sábado, 6 de fevereiro de 2016
MANIFESTO PELA EUTANÁSIA EM PORTUGAL - O QUE QUEM DEFENDE NÃO SABE!
Foi
apresentado esse fim de semana um manifesto a defender a eutanásia
em Portugal, o movimento “Direito a morrer com dignidade” quer
debater o tema na sociedade e defendem um referendo como se vê na
noticia.
O
que o grupo não sabe ou não quer saber é que, por detrás de uma
alegada defesa da liberdade do individuo está a cruel eugenia, na
qual se dá ao Estado o poder de decidir quem deve viver ou morrer,
quem é cidadão de primeira ou de segunda!
Na
teoria é tudo muito “bonito”, defendem que a pessoa deve decidir
se quer continuar vivendo, ainda que em sofrimento, ou se quer
decidir por um fim a sua própria vida, com a ajuda dos médicos.
Eles citam Holanda e Bélgica como bons exemplos de "países mais
evoluídos" onde a eutanásia é possível, porém veja o que acontece
na prática:
Os
Asilos na Alemanha convertem-se em abrigo para idosos que fogem da
Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família.
São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente!
É
esse futuro que pretendem para Portugal? Com certeza há muitas
pessoas defendendo o que chamam de “liberdade” que estão a ser
enganadas! Trata-se de apenas uma peça de uma engrenagem mundial
chamada cultura da morte, em
que simplesmente se descarta os mais indefesos ou os considerados
inúteis pelo Estado. Leia mais em:
ONU RECOMENDA ABORTO NOS PAÍSES AFECTADOS PELO ZIKA - EUGENIA!
Esta semana a agência da ONU
recomendou a descriminalização do aborto nos casos de microcefalia
nos países mais afectados pelo ZIKA virus, vejamos o que realmente
está por trás desse apelo:
"Não é novidade o pedido que alguns juristas e acadêmicos de Direito farão à Suprema Corte brasileira, requerendo um suposto "direito ao aborto" de crianças com microcefalia. Na década de 1930, na Alemanha, o programa nazista de extermínio de crianças deficientes (a Kinder-Euthanasie) incluía, entre as doenças genéticas passíveis de execução, a síndrome de Down, a paralisia, a hidrocefalia e, também, a microcefalia [1]. A princípio, o objetivo era matar as crianças com até 3 anos de idade. Mais tarde, o plano de Adolf Hitler se estenderia também aos adultos.
Certamente, Ana Carolina Cáceres – a brasileira de 24 anos, portadora de microcefalia, que se graduou recentemente em jornalismo – não teria sobrevivido ao regime nazista. Como ela, tampouco teriam passado as irmãs Ana Victória (16) e Maria Luiza (14), também portadoras da síndrome. Fossem concebidas hoje, porém, a vida dessas mulheres estaria em risco muito mais cedo: elas poderiam ser descartadas antes mesmo de nascerem.
Fora ou dentro do útero, no entanto, meses ou anos depois da concepção, são realidades meramente circunstanciais. Nada disso muda a essência do que os promotores do aborto, aproveitando-se do pânico gerado em torno do zika vírus, pretendem advogar junto ao Supremo Tribunal Federal: a ideia de que alguns seres humanos são mais dignos de viver do que outros.
O nome disso é eugenia.
Dar um novo nome às coisas não altera a sua substância, pelo que "saúde reprodutiva", "direito de escolha" e "controle de natalidade" não passam de eufemismos construídos para disfarçar a realidade.
Nem pode mudá-la o fato de algumas pessoas aparentemente esclarecidas estarem do lado de lá. Na verdade, quando o eugenismo surgiu na Europa, ainda no final do século XIX, muitos nomes de peso também deram sua aprovação à ideia, chegando a defendê-la pública e notoriamente: Winston Churchill, H. G. Wells e Bernard Shaw são apenas alguns exemplos. Francis Galton, um homem inteligente, responsável por cunhar a expressão "eugenia", chegou a falar dela como uma espécie de "nova religião". O entusiasmo pela coisa só pareceu cessar após a Segunda Guerra Mundial, quando as pessoas viram a que tudo isso realmente levava: pilhas de cadáveres em campos de concentração.
A essência dessa forma de pensamento, todavia, não está por trás só do pedido do aborto de microcefálicos, mas de todo o movimento pela legalização do aborto.
