Credo in Unam, Sanctam, Cathólicam et Apostólicam Ecclésiam
"Na presença dos Anjos ei de cantar-Vos e adorar-Vos no vosso santuário."
(Salmo 137, 1)
domingo, 19 de agosto de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
OS PORTUGUESES NAO QUEREM A EUTANASIA
3 em cada 4 portugueses dizem “NÃO” à eutanásia
É o que aponta a sondagem feita a 624 pessoas que são
“representativas em termos de idade, gênero e habilitações literárias à
totalidade da população portuguesa. Confira a reportagem.
Domingos
Pinto - Lisboa
A maioria dos portugueses é contra a eutanásia e quer cuidados paliativos.
É o resultado de uma sondagem encomendada pela Plataforma Pensar e Debater, divulgada esta 6ª feira, dia 18, em Lisboa, numa conferência que teve como convidado Michel Ghins, filósofo belga e especialista em bioética.
75% dos portugueses prefere cuidados paliativos, e 17% opta pela eutanásia, aponta esta sondagem feita a 624 pessoas que são “representativas em termos de idade, género e habilitações literárias à totalidade da população portuguesa”, diz à VATICAN NEWS João Ferreira, da empresa que produziu esta sondagem.
“Os portugueses querem é minimizar o sofrimento através de cuidados paliativos”, refere aquele especialista, segundo o qual “3 em cada 4 portugueses manifesta rejeição explicita da eutanásia”.
Nesta conferência participou também o ex-bastonário da Ordem dos Médicos, Germano de Sousa, que é taxativo:
A maioria dos portugueses é contra a eutanásia e quer cuidados paliativos.
É o resultado de uma sondagem encomendada pela Plataforma Pensar e Debater, divulgada esta 6ª feira, dia 18, em Lisboa, numa conferência que teve como convidado Michel Ghins, filósofo belga e especialista em bioética.
75% dos portugueses prefere cuidados paliativos, e 17% opta pela eutanásia, aponta esta sondagem feita a 624 pessoas que são “representativas em termos de idade, género e habilitações literárias à totalidade da população portuguesa”, diz à VATICAN NEWS João Ferreira, da empresa que produziu esta sondagem.
“Os portugueses querem é minimizar o sofrimento através de cuidados paliativos”, refere aquele especialista, segundo o qual “3 em cada 4 portugueses manifesta rejeição explicita da eutanásia”.
Nesta conferência participou também o ex-bastonário da Ordem dos Médicos, Germano de Sousa, que é taxativo:
“ Estamos diante de um individualismo feroz
incompatível com qualquer conceito de solidariedade humana ”
Por sua vez o professor Michel Ghins considera que deveriam ser “incentivados os cuidados paliativos”, e diz esperar que os deputados portugueses possam “tirar todas as consequências desta sondagem em não legalizar o acesso à eutanásia”.
O filósofo deu exemplos da experiência da Bélgica onde a eutanásia foi legalizada em 2002, e diz mesmo que há muitos casos que foram autorizados que nem sequer estão garantidos na lei.
Fonte:
sexta-feira, 31 de março de 2017
A Igreja discrimina os homossexuais?
Em Resposta ao Caso polémico e midiático em Portugal, onde acusam um padre católico de expulsar o maestro João Maria do coro da igreja por ser homossexual:
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-03-08-Padre-expulsa-maestro-homossexual-do-coro
terça-feira, 28 de março de 2017
A Igreja é contra o divórcio
Em Portugal existe uma estatística muito triste,
70% dos casamentos termina em divórcio. É o país europeu onde há mais separações.
É uma grande contradição que num país católico isso possa ser uma realidade. Gostaria
de enfatizar nessa publicação que a Igreja Católica é contra o divórcio.
O que está a seguir não é minha opinião pessoal,
é um fragmento do Catecismo da Igreja sobre o tema em questão:
§2382 O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um casamento indissolúvel. Ab-roga as tolerâncias que se tinham introduzido na Lei antiga.
Entre batizados, o matrimonio ratificado e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano nem por nenhuma causa, exceto a morte".
Divórcio civil
§2383 A separação dos esposos com a manutenção do vínculo matrimonial pode ser legítima em certos casos previstos pelo Direito canônico (cf. CIC, cânones 1151-1155).
Se o divórcio civil for a única maneira possível de garantir certos direitos legítimos, o cuidado dos filhos ou a defesa do patrimônio, pode ser tolerado sem constituir uma falta moral.
