total de abortos. Em 2014, 29% dos abortos realizados foram reincidências.
A Inspeção-Geral das Atividades de Saúde refere no seu relatório de atividades de 2013 que são necessárias medidas para que o aborto deixe de ser visto como um método contraceptivo.
Os relatórios da DGS espelham também esta banalização, nos atrasos na sua publicação, na forma como são registados e tratados os dados, com diversas gralhas e omissões, ou nas alterações à forma como estes são agregados, impossibilitando a comparação entre os diferentes anos.
Como todos os setores da sociedade reconhecem, o aborto nunca é bom. Cada aborto representa um falhanço da sociedade e um drama para uma mãe. Tem consequências para a criança que não nasce, para a sua mãe e para o país.
Os relatório da DGS e as declarações dos seus responsáveis iludem esta realidade, branqueando o aborto e apresentando a sua implementação como isenta de falhas, em contradição com os próprios dados que apresentam.
Para além das importantes questões de princípio associadas a este tema e sobre as quais existem divergências, é da responsabilidade do Parlamento não aceitar este branqueamento e exigir a discussão baseada em factos da realidade do aborto em Portugal e das suas consequências, para todos os envolvidos e para o país."
Na Igreja primitiva já havia imagens
O uso das imagens no cristianismo primitivo
Após a morte de Jesus Cristo, a pregação do cristianismo, recaiu sobre os ombros dos apóstolos, logo, quando finalmente se expandiu por diversas áreas principalmente por Roma e pelos territórios dominados por ela. Com o passar do tempo, a ação dos apóstolos se mostrou mais eficaz, então o cristianismo se tornou para os dirigentes romanos, uma afronta aos valores e interesses do império. A crença monoteísta era contrária ao panteão de divindades romanas, entre as quais se destacava o próprio culto ao imperador de Roma. Ao mesmo tempo, o conceito de liberdade fazia com que vários escravos não se submetessem à imposição governamental que legitimava a posição subalterna dos mesmos.
Dessa forma, os cristãos passaram a ser perseguidos das mais variadas formas. Eram torturados publicamente, lançados ao furor de animais violentos, empalados, crucificados e, até mesmo, queimados vivos. Para redimir e orar pelos seus mártires, os cristãos passaram a enterrá-lo nas chamadas catacumbas. Estas funcionavam como túmulos subterrâneos onde os cristãos poderiam fugir dos soldados romanos, entoarem cantos e pintar imagens que manifestavam sua fé. As primeiras catacumbas encontradas são datadas do século II d.C
A pintura elaborada no interior das catacumbas era rodeada de uma simbologia que indicava a forte discrição do culto cristão naquele momento. O que mostra que desde o cristianismo primitivo as imagens eram utilizadas pra expressão de fé e devoção. As imagens mais freqüentes eram o crucifixo, que lembrava o sacrifício de Jesus. A âncora que significava o ideal de salvação. O peixe era bastante comum, pois peixe em grego é ICTUS que é eram as mesmas iniciais de: “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador” e diversas passagens bíblicas.
As catacumbas e os pais da Igreja
Entre o final do quarto e do início do século quinto, os Padres da Igreja descreveu as catacumbas. São Jerônimo foi o primeiro a contar como ele quando ainda era estudante ia aos domingos visitar os túmulos dos apóstolos e dos mártires, juntamente com seus companheiros de estudo: “Gostaríamos de entrar as galerias escavadas das entranhas da terra... luzes raras vindas de cima da terra atenuam a escuridão um pouco... Nós avançamos lentamente, um passo de cada vez, completamente envoltos em trevas”. O poeta ibérico, Prudêncio, também lembra que, nos primeiros anos do século quinto, que muitos peregrinos para Roma e até mesmo de regiões vizinhas para venerar o túmulo do mártir Hipólito que foi enterrado nas catacumbas da Via Tiburtina.
Abaixo fizemos uma seleção de imagens das catacumbas que nos ajudam entender como desde os apóstolos as imagens eram utilizadas:


Fotos da Catacumba de Priscila em Roma.

Imagem que retrata a história dos 3 jovens na fornalha cantada pelo livro de Daniel, nas paredes da Catacumba de Priscila em Roma

Retratação de Jonas sendo vomitado pela baleia – Catacumba de São Marcelino e Pedro em Roma.

Noé na Arca - Catacumba de São Marcelino e Pedro em Roma.