Como se sabe, o problema de quem defende essa prática não é com esta ou aquela má formação específica. Seja sob um viés feminista – como o defendido pela antropóloga Débora Diniz –, seja sob uma ótica aparentemente social – como a colocada pelo dr. Drauzio Varella –, o que se pretende é oaborto total, sem exceções. Por isso, perderíamos muito de nosso tempo tentando defender apenas os fetos microcefálicos quando, na verdade, quem está ameaçado em seu direito à vida são todos os nascituros, portadores ou não de microcefalia, sem ou com deficiência.
São eles as verdadeiras vítimas da eugenia moderna. Tratados como "cidadãos de segunda categoria" simplesmente porque não podem ser vistos – ainda que a ciência confirme a sua humanidade, desde a concepção. Considerados "indignos de viver" porque submetidos a uma liberdade total e irrestrita por parte da mulher – que deixa de arbitrar sobre o seu corpo para ter poder de vida e de morte sobre o próprio filho. Ameaçados, enfim, pelos próprios juristas e acadêmicos de Direito, que, passando por cima da lei natural e das leis de nosso país [2], deixam sem proteção a vida dos membros mais indefesos da nossa sociedade.
Tudo isso, aliado ao silêncio cúmplice de todos, forma um cenário que a humanidade já conheceu antes: tragicamente, os nossos tempos não são diferentes dos que precederam a barbárie nazista.
Mas, assim como algumas vozes se levantaram corajosamente contra a eugenia, antes mesmo que ela fosse aplicada na prática, também nós precisamos dar o nosso "grito" de alerta, antes que seja muito tarde. Como escreve o escritor britânico G. K. Chesterton, em seu livro profético Eugenics and other evils ("Eugenia e outros males"),
"A coisa mais sábia do mundo é gritar antes de ser ferido. Não é bom gritar depois, especialmente depois que você foi ferido de morte. As pessoas falam sobre a impaciência das multidões, mas os bons historiadores sabem que maior parte das tiranias só foi possível porque os homens reagiram muito tarde. Geralmente, é essencial resistir a uma tirania antes que ela exista. E não é resposta alguma dizer, com um vago otimismo, que a conspiração apenas está no ar. Um golpe vindo de um machado só pode ser evitado enquanto ainda está no ar." [3]
Por enquanto, parece que a conspiração está apenas no ar. Mas, de notícia em notícia, já é possível antever o golpe de machado que se aproxima de nossas cabeças. O alvo, leitor, são homens e são mulheres, são pobres e são ricos, são brancos e são negros – em suma, são os nossos filhos. Se não lutarmos por eles, ninguém o fará por nós.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
Assine a petição do CitizenGo! pedindo à OMS que não instrumentalize a epidemia do zika vírus para promover o aborto.
Referências
- LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 2000, p. 52.
- Cf., v.g., Constituição Federal, art. 5.º, caput; Código Civil (Lei 10.406/02), art. 2.º etc.
- CHESTERTON, Gilbert K. Eugenics and Other Evils. London: Cassell and Company, 1922, p. 3."
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Reflexões sobre a Ideologia de Gênero
A
“revolucionária” ideologia de gênero vem tentando se implantar
no Brasil por meio de grandes esforços do poder reinante ou
dominante. Diante desta situação, incumbe-nos, enquanto brasileiros
e cristãos, saber o que é essa ideologia muito comentada, mas pouco
definida, quais são suas raízes, como ela se impõe, que objetivos
tem e qual deve ser a nossa posição frente a ela.
É
ponto de partida desse sistema ideológico o seguinte postulado: nós
nascemos com um sexo biológico definido (homem ou mulher), mas, além
dele, existiria o sexo psicológico ou o gênero que poderia ser
construído livremente pela sociedade na qual o indivíduo está
inserido. Desse modo, em última análise, não existiria uma mulher
ou um homem naturais. Ao contrário, o ser humano nasceria
sexualmente neutro, do ponto de vista psíquico, e seria constituído
socialmente homem ou mulher.
Nada
de novo debaixo do sol. Simone de Beauvoir, filósofa
existencialista, já dizia exatamente isso. Não se nasce mulher, mas
você se torna mulher; não se nasce homem, mas você se torna homem.