Definição de divórcio
§2384 O divórcio é uma ofensa grave à lei natural. Pretende romper o contrato livremente consentido pelos esposos de viver um com o outro até a morte. O divórcio lesa a Aliança de salvação da qual o matrimônio sacramental é o sinal. O fato de contrair nova união, mesmo que reconhecida pela lei civil, aumenta a gravidade da ruptura; o cônjuge recasado passa a encontrar-se em situação de adultério público e permanente:
Se o marido, depois de se separar de sua mulher, se aproximar de outra mulher, se torna adúltero, porque faz essa mulher cometer adultério; e a mulher que habita com ele é adúltera, porque atraiu a si o marido de outra.
Conseqüências do divórcio entre cônjuges católicos
§1650 São numerosos hoje, em muitos países, os católicos que recorrem ao divórcio segundo as leis civis e que contraem civicamente uma nova união. A Igreja, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo ("Todo aquele que repudiar sua mulher e desposar outra comete adultério contra a primeira; e se essa repudiar seu marido e desposar outro comete adultério": Mc 10,11-12), afirma que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro casamento foi válido. Se os divorciados tornam a casar-se no civil, ficam numa situação que contraria objetivamente a lei de Deus. Portanto, não podem ter acesso à comunhão eucarística enquanto perdurar esta situação. Pela mesma razão não podem exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação pelo sacramento da Penitência só pode ser concedida aos que se mostram arrependidos por haver violado o sinal da aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometem a viver numa continência completa.
§1664 A unidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade essenciais ao Matrimônio. A poligamia é incompatível com unidade do matrimônio; o divórcio separa o que Deus uniu; a recusa da fecundidade desvia a vida conjugal de seu mais excelente": a prole.
§2385 O caráter imoral do divórcio deriva também da desordem que introduz na célula familiar e na sociedade. Esta desordem acarreta graves danos: para o cônjuge que fica abandonado; para os filhos, traumatizados pela separação dos pais, e muitas vezes disputados entre eles (cada um dos cônjuges querendo os filhos para si); e seu efeito de contágio, que faz dele urna verdadeira praga social.
§2400 O adultério e o divórcio, a poligamia e a união livre são ofensas graves à dignidade do casamento.
Inocência do cônjuge injustamente abandonado
§2386 Pode acontecer que um dos cônjuges seja a vítima inocente do divórcio decidido pela lei civil; neste caso, ele não viola o preceito moral. Existe uma diferença considerável entre o cônjuge que se esforçou sinceramente por ser fiel ao sacramento do Matrimônio e se vê injustamente abandonado e aquele que, por uma falta grave de sua parte, destrói um casamento canonicamente válido.
Obra de caridade para com os divorciados
§1651 A respeito dos cristãos que vivem nesta situação e geralmente conservam a fé e desejam educar cristãmente seus filhos, os sacerdotes e toda a comunidade devem dar prova de uma solicitude atenta, a fim de não se considerarem separados da Igreja, pois, como batizados, podem e devem participar da vida da Igreja:
Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o sacrifício da missa, a perseverar na oração, a dar sua contribuição às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorar, dia a dia, a graça de Deus.”
Há casos que infelizmente o divórcio é inevitável.
Aconselho essas pessoas a procurar a Igreja, para verificar se o seu matrimónio
foi mesmo válido. Muitas uniões, depois de analisadas, verifica-se que na
verdade são nulas. Tendo a comprovação da nulidade do primeiro casamento a
pessoa poderá se casar na Igreja, pois é como se fosse solteira, não havendo
impedimento moral para a nova união. Porém se a primeira união for considerada
válida, essa pessoa não deveria se casar novamente, pois a nova relação será
considerada um adultério.
quinta-feira, 23 de março de 2017
5 Coisas que ninguém lhe contou sobre Ligadura de Trompas
Quando a família
sente-se completa e não há o desejo de mais filhos, alguns casais optam por
serem esterilizados. Porém, poucas coisas na vida são tão definitivas como a
laqueadura.
Não devemos nos
esquecer de que uma das razões pelas quais os casais optam pela esterilização é
o alto custo da contracepção nas questões financeira, física e emocional. Entre
os efeitos colaterais com os quais as mulheres têm de lidar apenas para terem sua
fertilidade "sob controle" são a diminuição do desejo sexual, ganho
de peso, perda de cabelo, distúrbios hormonais, mudanças de humor, aumento
dramático do risco câncer e coágulos sanguíneos, que podem causar sérios
problemas de saúde, e até a morte.
Ligadura de trompas ou
esterilização feminina
A principal função das
trompas de Falópio é conduzir o óvulo dos ovários para o útero e também nutrir
e guiar os espermatozoides – caso estejam presentes – para facilitar a
concepção (que ocorre ainda nas trompas). Se a fecundação ocorrer, sua função,
a seguir, é de alimentar e transportar o ser humano recém-concebido (zigoto)
até o útero, onde ele é implantado. Para anular sua função e esterilizar
permanentemente a mulher, as trompas são ligadas, ou cortadas, ou queimadas ou
obstruídas, ou é feita uma combinação desses métodos.