Inscrições funerárias com símbolos – Catacumba de São Sebastião em Roma

Maria e o Profeta – Catacumba de Priscila em Roma (Século III)
Essa é a imagem mais antiga preservada de Maria, que é retratada em uma pintura no cemitério de Priscila na Via Salaria. O afresco, é datado da primeira metade do século III, mostra a Virgem com o Menino de joelhos na frente de um profeta (talvez Balaão ou Isaías), que aponta para uma estrela para se referir a previsão messiânica. Nas catacumbas outros episódios com Nossa Senhora também são representados, como a Adoração dos Magos e cenas do presépio de Natal, acredita-se que antes do Concílio de Éfeso, todas essas representações tiveram um significado cristológico.

O bom pastor -Catacumba de Priscila em Roma (Século III)

Inscrições devocionais – Catacumba de São Sebastião em Roma
Peixe Eucarístico (Representação de Jesus) – Crípita de São Gaio e Eusébio
GALERIA DA CATACUMBA DE SÃO CALISTO

Lóculos (nichos de inumação) - Catacumba de São Calisto.

Chi-Rho e o símbolo do peixe - Catacumba de São Calisto


Cristo como bom pastor - Catacumba de São Calisto

Cristo como bom pastor – Catacumba de Domitila.

Afresco do Pão e Peixe Eucarísticos - Catacumba de São Calisto

Afresco com Cristo de barba - Catacumba de Comodila.

Epitáfio na Catacumba de São Sebastião

Pyxis Retratando mulheres no sepulcro de Cristo (Século IV)
Narrativa cenas como essa, feita visível as palavras dos Evangelhos.De um lado da Pyxis, em uma cena baseada no Evangelho de Lucas (24, 1-10), três mulheres, a Virgem Maria, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, ficarem com as mãos levantadas no orant (oração) pose. Do outro lado da caixa, duas das Maria’s balançar turíbulos medida que se aproximam um espaço abobadado onde as cortinas amarradas para trás revelam um altar iluminado por uma lâmpada suspensa.A iconografia da área do altar é familiar a partir do quinto século Pola Marfim (Museo Archeologico, Veneza), uma representação da área do antigo santuário de São Pedro em Roma.
Sobre o altar é o livro do Evangelho.No início da igreja, o altar passou a ser entendido como o símbolo da tumba de Cristo, essa fusão é parcialmente baseado no fato de que os elementos da Eucaristia foram colocadas no altar durante a liturgia, e especialmente preservadas porções depositada no altar para uso em emergências.recipientes do Marfim, como neste exemplo finamente esculpida trabalhou a partir de uma seção transversal de presa de um elefante, pode ter sido usado para transportar o pão da Eucaristia com os demais doentes ou idosos para participar do serviço.
Sobre o altar é o livro do Evangelho.No início da igreja, o altar passou a ser entendido como o símbolo da tumba de Cristo, essa fusão é parcialmente baseado no fato de que os elementos da Eucaristia foram colocadas no altar durante a liturgia, e especialmente preservadas porções depositada no altar para uso em emergências.recipientes do Marfim, como neste exemplo finamente esculpida trabalhou a partir de uma seção transversal de presa de um elefante, pode ter sido usado para transportar o pão da Eucaristia com os demais doentes ou idosos para participar do serviço.
Jesus, Pedro e Paulo (Século IV)
Catacumba dos Santos Marcelino e Pedro na Via Labicana . Cristo
entre Pedro e Paulo. Para os lados são os mártires Gorgonius,
Pedro Marcelino , Tiburtius. Este cemitério está no terceiro marco na Via Labicana, perto de uma vila imperial pertencente a Constantino.
entre Pedro e Paulo. Para os lados são os mártires Gorgonius,
Pedro Marcelino , Tiburtius. Este cemitério está no terceiro marco na Via Labicana, perto de uma vila imperial pertencente a Constantino.

Rosto de Cristo da Foto anterior mais de Perto.
O leitor que desejar saber também sobre o uso das imagens na bíblia é convidado a ler a matéria "Deus proibiu a fabricação de imagens?" e também "As pinturas mais antigas dos apóstolos de Jesus".
BIBLIOGRAFIA
Vaticano. The Christian Catacombs. Disponível em: <http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_commissions/archeo/inglese/documents/rc_com_archeo_doc_20011010_cataccrist_en.html#OriginiAcesso Acesso em: 20/11/2012.
The Christian Catabombs of Rome. The Catacomb of St. Callixtus. Disponível em: <http://www.catacombe.roma.it/en/catacombe.php>. Acesso em: 20/10/2012.
FONTE;
RODRIGUES, Rafael. Apologistas Católicos: O uso das imagens no cristianismo primitivo. Apologistas Católicos. Disponível em: <http://apologistascatolicos.com/index.php/apologetica/imagens/541-o-uso-das-imagens-no-cristianismo-primitivo>
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