Em suma, nada dependeria da natureza, mas, sim, de uma construção
sociocultural capaz de levar a relações igualitárias entre dois
seres humanos, naturalmente, diferentes quanto à sexualidade.
Uma
nota da Conferência Episcopal do Peru, emitida em abril de 1998, com
o título La ideologia de género: sus peligros y alcances aponta a
raiz marxista e ateia desse sistema ideológico e assegura que
segundo a ideologia de gênero, não é a natureza, mas a sociedade
quem vai impondo ao homem ou à mulher certos comportamentos típicos.
Desse modo, se a menina prefere brincar de casinha ou aconchegar a
boneca isso não se deveria ao seu instinto natural à maternidade,
mas tão-somente a uma convenção social dominadora. Se as mulheres
se casam com homens e não com outras mulheres, isso nada teria de
natural, mas dever-se-ia apenas a uma “tradição social” das
classes dominantes.
Mais:
se o homem brinca de bola e sente necessidade de trabalhar fora de
casa a fim de melhor sustentar a família ao passo que as mulheres
preferem, via de regra, passar mais tempo em casa junto aos filhos
(cf. Sueli C. Uliano. Por um novo feminismo. São Paulo: Quadrante,
1995, p. 51-53), não estariam, de modo algum, atendendo a seus
anseios inatos, mas apenas se acomodando ao desejo elitista de uma
tradição opressora que deve ser rompida a qualquer momento. Sim,
pois segundo os defensores da ideologia de gênero essas construções
sociais opressivas só serviram até hoje para minimizar a mulher
frente aos homens. Seria necessário conscientizá-las de que a sua
vida de casa, cozinha e criança não tem mais sentido, essa
conscientização levaria a mulher a entender o quanto é explorada e
enganada pelo modelo patriarcal de sociedade em que vivemos.
Uma
vez liberta, ela poderia optar por reconstruir-se do modo que bem
entender. Faria a sua escolha sexual com todas as consequências dela
derivadas, ou seja, poderia também optar por levar adiante uma
gravidez ou praticar o aborto que, na doutrina de gênero, não seria
crime algum, mas, ao contrário um direito que caberia à mãe.
Embora, para não chocar a sociedade com o homicídio, prefira-se um
termo manipulado por meio de engenharia verbal como é, por exemplo,
“interrupção voluntária da gravidez”.
Isso
posto, já devemos – coma Carta aos Bispos da Igreja Católica
sobre a colaboração do Homem e da Mulher na Igreja e na Sociedade,
da Congregação para a Doutrina da Fé, de 31 de maio de 2004 –
aproveitar fazer, rapidamente, a refutação de duas correntes
contemporâneas que propalam pensamentos absurdos a respeito da
mulher: a subordinacionista, que a vê qual escrava, submissa ao
homem em nível familiar e social, e a de gênero, desejosa de apagar
as diferenças naturais entre homem e mulher. Afinal, a Escritura
apresenta a mulher como ezer (auxiliar ou companheira) do homem por
analogia com Deus que é ezer do homem (cf. Gn 2,4-25; Êx 18,4; Sl
10,35). Há entre mulher e homem complementaridade, apesar das
diferenças fisiológicas e psicológicas (não meramente culturais).
Iguais quanto à sua dignidade – um não é mais que o outro –
não se identificam em suas características peculiares, pois Deus
criou homem e mulher, não um andrógino polimorfo ou capaz de ter
várias formas.
Outro
ponto a ser refutado é o que defende a liberdade de construção
sexual. Com efeito, assim como toda ideologia, a de gênero –
considerada pelo estudioso argentino Jorge Scala, em sua obra
Ideologia de gênero: neototalitarismo e morte da família (São
Paulo: Katechesis, 2011), a mais radical já conhecida na história,
pois se aplicada destruiria o ser humano em sua integralidade e, por
conseguinte, a sociedade, cuja célula-mãe é a família – é
também mentirosa. Ela oferece às pessoas a ilusão de que serão
plenamente livres em matéria sexual, contudo, uma vez que essas
pessoas tenham tomado a mentira por verdade, são aqueles que detêm
o poder real que escolherão, a seu beneplácito, o modo como o povo
deverá – padronizadamente – exercer a sua sexualidade sob o
olhar forte do Estado que tutelaria para que cada um fizesse o que
bem entendesse. Dentro da cartilha estatal, é óbvio. Só não se
toleraria, por enquanto, as relações sexuais não consentidas,
todas as demais seriam válidas e deveriam ser toleradas pelo Governo
e pela sociedade em geral como lícitas.