Compartilho com você 5
pontos sobre esse procedimento, desconhecidos por muitos, que à primeira vista
parecem convenientes e seguros.
1. Riscos e efeitos colaterais
Os riscos mais comuns
da operação e da anestesia incluem: infecção, hemorragia, paradas respiratórias
ou cardíacas, reações negativas aos anestésicos, órgãos abdominais danificados,
perfuração intestinal e, em casos extremos, a morte. Enquanto isso, os efeitos
secundários mais comuns de esterilização são:
·
Distúrbios menstruais.
·
Alteração na intensidade e frequência das cólicas menstruais.
·
Mau funcionamento dos ovários e produção de gravidez ectópica (quando
ocorre a fecundação e o zigoto não pode ser transferido para o útero. Pode
causar a morte da mãe).
·
Uma década após a laqueadura, pode haver necessidade de remover
cirurgicamente o útero devido a complicações posteriores à cirurgia.
2. Efeitos psicológicos
Tragicamente, os
efeitos colaterais mais frequentes, e são os menos relatados pelo médico a sua
paciente, são arrependimento e remorso. Embora, inicialmente, uma mulher possa
se sentir aliviada por haver se submetido a uma "solução definitiva"
a respeito do planejamento familiar, estudos apontam os efeitos psicológicos,
tais como depressão e ansiedade, que afetam a maioria das mulheres que se
submeteram a esse procedimento. Muitas delas experimentam grande estresse, o
que afeta as relações sexuais com seus maridos.
3. Eficácia
A ligadura de trompas
é realmente tão eficaz para se correr todos os riscos? Ao contrário do que
muita gente pensa, a esterilização feminina não é 100% eficaz. A possibilidade
de ocorrer uma gravidez é de até 13%, dependendo do tipo de ligadura realizada,
sendo a gravidez ectópica um risco latente nestas mulheres.
4. Reversão do procedimento
Uma executiva de banco
de sucesso, com quem trabalhei há algum tempo, viu-se na situação de adotar
legalmente seu neto. Seu maior desejo era dar-lhe um irmãozinho (ela é uma
avó/mãe muito jovem, de apenas 40 anos), mas não foi possível restaurar sua
fertilidade.
Há mulheres que
perderam seus maridos e casam-se novamente e desejam ter filhos em seu novo
casamento. Algumas sentem um grande vazio, e procuram restaurar seu
relacionamento com Deus.
Todos os dias, mais
mulheres sentem o desejo irresistível de reverter sua esterilização, pois
percebem que a fertilidade era uma parte muito importante de si. Restituí-la,
entretanto, é muito difícil e, às vezes, impossível. Entre outras coisas, a
cirurgia é muito mais complexa e cara do que a laqueadura, e os planos de saúde
geralmente não cobrem. O médico não pode garantir que conseguirá restaurar a
fertilidade da paciente, uma vez que as chances de sucesso dependem de muitos
fatores, incluindo a idade da mulher e o tipo de ligadura que foi feito.
5. Emoções temporárias versus decisões definitivas
Conheci mães que
optaram pela esterilização definitiva por sentirem-se sobrecarregadas com a
chegada de um novo bebê ou pelo custo emocional de algumas outras situações da
vida. Elas se arrependeram de ter tomado esta decisão. Uma delas me disse que o
dia em que ela morresse Deus lhe permitiria conhecer a criança que Ele tinha
preparado para ela e seu marido, a quem não permitiram chegar à sua vida devido
à decisão que tomaram. Outra conseguiu adotar seu único filho, mas não passa um
dia sequer sem que ela se arrependa por ter optado pela esterilização.
Devemos observar que
as decisões que tomamos na vida, baseadas em emoções temporárias, às vezes são
equivocadas e até mesmo trágicas, especialmente quando são irreversíveis. As emoções
podem ofuscar a nossa percepção e nos impedir de ver claramente o futuro.
Nenhum procedimento
definitivo que atue contra a nossa natureza, ainda que pareça prático ou
confiável, pode beneficiar a nós mesmas e o nosso relacionamento. Os métodos
naturais de planejamento familiar, em minha opinião, continuam sendo as
alternativas mais econômicas, seguras e saudáveis para evitar a gravidez, seja
temporária ou permanentemente.
Traduzido e adaptado por Erika Strassburger do
original 5 cosas que
nadie te dijo sobre la ligadura de trompas
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