Ora,
uma ideologia tão antinatural e artificial dessas não consegue se
impor do dia para a noite, nem recebe tão fácil acolhida da
população, mas, ao contrário, provoca resistências entre as
pessoas sensatas em geral. Daí os arautos da ideologia de gênero
usarem, de modo conjunto, importantes estratégias para dominarem o
grande número de hesitantes.
Sim,
é imprescindível contar com os meios de propaganda de grande
alcance tais como o rádio, o jornal, as revistas, a TV, a internet,
pois são veículos de comunicação unidirecionais, ou seja, não
permitem que o receptor da informação dialogue com o emissor
(sabemos como são manipuladas as opiniões que se enviam para os
sites) para, no caso de gênero, por exemplo, contestá-lo das
inverdades que diz. Apenas se aceita muito passivamente aquilo que
lhe é transmitido.
Outro
meio formidável é o sistema educacional formal ou a escola. Por
meio dela – em um processo educacional inverso ao que sempre se
conheceu, no qual o papel primordial da educação ética e religiosa
cabe aos pais – se veiculariam os métodos impostos pelo Estado a
ditarem as normas de vida social aos alunos e estes deveriam, em
casa, ensinar seus pais ou responsáveis doutrinando-os a fim de que
também aceitem as novas concepções totalitárias, incluindo como
carro-chefe a revolucionária ideologia de gênero, mãe de todas os
outros “libertinismos” sexuais.
Tudo
isso, porém, depende, para ser imposto, de uma ardilosa máquina de
propaganda que age especialmente, a partir de três etapas
fundamentais: primeiro, usar, desde logo, uma palavra comum, mas com
sentido totalmente diferente. Desse modo, falar-se-ia em sexo e
gênero, alternadamente, como se fossem meros sinônimos até que as
pessoas, de maneira imperceptível, começassem a usá-las sem se
questionar, ao menos em alguns ambientes específicos como as
escolas, redações de jornais, rádios, igrejas etc.
Segundo,
bombardear a opinião pública pelos meios de educação formais
(escola) e informais (rádios, TVs, jornais, revistas, internet)
valendo-se da palavra antiga com sentido novo ou transfigurado pela
cirurgia ideológica nela realizada. Aqui já se substituiria o
vocábulo sexo por gênero e se lhe acrescentaria os sentidos
revolucionários de “sexo socialmente construído” em oposição
ao sexo biologicamente dado pela natureza, falar-se-ia em “tipos de
casamentos” e não mais no matrimônio monogâmico e estável com
bases religiosas, etc.
Observa-se,
então, que as pessoas aceitariam o termo clássico (sexo) com um
conteúdo novo (gênero). Estaria imposta, por uma forte
“heterossugestão”, um novo modelo de pensar: simples homens e
mulheres, sem qualquer pressuposto filosófico, sociológico ou
antropológico, estaria falando, de modo falacioso, que gênero é a
“autoconstrução livre da própria sexualidade”. A opinião
pública estaria dominada para acatar todo tipo de “vida sexual”
contrária à natureza: poligamia, prostituição, orgias, pedofilia,
pornografia, zoofilia (relação sexual com animais), necrofilia
(encenação de ato sexual com defuntos) etc.
Tudo
isso graças ao substrato de uma nova linguagem de características
obscuras, próprias para causar confusão na mente de quem com elas
toma contato, evitando, assim, que o ouvinte ou o leitor consiga
rebater a mensagem implícita naqueles termos que parecendo
esdrúxulos têm uma finalidade muito específica na veiculação da
ideologia de gênero. Alguns deles são “sexismo”, sexualidade
polimórfica, homofobia, “androcentrismo”, tipos de família,
“parentalidade”, heterossexualidade obrigatória, etc. e quem
toma contato, sem pressupostos, aceita às escuras tais termos e os
repete trabalhando, ingenuamente, para a ideologia de gênero e, por
consequência, contra a vida, a família e os alicerces da própria
sociedade.
Pergunta-se,
então, se diante de uma ideologia “revolucionária” e perversa,
como se revela ser a ideologia de gênero, cabe aos católicos a
coragem ou o medo? – Scala responde com uma citação de Jean
Gitton, filósofo francês, que diz o seguinte: “Em todos os
séculos, diz-se que a Igreja vai cair, e ela se mantém. É
incrível. Em cada século diz-se que não é como os séculos
precedentes, que desta vez é definitiva e que a Igreja não se
salvará. E sempre se salva. Veja, ainda no século XX. O comunismo a
enterraria. Todo mundo dizia isso. Eu também esperava o pior, na
Europa e em todos os lugares. O que aconteceu? A Igreja enterrou o
comunismo. E já veremos que a mesma coisa vai acontecer com o
liberalismo que se acredita eterno. Aos olhos humanos nenhuma pessoa
sensata poria um centavo nas ações do ‘Catolicismo’. Hoje em
dia se diz: o consumismo e o sexo varrerão a Igreja. Bom, eu não
acredito. Uma vez mais, acontecerá algo, não sei o quê. Repito: é
incrível. Toda esta história é inverossímil” (Mi testamento
filosófico apud Scala, p. 195).
Certo
é que não basta só confiar nessa força sobrenatural da Igreja, é
preciso fazer a nossa parte conhecendo e apresentando ao público a
verdadeira face da ideologia de gênero escondida atrás de uma
fantasia carnavalesca. Olha-nos sorridente para conquistar-nos. Uma
vez conseguido seu intento, fecha sua carranca e ataca-nos
impiedosamente para destruir a vida, a família e os valores sociais
alicerçados na lei natural moral que ensina a fazer o bem e evitar o
mal. Todavia, quem se julgar livre para defender os valores naturais
e cristãos pode ser duramente perseguido, moral e fisicamente, como
já se faz, ainda que um tanto veladamente, em não poucos países. A
classificação de “retrógrado” e outros nomes é muito comum na
verbalização e condenação daqueles que conseguem refletir sobre
esses fatos.
Em
tempos como os nossos, ter coragem para defender os princípios
cristãos libertadores – é para a liberdade que Cristo nos
libertou, Gl 5,1 – é expor-se ao próprio martírio de sangue, mas
as palavras do Senhor Jesus nos encorajam: No mundo tereis
tribulações, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo (cf. Jo
15,18-27).
Fazemos
votos para que todas as forças vivas da nação se unam em defesa da
vida e da família e, consequentemente, da sociedade em geral a fim
de que possamos, diante de Deus, deixar ao nosso povo em geral,
especialmente às nossas crianças, adolescentes e jovens, a certeza
de que não fomos omissos e lutamos, dentro da lei e da ordem, para
que uma ideologia que pretende ser “revolucionária” como a de
gênero não os prejudicasse. Nem hoje, nem amanhã.
Orani
João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo
Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ.
O Absurdo da ideologia de Gênero!
Nos dias de hoje temos
ouvido isso mais comumente. Isso é um movimento considerado
anticatólico, que diz o seguinte: a criança nasce sem um sexo
definido. Quando a criança nasce não deve ser considerada do sexo
masculino ou sexo feminino; depois ela fará esta escolha. Essa é a
chamada Identidade de gênero ou Ideologia de gênero.
Inclusive, já existem
escolas para crianças na Suécia e na Holanda, onde não se pode
chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças,
porque eles devem decidir quando crescerem se serão homens ou
mulheres, o que é antinatural.
Veja o que Prof. Felipe
tem a dizer sobre este assunto:
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Contra o sexo antes do casamento - Palavras de Jesus
“Respondeu-lhe Jesus:
Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede,
mas o que beber da água
que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a
ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna.
A mulher suplicou:
Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui
tirá-la!
Disse-lhe Jesus: Vai,
chama teu marido e volta cá.
A mulher respondeu: Não
tenho marido. Disse Jesus: Tens razão em dizer que não tens marido.
Tiveste
cinco maridos, e o que agora tens não é teu. Nisto disseste
a verdade.
Senhor, disse-lhe a
mulher, vejo que és profeta!...”
(João 4, 13-19)
“mas, no princípio da
criação, Deus os fez homem e mulher.
Por isso, deixará o
homem pai e mãe e se unirá à sua mulher;
e os dois não serão
senão uma só carne. Assim, já não são
dois, mas uma só carne.
Não separe, pois, o
homem o que Deus uniu."
(Marcos 10, 6-9)
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